TURMA DO PETRÓLEO

TURMA DO PETRÓLEO

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Descoberta de reserva gigante 

cria corrida do gás em 

Minas Gerais

Foto: Yan BoechatAmpliar
A barragem da hidrelétrica de Três Marias isolou a cidade de
 Morada Nova de Minas da BR-040, a principal artéria econômica 
da região central de Minas Gerais
Morada Nova de Minas é uma daquelas cidades que
 parecem viver um eterno domingo. Nas ruas, sempre 
poucas pessoas e carros preguiçosos param a cada 
esquina, como que em respeito a sinais de trânsito
 imaginários. Nas praças, raros são os momentos nos 
quais há crianças barulhentas o suficiente para 
quebrar o silêncio, a trilha sonora dessa cidade a
 280 km ao Norte de Belo Horizonte. Há quase 60 anos 
isolada da artéria econômica da região central de
 Minas Gerais – a rodovia BR-040 - pela construção
 da barragem da hidrelétrica de Três Marias, à primeira 
vista, Morada Nova parece ser uma cidade fadada a ser
 assim, meio triste, meio decadente e sem grandes 
perspectivas.
Foto: Yan BoechatAmpliar
Na praça principal de Morada Nova, o silêncio e o vazio fazem as honras numa segunda-feira
Mas calmaria
 típica de uma 
manhã de 
segunda-feira
 esconde o 
rápido curso
 de uma revolução 
com 
potencial para 
mudar
 para sempre não só o 
destino da pacata 
Morada Nova, como também 
o de dezenas de municípios
 mineiros e do próprio estado em si. Foi ali, a poucos quilômetros 
da igreja 
que homenageia Nossa Senhora de Loreto, a padroeira local, 
que em
 agosto deste ano fez-se a primeira descoberta concreta e 
volumosa de 
gás natural em Minas Gerais.
Apenas em um poço, a Orteng, uma empresa privada que vem
 procurando 
gás na região há mais de dois anos em parceria com o governo 
mineiro, 
diz ter encontrado algo entre 175 bilhões e 195 bilhões de metros 
cúbicos 
de gás natural, o que permitiria uma extração diária de cerca de 6
 milhões 
de metros cúbicos pelos próximos 25 anos. Na prática isso significa 
que, 
se as previsões da companhia estiverem certas, apenas de um poço
 será 
possível extrair 20% do que o Brasil importa da Bolívia todos os dias 
para
 abastecer indústrias, usinas térmicas de energia, lares e carros país 
afora.

Crescimento constante

Em dez anos as reservas provadas de gás quase dobraram 
no Brasil 
(em bilhões de metros cúbicos)
ANP

“Com as informações que levantamos até o momento, 
temos
 indicativos muito bons de que de fato esse volume 
estará 
disponível para exploração, mas ainda precisamos de 
mais 
pesquisas para podermos usar a palavra certeza”, diz 
Frederico Macedo,
 gerente de Óleo e Gás da Orteng. “Mas não há dúvida 
de que temos 
hidrocarbonetos lá”. Hoje o Brasil tem um volume de 
reservas provadas
 de 417 bilhões de metros cúbicos de gás natural e as 
descobertas 
da Orteng ainda precisam de mais dados para entrar
 nessa conta.
Gás que vaza da terra
Mas se forem confirmadas essas estimativas, é um 
volume de gás 
espantoso para apenas uma perfuração, representando 
quase 50% 
de todo o gás que já foi descoberto no Brasil. 
Pesquisas indicam 
que pode haver concentrações de gás em uma área 
que se estende 
desde o centro do Estado até quase a divisa de
 Minas Gerais com 
a Bahia e com Goiás. Tecnicamente, trata-se da Bacia
 do São Francisco,
 uma região em que desde antes das caminhadas de 
Guimarães Rosa
 por seus sertões e veredas se aventa possibilidade 
de haver gás.
Foto: Yan BoechatAmpliar
Às margens do rio São Francisco, fenômenos relacionados ao gás
 são comuns e antigos
O próprio Guimarães em Grande Sertão Veredas já fazia
 menção 
dos indícios de que aquela região de Minas havia o que 
hoje os
 especialistas chamam de hidrocarbonetos.
 “Em um lugar, na 
encosta, brota do chão um vapor de enxofre, com estúrdio
 barulhão,
 o gado foge de lá, por pavor”, escreveu o autor ainda 
nas primeiras
 páginas de seu livro mais famoso. Nas pequenas 
cidades por onde 
Guimarães passou, até hoje os sertanejos tem causos
 e lendas a contar 
envolvendo o gás. Como Marcolino Ferreira, gari da 
cidade de
 Buritizeiro, que garante ter visto seu pai cozinhar 
peixe na beira
 do rio com o gás que brota da terra. “Lá na localidade 
de Remanso 
do Fogo é assim, o gás vaza do chão”, conta ele.
Vídeo mostra como o gás brota da terra em Buritizeiro

Por conta disso e de indícios menos empíricos, a
 Agência Nacional de Petróleo já licitou – e encontrou
 compradores -
 quase 40 blocos de exploração em uma área de
 750 mil metros 
quadrados, algo como 25% do Estado de 
Minas Gerais. Nesse 
momento sete empresas brasileiras e estrangeiras,
 entre elas as
 gigantes Petrobrás, Shell e Vale, estão perfurando 
ou se preparando
 para perfurar poços de exploração em meia dúzia de 
municípios mineiros.
Foto: Yan BoechatAmpliar
Perfurações em busca de gás já estão ocorrendo em ao menos três municípios do sertão de Minas Gerais
Além de Morada 
Nova de Minas,
 já foram encontrados 
indicativos de concentrações
 volumosas de gás em outras
 duas cidades do Norte do Estado – 
Brazilândia de Minas e 
Corinto. A expectativa do
 governo de Minas Gerais
 é de que os investimentos
 apenas em prospecção 
passem dos R$ 1,2 bilhão nos
 próximos anos.
Até agora, no entanto, 
com exceção de Morada,
 ainda não se sabe exatamente 
o volume e se há viabilidade
 econômica para a extração 
nesses municípios. “É cedo ainda para cravar se teremos 
um volume que 
seja suficiente para impactar a matriz energética do Brasil,
 como há quem 
diga por ai”, diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro
 de 
Infraestrutura (CBIE). “Mas não há como negar que estamos
 diante de 
perspectivas muito, muito animadoras”.
Enquanto especialistas, como Pires, e empresas, como 
a Petrobrás,
 que encontrou gás em Brazilândia mas ainda não definiu 
se há de fato 
viabilidade econômica para explorá-lo, primam pela cautela, 
nas cidades 
que formam a Bacia do São Francisco o clima é de euforia.
 “É a nossa redenção,
 graças a deus encontramos esse gás”, diz Nilton Ferreira,
 prefeito de Corinto,
 já se adiantando às pesquisas que confirmarão ou
 não a viabilidade 
econômica das descobertas iniciais que a Petra, a 
empresa que está 
explorando a região, já fez.
Redenção para a decadência
Corinto, como quase todas as cidades da região, 
vive tempos de
 decadência econômica e poucos empregos.
 “Desde que a Rede 
Ferroviária Federal foi privatizada e um centro 
de manutenção que 
tínhamos aqui foi desativado, nada mais surgiu”,
 diz Ferreira, que,
 entre uma informação e outra, faz questão de 
lembrar a todo o
 tempo que a ex-prefeita da cidade e sua inimiga 
política usou de 
forma, segundo ele, desleal, seus dotes físicos
 na campanha. 
“Ela é jovem, usava saias curtas, pernas a mostra 
na periferia, essas coisas”, conta ele, quase
 cochichando em seu gabinete.
Foto: Yan BoechatAmpliar
Nilton Ferreira, prefeito de Corinto, diz que o gás será a redenção do município
Assim como em 
Morada Nova de Minas,
 em Corinto é a 
prefeitura
 quem provê a 
maior parte
 dos empregos 
da cidade 
e depende 
diretamente 
dos repasses federais e 
municipais para se sustentar. 
É lá também que se concentram
 as maiores expectativas de
 que uma nova descoberta de vulto possa surgir 
em breve. A Petra, uma 
empresa brasileira que já investiu mais de
 R$ 200 milhões na Bacia do 
São Francisco e detém 24 blocos para
 exploração ali, anunciou em
 julho à ANP que encontrou gás no poço que 
está perfurando em 
Corinto. A sonda utilizada pela companhia já
 atingiu a profundidade de 
1,5 mil metros, mas a Petra diz que ainda precisa 
fazer pesquisas mais 
aprofundadas para determinar qual a 
quantidade
 de gás existente ali. 
“Mas não há dúvida que há gás, 
e em grande
 pressão”,
 diz Ana Bizzotto,
 gerente de comunicação da companhia.
Um sheik no sertão
Na cidade, é claro, não se fala em outra coisa.
 E antes mesmo
 de começar a extrair o gás, Corinto já
 ganhou até um sheik. 
Trata-se do Sheik Dalmásio, um
 comerciante de 75 anos, 
dono do único bar da acanhada rodoviária 
de Corinto, em 
cuja as terras a Petra está perfurando seu 
primeiro poço na
 região. Atrás do balcão de madeira em que 
comanda seu bar 
há 35 anos, Pedro Dalmásio, o Sheik de 
Corinto, é só sorrisos.
 “Agora não deixam eu jogar na megasena, 
dizem que já fui 
sorteado”, conta, rindo do chiste que andam
 fazendo com ele 
pelas ruas da cidade.
Conta-se por lá que a Petra paga a
 Dalmásio cerca de 
R$ 10 mil para que utilize suas terras, 
uma fazendola árida
 na área rural de Corinto, onde o comerciante
 cria algumas 
dezenas de vacas. Tanto ele quanto a empresa
 negam os 
valores e, com o sucesso súbito, Sheik agora anda
 com um
 discurso mais sóbrio. “Eu não ganhei nada, eu
 quero é que
 Corinto ganhe”, diz ele. Indagado se tanto 
desprendimento 
o faria vender o pedaço de terra, Sheik
 abandona a mineirice 
e é incisivo: “mas por nada nesse mundo, moço”.

Foto: Yan BoechatAmpliar
Por ter um poço sendo perfurado em sua fazendola, 
Pedro Dalmásio virou o Sheik de Corinto
Chega ao Brasil primeiro navio da cessão onerosa
NN - Redação 

Chegou ontem (29/11) ao Rio de Janeiro o navio comprado pela Petrobras para a conversão do casco da plataforma FPSO P-74 (embarcação que produz, armazena e transfere petróleo na sigla em inglês). Será a primeira destinada aos campos da cessão onerosa, no Pré-Sal da Bacia de Santos. O FPSO será instalado na área de Franco e deverá ter capacidade para processar 150 mil barris de petróleo por dia.
O navio, um petroleiro do tipo VLCC (Very Large Crude Carrier), partiu da Indonésia no dia 24 de outubro. Sem escalas e por propulsão própria, passou pelo sul da África e cruzou o Oceano Atlântico até a cidade do Rio de Janeiro. A embarcação, já renomeada de “Petrobras 74”, ficará atracada no porto do Rio, onde serão realizadas avaliações prévias. A previsão de início da obra de conversão do casco é junho de 2012.
Petrobras encontra óleo de boa qualidade no pré-sal da Bacia de Santos
NN - Redação 

A Petrobras comunicou ontem ao mercado uma nova descoberta de petróleo de boa qualidade - 25° API - durante perfuração do poço 4-BRSA-946C-SPS, informalmente denominado Biguá. O poço está localizado no bloco BM-S-8, em águas ultraprofundas do Pré-Sal da Bacia de Santos, a 270 km de distância da costa do Estado de São Paulo, na área do Plano de Avaliação da Descoberta de Bem-Te-Vi.
A estatal é operadora do consórcio (66%) em parceria com a Shell (20%) e Petrogal Brasil (14%). A participação da Shell foi adquirida pelas companhias Barra Energia do Brasil Petróleo e Gás Ltda (10%) e Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A. (10%), mas a negociação ainda está sujeita à aprovação final pela ANP. “A presença de hidrocarbonetos reforça a existência de um sistema petrolífero atuante no pré-sal da área e a continuidade das atividades exploratórias ratifica a confiança do consórcio no potencial do Bloco BM-S-8” declara o CEO da Queiroz Galvão, José Augusto Fernandes.
Ibama pode multar novamente a Chevron
Valor, Brasil - Daniela Martins 

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) decidirá amanhã se vai aplicar uma nova multa para a petroleira Chevron, responsável pelo vazamento de petróleo no Campo de Frade, localizado na Bacia de Campos (RJ). O presidente do Ibama, Curt Trennepohl, disse que a empresa pode ser multada em R$ 10 milhões caso seja comprovado que o plano de contingência não foi seguido. Trennepohl apontou que a Chevron também pode receber multa de R$ 50 milhões por dano ambiental. Ele particiou de audiência na Comissão de Meio Ambiente do Senado.
O assessor da diretoria da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Silvio Jablonski, afirmou, na audiência, que a agência não cogitou revogar a licença de exploração da petroleira Chevron após o derramamento de óleo. Ele ressaltou que essa medida configuraria quebra de contrato e que daria início a um processo de exclusão da empresa do cenário brasileiro.
Petrobras é multada por omitir produção
Folha, Mercado - Cirilo Junior 

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) multou a Petrobras em R$ 84,5 milhões pelo repasse incorreto de informações da plataforma P-50, situada no campo de Albacora Leste, na bacia de Campos. Segundo o processo aberto pela agência, a estatal usou "fatores não aprovados" para fazer a medição da produção. Com isso, parte da quantidade de óleo extraído do campo, em operação desde 2006, não foi informada. Estima-se que, no período de 14 meses, a Petrobras tenha deixado de informar a produção de 1,3 milhão de barris.
Sem o registro dessa produção, um montante de royalties e demais tributos, não informado pela ANP, deixou de ser pago. Foram aplicadas duas multas pelo mesmo procedimento, considerado ilegal pela agência. A primeira, de R$ 83 milhões, compreende o período de fevereiro de 2008 a fevereiro de 2009. A Petrobras recorreu dessa decisão, e o processo deverá ser levado a nova apreciação da diretoria da ANP nas próximas semanas.A outra multa, de R$ 1,5 milhão, referente a agosto de 2009, foi paga pela petroleira, com desconto de 30%.
Projeto Varredura vai perfurar 67 poços nos próximos anos
NN - Rodrigo Leitão 

Fruto do  projeto Varredura, que tem como objetivo descobrir petróleo em campos maduros nas Bacias de Campos e do Espírito Santo, a Petrobras, por meio de nota, disse que a companhia já está produzindo 122 mil barris de petróleo por dia nas áreas do programa. Segundo a estatal, ao todo, o Projeto já atingiu descobertas de 2,2 bilhões de volumes recuperáveis no pós-sal (Marimbá, Marlim Sul e Pampo) e no Pré-Sal (Barracuda, Caratinga, Marlim, Marlim Leste, Albacoara e Albacoara Leste).
Para os próximos anos há previsão de perfurar 67 poços exploratórios. Na última sexta-feira (26), a estatal comprovou a presença de petróleo no poço 4-VD-18-RJS (4-BRSA-994-RJS), localizado na Bacia de Campos, na área conhecida como Complexo de Marlim. O poço está situado entre os campos de produção de Voador e Marlim, a uma profundidade de 523 metros.
Agência de petróleo depende de carona em helicópteros
Estadão, Vida - Sergio Torres 

Encarregada de coordenar a fiscalização da produção e exploração petrolífera no Brasil, no mar e em terra, a Coordenadoria de Segurança Operacional da Agência Nacional do Petróleo (ANP) precisa pedir carona nos helicópteros das petroleiras para visitar as plataformas. Também falta pessoal. São 13 funcionários para vistoriar 26 mil poços. Sem helicóptero próprio, a coordenadoria não pode fazer incursões de surpresa para flagrar irregularidades nem tem condições de checar, antes do início da exploração, se a companhia está cumprindo o que determina o contrato ou se tem os equipamentos adequados ao trabalho.
Foi o que aconteceu no Campo de Frade, onde vaza petróleo desde o último dia 8. A ANP não esteve na plataforma antes de a extração ser iniciada, em 2009. Quando há a necessidade de visitar uma plataforma, a ANP avisa com antecedência a petroleira, que disponibiliza um helicóptero. Para técnicos da agência, a falta de estrutura pode propiciar fraudes. Um profissional que pediu para não ser identificado disse que a ANP faz, na prática, "uma fiscalização de papel".
Gás vaza em plataforma da estatal
O Globo, Bruno Rosa e Ramona Ordoñez 

Mesmo sem divulgar o volume de gás vazado na plataforma P-40, na tarde da última sexta-feira na Bacia de Campos, a Petrobras informou ontem que o vazamento está sob controle. Em nota, a estatal garantiu que a quantidade garantida vazada é "mínima" e que o acidente está sendo monitorado por sensores. Esclareceu ainda que "não há risco de incêndio, explosão, ou qualquer perigo às pessoas embarcadas". E que a área atingida foi "isolada" e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes teria "concordado com a análise de risco feita após a identificação do vazamento".
Em nota, o Sindicato dos Petroleiros no Norte Fluminense ( Sindipetro NF) esclareceu que o acidente ocorreu em um local que está em reparo desde 2010. Apesar de a Petrobras ter paralisado a produção parcialmente, os trabalhadores reivindicam a interrupção total. "A providência deveria ter sido tomada após a identificação do vazamento, seguindo o preceito de segurança, segundo o qual, na dúvida, pare", defendeu o sindicato em nota.
Executivo da Chevron se diz 'magoado' com ANP, mas reafirma investimentos
O Globo, Economia - Danielle Nogueira e Mariana Durão 

O presidente da Chevron para África e América Latina, o iraniano Ali Moshiri, disse ontem que a empresa está "magoada" com a decisão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) de suspender as atividades de perfuração da empresa no país, após o vazamento de petróleo no Campo do Frade, no litoral fluminense. Ele afirmou que considera a decisão precipitada, mas espera resolver a questão com base no "bom relacionamento" com o governo.
Moshiri chegou ao Brasil na última terça-feira e recebeu a carta com a notificação da suspensão dois dias depois, apesar de ter tido um encontro com a diretoria da agência no dia em que desembarcou no país.Apesar da mágoa, Moshiri assegurou que a empresa mantém a intenção de investir US$3 bilhões no Brasil nos próximos três anos, considerando a área de exploração e produção (E&P). A maior parte será no campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos. Desde 1997, a companhia já investiu US$2,1 bilhões no país.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ORCA MARITIME traz para o Brasil adesivo anticorrosivo inovador


Empresa alemã, a ORCA Maritime traz para o Brasil, um revolucionário filme adesivo anticorrosivo que substitui tintas anticorrosivas convencionais.
Com representante exclusivo para a América Latina do produto chamadoAnticorrosion Film ORCA HT-Alemanha, a ORCA Maritime, lança no Brasil este produto que é um filme auto-adesivo anticorrosivo que se adere muito bem a substratos metálicos e fibra de vidro.

Comprovadamente e aprovado, o produto pode substituir as tintas anticorrosivas convencionais usadas para revestimento de navios, plataformas de petróleo, pás e torres de energia eólica e tanques de armazenamento de combustível.

Com certificação DNV que garante a qualidade de seus produtos, este produto é exclusivo para aplicação externa. Anticorrosion Film ORCA HT é ecologicamente correto e não polui o meio-ambiente como as tintas convencionais, possuindo maior durabilidade, oferecendo mais brilho, e não sofre perdas pelo vento como acontece com as tintas convencionais, além de garantir menor manutenção, preço competitivo e permite reparos de soldas nos tanques e navios próximos e no navio que esta sendo reparado durante a aplicação, itens que não são possíveis com as tintas tradicionais, devido aos perigos de explosão.

Durante a aplicação do produto, os aplicadores não necessitam utilizar equipamentos especiais como máscaras e macacões de proteção como na aplicação de tinta convencional.

IFRN - Campus Mossoró

Bom dia!


Abaixo montagem  da nova Sonda de Perfuração para as aulas praticas do Curso de Operador de Perfuração de Petróleo, com uma novidade para o próximo ano, na mesma sonda poderá ser feita o Curso de Torrista e Trabalho em Altura,todos com orientação de profissionais da Petrobrás como complemento de pratica desses cursos.
Também os Cursos do Prominp irão iniciar-se no próximo dia 05/12/2011,diz o Coordenador do Curso de Operador,Prof.Geraldo  são previstas 23 turmas para o Curso de Operador de Sonda além de outros cursos também ligada ao setor de Petróleo e Gás.
Os cursos normais de Operador de Sonda,QSMS,1º SOS também continua com as inscrições abertas o ano todo basta ter um numero razoável de alunos e iniciamos imediatamente.
Para 2012 muitas novidades em Cursos do Instituto Federal do RN -Campus Mossoró no ramo de petróleo a gás fique ligado diz o Prof.Geraldo


Sucesso!!!


Prof.Valdson 









segunda-feira, 21 de novembro de 2011

10.000

Embora seja um numero pequeno mais para nós da Turma do Petróleo significa muito superamos os 10.000 acessos isso mostra que temos um publico fiel e quem procura algum assunto sobre Petróleo e Gás com certeza encontra em nosso blog.
Mais essa alegria não é só nossa comemore também pois voce faz parte dessa historia.
Que venha  mais 10.000....10.000....10.000...............
Obrigado de coração a todos.
Prof.Valdson
Empresa que perfurou poço da Chevron pode ter licença cassada, diz secretário
Valor, Brasil - Paola de Moura 

A Transocean, empresa contratada pela Chevron para fazer a perfuração do poço que vazou petróleo na Bacia de Campos, e que também era responsável pela plataforma da British Petroleum, que explodiu em abril de 2010, no Golfo do México, não poderá mais operar no Rio e, provavelmente, no Brasil. A afirmação é do secretário de Ambiente do Estado do Rio, Carlos Minc, que promete, além de cassar a licença da empresa, pedir ao Ibama que faça o mesmo.

No último sábado, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou que o vazamento de óleo na fissura no fundo do mar ainda não cessou. Segundo a agência, as imagens obtidas no fundo do mar no sábado e os dados enviados pela Marinha ontem confirmam que ainda há vazamento em alguns pontos. Para Minc, o vazamento no campo de Frade, no litoral norte do Rio, era "perfeitamente evitável. Não foi falha humana ou de equipamentos. A companhia perfurou ao lado de uma fissura de 300 metros". Minc vai pedir à Chevron que encaminhe ao governo o estudo geológico da região perfurada.

Dicionário do Petróleo - Em Língua Portuguesa

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Na indústria petrolífera dos países de língua portuguesa há muito se fazia sentir a necessidade de uma ferramenta que permitisse a uniformização dos termos técnicos relativos a petróleo e gás,referentes tanto à pesquisa e à produção quanto aos aspectos de regulação e contratos desse setor. Este dicionário virá preencher essa grande lacuna e permitirá que os profissionais do ramo falem, em português, exatamente a mesma linguagem.