TURMA DO PETRÓLEO

TURMA DO PETRÓLEO

domingo, 14 de agosto de 2011


Exploração de petróleo e gás projeta mais 8 mil empregos no Amazonas ainda em 2011

A entrada de novas empresas na exploração de petróleo e gás natural vai aumentar a oferta de empregos no Estado, mas ainda faltam profissionais qualificados para as vagas.
[ i ]Empregados da Parente e Andrade, empresa que oferece mão de obra para a Petrobras e a HRT, ganham novas frentes de trabalho.
Manaus - A entrada de novas empresas no setor de exploração de petróleo e gás e a expansão das atividades da Petrobras no Amazonas, pelo menos 8 mil vagas de emprego para o setor deverão ser abertas até o fim do ano.
Com esse movimento, a mão de obra torna-se cada vez mais valorizada, mas a falta de experiência profissional e a pouca oferta de capacitação são obstáculos para a colocação de mão de obra local.
A mais nova companhia de atividade petrolífera, HRT Oil & Gas, iniciou no último dia 21 de abril a perfuração do primeiro poço de óleo na bacia do Solimões e atualmente emprega 3 mil trabalhadores direta e indiretamente no Amazonas.
O gerente do Projeto Solimões da HRT, Eduardo Freitas, conta que a chegada de mais oito sondas vai exigir da empresa contratações em funções como engenheiros de petróleo, profissionais de planejamento e logística.
Essas atividades, segundo Freitas, estão sendo as mais difíceis de encontrar profissional qualificado com alguma especialização ou prática na área de petróleo e gás no Estado.
“Fizemos um recrutamento há dois meses  para engenheiro de petróleo, 300 currículos foram enviados, mas nenhum selecionado era de Manaus”, disse.
“A área de planejamento também está carente de pessoas com formação em petróleo e gás, estamos com duas ou três vagas em aberto para esses profissionais sem conseguir preenchê-las e estamos dando preferência às pessoas residentes em Manaus ou nos locais próximos às atividades da empresa, como Tefé, Carauari e Coari”, afirma Freitas.  
A expansão das atividades da HRT vai solicitar serviços de atividades portuárias, logística, locação de balsas, entre outros. Interessados devem ficar atentos aos editais que serão publicados pela HRT nos jornais recrutando colaboradores. O próximo edital deve ser publicado no final de julho com 30 vagas para atividades variadas, informou o gerente da companhia.
Com a chegada da HRT Oil & Gas no Estado o quadro de vagas da empresa de recrutamento e seleção Worktime aumentou 60% em relação ao ano passado, informou o gerente regional, Alexandre Viana.  Segundo ele, as funções de técnico em logística, almoxarife, movimentação de cargas, técnicos de segurança do trabalho e engenheiros de todas as áreas (químico, produção, civil e mecânico) estão entre as vagas mais requisitadas pelas empresas de exploração de óleo e gás que atuam no Amazonas. “A questão é que muitos profissionais ainda estão em formação e sem experiência prática, o que acaba elevando o salário daqueles que possuem alguma experiência”, afirmou.
Os salários iniciais médios variam de R$ 600, mais benefícios de periculosidade, para a função de movimentação de cargas e até R$ 1.900, para  técnico em logística. De acordo com Viana, para engenheiros e outras funções que exigem graduação os salários iniciais ultrapassam R$ 5 mil e para aqueles que já possuem alguma especialização o salário é superior a R$ 10 mil. Os interessados podem enviar currículo para manaus_4@worktime-rh.com.br
A empresa internacional Georadar Levantamentos Geofísicos venceu licitação e foi contratada pela Petrobras para realizar trabalhos de investigação sísmica nos municípios de Itacoatiara, Silves, Urucará, São Sebastião do Uatumã, Nhamundá e Itapiranga, no Amazonas. As operações terão início no final de junho e vão durar 17 meses.
A empresa divulgou que 1,5 mil empregados vão trabalhar na pesquisa de existência de bens minerais, petróleo ou gás e que cerca de 70% dos trabalhadores serão provenientes da região amazônica. A empresa não quis divulgar ainda as funções que serão requisitadas, mas geólogos, engenheiros e profissionais técnicos são algumas atividades fundamentais para a realização desse trabalho.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

"Brasil tem que exportar mais do que óleo bruto"
Gazeta de Notícias, Economia - Luciana Lima 

Ao inaugurar o terminal multiuso do Porto de Pecém, no Ceará, a presidente Dilma Rousseff disse que o governo continuará fazendo investimentos para que o Brasil se torne exportador de produtos com valor agregado. Dilma ressaltou que diante da perspectiva de grande produção de petróleo, com a exploração das reservas do pré-sal, é inadimissível que o Brasil se torne apenas um exportador de óleo bruto. "Nosso país não pode ser exportador de óleo bruto. Tem que ser exportador de produtos com valor agregado", disse a presidenta.
Dilma reiterou que, diante da crise, o Brasil será capaz de gerar oportunidades internas e voltou a criticar o comportamento de países do centro do capitalismo, que usaram recursos governamentais para salvar bancos arruinados. Para Dilma, a inauguração do terminal e também de refinarias construídas no Nordeste significa um rompimento da ideia - classificada por ela como atrasada - de que a região não pode ter indústria pesada. Além do terminal, a presença de Dilma no Ceará marca o início das obras de uma siderúrgica integrada ao porto.
HRT inicia perfuração de poço na Bacia do Solimões


A HRT deu início, às 7h de ontem à perfuração do seu quarto poço exploratório, na locação 1-HRT-194/01-AM, codificada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como 1-HRT-4-AM. O poço está localizado no Município de Coari, Estado do Amazonas e está sendo perfurado pela sonda TUS-116, da Tuscany, com previsão de atingir a profundidade final em torno de 2.730 metros. A perfuração está sendo realizada na estrutura do recurso contingente chamado Igarapé Maria (IMA), situado a 2,8 km ao sul do Campo Sudoeste de Urucu (SUC), na Bacia Sedimentar do Solimões.

Os objetivos principais desta perfuração são os arenitos eólicos do Membro Inferior da Formação Juruá previstos a aproximadamente 2.420 metros de profundidade e os secundários são os arenitos do Membro Superior da Formação Juruá, previstos a aproximadamente 2.340 metros e os da Sequência Devoniana (Formação Uerê), previstos a partir de 2.515 metros de profundidade. A HRT O&G possui 55% de participação em 21 blocos exploratórios na Bacia Sedimentar do Solimões, ocupando uma área de aproximadamente 48,5 mil km² onde foram mapeados e certificados 52 prospectos e 11 descobertas classificadas como recursos contingentes.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


Petróleo, Gás Natural e Carvão


O preço atual do gás natural corresponde a 56% do preço do óleo combustível, mas essa relação deve passar para 80% (um aumento de 42%), segundo a Empresa de Pesquisa Energética. (dados de 2006). A Petrobras busca uma saída na Bacia de Santos, onde deverá investir US$18 bilhões em dez anos.
O gás natural contribuiu com 9,4% da matriz energética brasileira de 2005, contra 3,3% em 1995. Em 2003, o governo adotou uma política de incentivo ao consumo de gás natural, visando ocupar a capacidade do gasoduto Bolívia-Brasil e escoar o gás da Bacia de Campos. O energético era bastante atrativo por sua eficiência, menores emissões e preços atrativos. Contudo, em 2006 a Bolívia decidiu nacionalizar (isto é, estatizar) o setor de gás, revendo sua política de preços e causando instabilidades no mercado brasileiro.
Segundo a Agência Internacional de Energia, o consumo mundial de petróleo deveria crescer 1,1% em 2006. A produção de gás natural foi de 46,5 milhões metros cúbicos por dia (Mm³/d) em 2004, montante 7,5% superior ao de 2003. As importações da Bolívia somaram 22,2 Mm³/d, montantes 60% superior ao de 2003. Em 2004, o principal uso do gás natural continuou sendo no setor industrial, com 20,7 Mm³/d e crescimento substancial de 13,7%. O crescimento do uso na co-geração de energia elétrica foi também significativo, já representando um terço do uso na geração.
O Brasil atingiu a auto-suficiência na produção de petróleo em 2006. Entre janeiro e setembro desse ano, a Petrobras produziu 1,763 milhão de barris por dia, volume 5% superior ao do ano anterior. A meta de produção era de 1,88 milhão de barris/dia. Contudo, as vendas internas de combustíveis só cresceram 2%. O país exportava 450 mil barris/dia de petróleo.
O carvão mineral em uso no Brasil tem duas origens: o carvão vapor (energético), que é nacional e tem cerca 90% do seu uso na geração elétrica, e o carvão metalúrgico, importado para produzir o coque, especialmente usado na indústria siderúrgica. O carvão nacional é de baixa qualidade com impurezas de óxidos de enxofre que podem atingir até 7%. O carvão mineral manteve em 2004 a participação de 6,7% na matriz energética brasileira, sendo um quarto desse total de origem nacional.
Petrobras mapeia mais 2 bilhões de barris onde já extrai petróleo
Folha, Commodities - Pedro Soares 

Para reduzir custos, a Petrobras realiza varredura em todas as suas áreas de concessão na bacia de Campos onde já extrai petróleo e gás. O objetivo é localizar novas acumulações de petróleo. O trabalho será intensificado com o novo plano de negócios, que prevê perfurar 67 poços em áreas em produção -cada um pode exigir até US$ 100 milhões da estatal, dependendo do reservatório. Até agora, a varredura identificou reservas potenciais de 1,1 bilhão de barris no chamado pós-sal e mais 1,1 bilhão de barris no pré-sal da bacia de Campos.
Se confirmado com novos testes, perfurações e análises, esse potencial de 2,2 bilhões de barris corresponderá a quase 15% das atuais reservas provadas da Petrobras (avalizadas como comercialmente viáveis e certificadas por instituições externas). No pré-sal, foram realizadas três novas descobertas em áreas já concedidas e onde já havia produção de óleo. Nesses poços, a extração de óleo superou os 20 mil barris/dia, volume considerado elevado pela companhia. Diante do desempenho da varredura, a Petrobras planeja fazer o trabalho de "revisitar" antigas descobertas na bacia do Espírito Santo

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A 2ª Fase do Projeto " Turma do Petróleo"


O Colégio Diocesano de Mossoró - RN saiu na frente no estado do RN com a seqüência do Projeto 
" Turma do Petróleo" depois da 1ª fase para os alunos do 2º e 3º ano do ensino médio realizamos hoje a 2ª fase para os alunos do 3º ano do ensino médio em ritmo de ENEM,falamos das  oportunidades profissionais ligadas ao setor,ajudando assim muitos alunos a escolherem qual o melhor caminho após o termino do ensino médio ,graças ao apoio do prof.Leonardo - Coordenador Pedagógico do Ensino Médio sendo um dos grande colaboradores do Projeto,que desde do inicio abriu as portas e divulgou junto a impressa falada e escrita da cidade a divulgação do evento.
Faça como o Colégio Diocesano,participe do Projeto e leve o conhecimento sobre o petróleo aos seus alunos.  
 Prof.Leonardo
 Alunos e alunas do 3º do Ensino Médio










 Com uma turma participativa

 Minha fotografa especial,minha sobrinha Juliana Pedrosa
 A equipe da TCM - Mossoró dando cobertura ao evento
 Falando sobre o Projeto


Agradeço a TCM pelo apoio

Indústrias naval e náutica do Rio vão abrir 13.500 vagas


Novos projetos nos estaleiros fluminenses terão oportunidades em diferentes funções
POR AURÉLIO GIMENEZ
Rio - Das 15 mil oportunidades que serão criadas na Indústria Naval em todo o País até 2014, 6 mil postos vão surgir em estaleiros do Rio de Janeiro. Com mais 7.500 empregos previstos no segmento náutico no estado, o número total de chances no setor de construção de navios e de plataformas chega a 13.500 vagas.

Estimativas são do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) e da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro. “A Indústria Naval do Rio continua forte. Faz parte da vocação do estado, e novos contratos deverão ser fechados em breve”, diz a subsecretária estadual de Energia, Renata Cavalcanti.

Com a recuperação da Indústria Naval no início dos anos 2000, já foram gerados mais de 20 mil empregos no estado. Investimentos atuais incluem novos estaleiros, com destaque para o da companhia OSX, em Porto do Açu, e o de submarinos, em Itaguaí.

Estão previstos ainda novos contratos para construção de navios petroleiros, embarcações de apoio marítimo e plataformas. Esses projetos vão ampliar vagas em estaleiros como Eisa, Mauá, Brasfels, Aliança e Rio Nave. 

Há oportunidades para engenheiros (navais, mecânicos, elétricos, de produção e desegurança), projetistas, caldeireiros, soldadores, pintores. No setor náutico, as chances são para laminador de fibra, carpinteiro, marceneiro, mecânico, pintor, eletricista e engenheiro naval. “No setor náutico, há ainda mão de obra artesanal, gerando mais empregos”, destaca Renata Cavalcanti.

FORMAÇÃO TÉCNICA IMEDIATA 

SENAI-RJ
Tem diferentes cursos de capacitação e especialização, como ajustador mecânico, soldador e pintor industrial, em unidades de todo o Estado do Rio. Mais informações pelo telefone: 0800-023-1231.

FAETEC
Cursos técnicos em construção naval e máquinas navais e básico em caldeiraria, entre outros. Também tem unidades no Rio, Grande Rio e interior. Informações: (21) 2332-4085.

PETROCENTER
Cursos de logística, treinamento em segurança, operador de produção de petróleo, QSMS (qualidade, segurança, meio ambiente e saúde), entre outras áreas. No Rio e em Macaé. Informações: 
(21) 2518-2537 e 2516-0823 ou www.petrocenter.com.br .


IWC
Cursos para inspetores de dutos terrestres e de soldagem N1, entre outros. Informações: (21) 2270-0919 ou www.iwccursos.com.br.

Pré-sal deu fôlego às contratações

Gerente-geral da Petro Crew, empresa de recrutamento e seleção para as indústrias Offshore e Naval, Dafne Trindade diz que o momento é ideal para se especializar: “As contratações continuarão em alta, muito por conta do pré-sal. O importante é estar capacitado”.

Segundo ela, há carência em todas as funções da Indústria Naval. Dafne explica que o profissional também deve estar preparado para trabalhar fora do Município do Rio, em cidades como Macaé, Campos ou Angra dos Reis.

Aos 20 anos, Rodrigo Barbosa pesquisou o mercado e decidiu se especializar para conseguir emprego no setor. Antes de fazer faculdade, investiu em curso técnico de capacitação em Petróleo e Gás.

Hoje, trabalha com produção e montagem em um estaleiro e estuda Engenharia de Produção em faculdade particular. “Graças ao meu salário, posso pagar meus estudos. Mas só consegui emprego depois de fazer um curso técnico. Quando se é jovem e sem experiência, é difícil ser contratado”, observa.

Diretor de Operações da Sampling Planejamento, Fernando Quintella afirma que existe carência na formação de mão de obra qualificada em segmentos como Geologia, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho, nos setores Naval, Offshore e de Construção Civil. “Soldador, mecânico, técnico de instrumentação, geólogo e biólogo são profissões visadas e concorridas”, analisa.

Cuidados com o meio ambiente


Nas fases de perfuração e produção, os cuidados maiores são com o lançamento de efluentes e resíduos sólidos, além da prevenção e do controle de acidentes nos poços. No transporte de petróleo e derivados, a preocupação deve ser dirigida para a adoção de medidas preventivas e de controle, para evitar derrames de óleo.
Já nas refinarias, os cuidados são para a implantação de sistemas de tratamento para todos os efluentes potencialmente poluidores: chaminés, filtros e outros dispositivos e instalações que evitam a emissão de gases, vapores e poeiras tóxicas para a atmosfera. Os despejos líquidos devem ser tratados por processos físico-químicos e biológicos antes de serem lançados nos rios ou no mar.
Os resíduos sólidos devem ser reciclados para utilização própria ou venda a terceiros. Os não reciclados devem ser tratados em unidades de recuperação de óleo e de biodegradação natural, onde microorganismos do solo degradam os resíduos sólidos. Outros resíduos sólidos são enclausurados em aterros industriais constantemente controlados e monitorados.


Inglês é essencial na vida Offshore.


Certa vez, ouvi a entrevista de um especialista em educação que, ao ser questionado sobre quais seriam as principais qualificações de um profissional bem sucedido no futuro, respondeu que seriam três: dominar profundamente o pacote Office, ou equivalente, dominar profundamente as operações matemáticas básicas e falar com fluência dois idiomas: espanhol e alemão ou mandarim e espanhol. O entrevistado (estranhamente) deixou de lado o inglês e, ao ser questionado, retrucou algo como “não mencionei o inglês, assim como não mencionei o português.” Ou seja, assumiu que o domínio do inglês passa a ser tão essencial quanto o próprio domínio da língua mãe.

Ao analisarmos o contexto da indústria do petróleo, podemos afirmar que essa previsão está completamente correta e não se trata mais de uma questão relacionada ao futuro e, sim, ao presente. Há muitos anos, o idioma das plataformas é o inglês, mas isso não implica, necessariamente, que os funcionários das plataformas dominem essa língua. Aliás, estamos longe disso. O número de pessoas que podem ser avaliadas como fluentes e, isso acontece em todas as áreas, ainda é ínfimo, no entanto, no dia a dia das plataformas, o que prevalece é o jeitinho brasileiro. Ou seja, a comunicação acontece de um jeito ou de outro entre brasileiros e estrangeiros de modo geral, mas é óbvio que se perde muito com essa deficiência do brasileiro. Desde o nível mais baixo nas plataformas, o roustabout, o popular “rastabalde” (como é conhecido entre os brasileiros o funcionário menos qualificado em uma plataforma) até o próprio gerente de sonda, todos, sem exceção, devem se comunicar em inglês. Hoje, as empresas tentam minimizar essa carência, propiciando aulas de inglês durante o período em que o funcionário está embarcado. Mas não é a mesma coisa. Após encararem turnos de 12 horas de trabalho duro, é difícil que as pessoas se dediquem ao estudo.

Hoje, o Flash! Idiomas procura desenvolver cursos sob medida para as pessoas que pretendem trabalhar com Óleo e Gás, quer seja embarcado (offshore), quanto em terra (onshore). Além disso, um dos módulos do nosso Curso de Formação de Tradutores (CFT) é justamente o de Óleo e Gás, em que as aulas são dadas por um funcionário da Petrobras. Nelas, os alunos são expostos a um jargão extremamente especializado, por meio de filmes e farto material impresso. Tenho mais de 30 anos de experiência no ensino de inglês e hoje posso afirmar sem medo que o problema no aprendizado de qualquer língua estrangeira é a prioridade que o aluno dá às aulas. Tudo vem na frente, reuniões, trabalho e por aí vai. Enquanto o aluno, principalmente o adulto, não se conscientizar que é preciso priorizar o estudo do inglês para que aquele curso em que ele está estudando seja definitivo, não irá aprender. Dessa forma, o curso do momento será apenas mais um curso que não deu certo para ele.
Santos quer para outubro parque tecnológico
Brasil Econômico, Dubes Sônego 

O parque tecnológico de Santos, estratégico para a exploração do pré-sal no litoral paulista, já tem foco de atuação definido e data para sair do papel. De acordo com coordenadores do diagnóstico de potencialidades das universidades e empresas locais, os recursos que entrarem na rede integrada de pesquisa que funcionará na cidade serão destinados a estudos nas áreas de porto, retroporto e logística; petróleo, gás natural e energias renováveis; desenvolvimento urbano; tecnologia da informação e comunicações.
A formalização e o início da operação do parque estão previstos pela prefeitura de Santos para outubro, no máximo. Lideranças empresariais da Baixada Santista foram acionadas para contribuir com informações sobre as demandas de tecnologia e inovação específicas de seus setores. Petrobras e Usiminas participam na iniciativa desde o início.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Primeira entrevista em inglês



 
Esse artigo foi escrito pelo Leonardo Dias, tecnólogo de Petróleo & Gás.
Terceira fase do processo de seleção. Empresa multinacional da indústria de petróleo e gás. Sempre ouvimos que as entrevistas em inglês estão acontecendo com mais frequência no mundo petrolífero, mas será que estamos realmente preparados? Tive a minha primeira experiência semana passada e será sobre ela que irei compartilhar com os senhores hoje. Sei que muitas pessoas possuem dúvidas sobre como acontece esse tipo de entrevista, então tentarei ajudar no que for possível.

Meu primeiro contato foi meio surreal. Cheguei à empresa para participar da entrevista e uma menina da recepção pediu para eu aguardar um pouco. Iria começar em breve. Resolvi perguntar onde eu poderia beber um pouco de água – o calor no Rio de Janeiro não está para brincadeira! O rapaz que também trabalha lá me disse para ir à fábrica que lá tinha um filtro. E lá fui eu atrás da minha água gelada. Chegando ao filtro, percebi que já havia um rapaz lá. Dei aquele amistoso bom dia e recebi um hi, good morning de volta. Tomei um susto rs. É isso aí pessoal. Realidade da indústria petrolífera. Nesse momento me apresentei ao funcionário, ele me disse que era alemão e conversamos durante uns 5 minutos.

Fui para a entrevista. Começou em português, normal. Aquelas perguntas formais de sempre e, de repente, a entrevistadora falou ta ok. Vamos falar um pouquinho em inglês. Aquilo bastou pra mim. O coração parou de bater, deu aquele frio na barriga e a mão começou a ficar gelada. Pensei, é agora.

Eu consigo conversar tranquilamente em inglês. Não sou fluente, mas levo numa boa. Só que naquele momento ficou complicado. Por mais que você não queira pensar, no fundo você sabe que aquela não é uma mera conversa. Você está concorrendo a uma vaga. O seu desempenho naquele momento conta muito. E quando você trava? Esquece alguma palavra? E se eu disser aos senhores que isso pode acontecer com muita frequência? rs

Desespero? Que nada... Fui bastante sincero. Disse que estava um pouco nervoso porque aquela era minha primeira entrevista em inglês, as palavras estavam fugindo... Por que não contaria? Notei que a entrevistadora gostou da minha atitude, comentou que isso era normal e que havia acontecido a mesma coisa com ela. Ela pediu para eu não me preocupar, disse que eu estava indo muito bem. Isso também é importante ressaltar, a entrevistadora foi ótima comigo. Muito simpática e compreensiva, me ajudou a relaxar nos momentos mais tensos. No final da entrevista comentei com ela sobre a história do alemão – fiz de propósito é claro, queria demonstrar que eu era capaz de manter um diálogo com um estrangeiro. Ela riu. Gostou da história. Disse que era normal ter estrangeiros ali na empresa. Quando estávamos saindo da sala, lá estava o alemão de novo! Foi muito automático, quando eu percebi já estava dizendo foi aquele lá! Pronto. Aquele foi o meu atestado de veracidade da história.

Sobre a entrevista em inglês as perguntas foram basicamente sobre o trabalho voluntário que eu participei, sobre o que eu tinha achado do curso de tecnólogo – quais tinham sido as matérias que eu mais me identifiquei, sobre a família, se eu tinha namorada, se era casado, se tinha filhos (as quatro últimas porque, caso eu seja contratado, terá um treinamento de seis meses na Holanda) e por fim ela começou a me explicar do que se tratava a vaga, falou sobre a missão da empresa, sobre o perfil de empresa européia, a idéia de estabilidade no emprego, investimento no funcionário... Enfim, ela queria notar se eu estava acompanhando o diálogo.

Acredito que tenha sido isso aí senhores. Agora estou no aguardo para saber se fui selecionado ou não para o quarto processo da seleção.

Primeira dica: termos técnicos. Super importante. Leiam matérias sobre a área em inglês, entrem nos sites das empresas, tentem criar alternativas. Familiarizem-se com as palavras. Eu, por exemplo, como estava muito tempo sem fazer isso, acabei esquecendo algumas por perder a prática, travei no momento da entrevista e pretendo nunca mais cometer este erro. (Já conversei com o Rhamany a respeito disso e é provável que tenhamos novidades em breve para solucionar o problema, aguardem!)

Segunda dica: cuidado com o que os senhores escrevem por aí... Conversei muito com a entrevistadora sobre o Eco Oil. Ela me disse que viu o endereço do blog no meu currículo e que decidiu visitar. Com certeza ela entrou no twitter também. Sempre que as pessoas me pedem ajuda, eu falo sobre isso. Cuidado com o que você vai escrever, internet não é brincadeira.

Caso queiram perguntar sobre alguma coisa fiquem à vontade. Estou à disposição. Como eu disse antes, ajudarei no que for possível. Agradeço ao Rhamany pelo espaço e espero encontrá-los noEco Oil em breve.

Um grande abraço a todos!

Saiba mais sobre o CBSP (Curso Básico de Seguranças na Plataforma



 


Tenho certeza que grande parte das pessoas que visitam o blog têm o desejo de um dia trabalhar ou pelo menos conhecer uma plataforma de exploração de petróleo, o que muitos não sabem é que para qualquer um que pensa em passar mais do que 24 horas em uma plataforma, é necessário que antes tenha passado por um curso básico de segurança, o chamado CBSP, popularmente conhecido como Salvatagem.

Esse curso é altamente recomendado aos profissionais de cursos profissionalizantes e cursos técnicos,  pois muitas das empresas já pedem no anúncio da vaga que o profissional já tenha realizado o curso. No entanto, a procura é cada vez maior de estudantes de engenharia de petróleo, visto que a realização do curso é considerado um diferencial no momento da contratação para determinadas empresas.

Para quem quiser saber quanto custa um curso de CBSP, a acessora comercial do Instituto Zorovich, Luciana Passos, informa que varia entre R$900,00 e R$1.600,00 reais, mas avisa que muitas instituições não têm a autorização da Marinha para a realização desse curso, então para não serem pegos desavisados, procurem saber se a instituição está habilitada e se há condições para ministrar o curso, não adianta pesquisar só onde o preço é mais em conta, porque, no final, o barato acaba saindo caro.

Nesse curso os estudantes aprendem  técnicas elementares de primeiro socorros, prevenção e combate a incêndio, técnicas de sobrevivência, procedimentos de emergência, segurança e responsabilidade pessoal. Não é necessário nenhum conhecimento prévio para a realização do curso, afirma  Luciana, basta estar em boas condições físicas e ter concluído o ensino fundamental e ainda há uma boa notícias para as pessoas que não sabem nadar, não há motivos para preocupação pois o curso conta com bombeiros, salva-vidas e instrutores em todas as etapas.

Na parte prática do curso, os alunos deverão ser capazes de realizar as seguintes etapas:
  • Saltar de uma plataforma de 3m.
  • Nadar por 15 minutos.
  • Permanecer na água por 10 minutos.
  • Embarcar e desembarcar da balsa baleeira.
  • Praticar combate a incêndio, real, de pequenas proporções.

Instituto Zorovich está presente em Santos, Salvador, Florianópolis, Recife e em breve estarão no Rio de Janeiro também. Além do Instituto Zorovich,  Falck Nutec e a Sampling são algumas instituições onde vocês podem realizar o curso de CBSP.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Brasil é o que mais avançou em petróleo
Folha, Commodities - Cirilo Junior 

O Brasil teve o maior avanço na produção de petróleo nos últimos dez anos, levando em conta os 20 maiores produtores do mundo no início da década passada. Entre 2001 e 2010, o país apresentou um salto de 60% na produção. Esse aumento fez com que a extração passasse de 1,337 milhão de barris/dia para 2,137 milhões. Com isso, o Brasil passou do 18º para o 13º lugar no ranking dos países produtores de petróleo, atualmente liderado pela Rússia. Os dados relativos à produção brasileira são da ANP (Agência Nacional do Petróleo).
As informações de outros países constam do relatório "Statistical Review of World Energy 2011", da empresa britânica BP. Dos 20 principais do ranking, 18 tinham produção acima de 1 milhão de barris por dia em 2001. O crescimento brasileiro foi mais significativo do que o de países que também ampliaram bastante suas reservas nesse período, como Canadá e Irã. As reservas canadenses, por exemplo, tiveram expansão de 80% no período. No mesmo período, a produção subiu 24,62%. Já as reservas brasileiras cresceram 67%. No ranking relativo à variação de reservas, o Brasil também se destaca, mas ainda fica atrás de países como Venezuela (171,8% de crescimento) e Angola (107%).
Produção de petróleo sobe em junho, impulsionada pelo pré-sal
NN - Redação 

O poço 9BRSA716RJS, do campo de Lula, foi, pela segunda vez consecutiva, considerado o de maior produção de petróleo no país, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), divulgados ontem. Com produção de 28,5 Mbbl/d, o poço produziu mais do que Carmópolis, campo terrestre com maior produção de petróleo e que produziu por meio de 1062 poços. A reboque, a produção do pré-sal aumentou 1,3% em junho de 2011 em comparação ao mês anterior. Foram produzidos 129,6 mil barris por dia de petróleo e 3,9 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, totalizando 154,2 mil boe/dia.
De acordo com o Boletim da Produção de Petróleo e Gás Natural  referente a junho de 2011, houve aumento de aproximadamente 3,2% na produção de petróleo no Brasil na comparação com maio e de 4,2% em relação a junho de 2010. A produção de gás natural aumentou em torno de 6,9% se comparada ao mesmo mês em 2010 e 0,9% frente a maio de 2011. A produção de petróleo no Brasil, em junho de 2011, foi de aproximadamente 2,137 milhões de barris/dia e a de gás natural, de 67,3 milhões de metros cúbicos/dia, totalizando em torno de 2,560 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/dia), o que ultrapassa os 2,491 milhões de boe/dia registrados em maio.

Novidades

Boa tarde a todos!


Desculpe a ausência por motivos técnicos ficamos uns dias sem postagens,mais vamos as novidades.
- Muitas escolas de vários estados estão agendando as palestras da "Turma do Petróleo" para esse semestre e para o ano que vem,prova que o trabalho realizado esta gerando frutos isso nós deixa bastante felizes,nosso maior objetivo é que vocês consigam ingressar no mercado de trabalho naquela profissão que mais gostam e quem sabe suprir a falta de mão de obra qualificada no segmento de Petróleo e Gás.
-  Escolas como a Rede News Center com escolas em Fortaleza;Mossoró;Paus dos Ferros;Cajazeiras estão participando do projeto e estão com promoções para os Cursos de Petróleo e Gás,procure uma perto de você e informe-se.
- Em breve a West Consulting vai lançar cursos especiais para todo Brasil fique atento informaremos em breve.
- Se você que é visitante ou leitor assíduo do blog e quer as nossas palestras na sua cidade,fale com a gente que orientamos vocês como solicitar as palestras.


Abraço e Sucesso


Prof.Valdson

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Utilidades 

Petróleo - Noções sobre Exploração, Perfuração, Produção e Microbiologia
Este livro tem a intenção de informar, para as pessoas que tenham interesse pelas atividades de petróleo, como se desenvolve a sua produção. Assim, são dadas noções sobre a Geologia, que localiza onde podem estar as jazidas de óleo/gás; como são feitas as perfurações para verificar a existência destes fluidos e, depois de sua descoberta, como pode ser produzido o petróleo.
Pré-sal responderá por 18% da produção de petróleo em 2015
NN - Matheus Franco 

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, destacou ontem, durante a apresentação do Plano de Negócios 2010 – 2015, que a participação do Pré-sal na produção de petróleo da estatal no país passará dos atuais 2% em 2011 para 18% em 2015 e para 40,5% em 2020. A essa altura, essa nova fronteira exploratória já estará gerando 1,148 milhão de barris de óleo diários. Ao final do período contemplado pelo plano, a produção de óleo diária da Petrobras estará em 3,070 milhões de barris, frente aos 2,1 milhões de meta para o fim de 2011.
Entre este ano e 2015, serão mais dez projetos no Pós-sal, oito projetos no Pré-sal e mais um na cessão onerosa, que responderá por 13 mil barris de óleo diários em 2015 e 845 mil bpd em 2020. Em barris de óleo equivalentes (boe), a Petrobras produzirá 3,993 milhões boe daqui a quatro anos e saltará esse número para 6,418 boe em 2020. “Vamos ser, entre as empresas que vão produzir novo petróleo, a maior de todas. E o Brasil vai ser a maior contribuição fora da Opep para o petróleo novo que será adicionado com as novas descobertas”, disse Gabrielli.
Pós-sal é prioridade
O Fluminense, Nacional/Mundo 

Dos US$ 224,7 bilhões que a Petrobras investirá nos próximos cinco anos, US$ 53,4 bilhões serão destinados ao pré-sal da Bacia de Santos, segundo o Plano de Negócios 2011-2015, aprovado pelo Conselho de Administração da estatal. O volume supera os US$ 33 bilhões previstos no plano anterior, do quinquênio 2010-2014, mas ainda é inferior aos US$ 64,3 bilhões que a estatal destinará no período à região do pós-sal, principalmente à Bacia de Campos, a maior bacia petrolífera do País e que responde por mais de 80% de toda a produção nacional, da ordem de 2 milhões de barris por dia.
O novo plano de negócios da estatal, detalhado pelo presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, prevê que os investimentos na área de exploração e produção totalizarão, nos próximos cinco anos, US$ 117,7 bilhões, dos quais 65% serão destinados ao desenvolvimento da produção, 18% à área de exploração e 17% ao setor de infraestrutura. O volume significará investimento anual superior a US$ 4 bilhões somente em exploração, enquanto US$ 12,4 bilhões serão destinados às áreas da cessão onerosa, usada pelo governo para capitalizar a estatal.

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