TURMA DO PETRÓLEO

TURMA DO PETRÓLEO

terça-feira, 22 de maio de 2012


Mulheres, roupas e entrevista de emprego!



Yngrid Paixão - Empregos.com.br

Aparência é algo de extrema 
importância na hora de conseguir 
um emprego, mas como saber o 
que vestir nessas horas?

Além do currículo, experiências e 
da sua desenvoltura, sua aparência 
também pode ser um diferencial na 
hora de ser contratado. 
A primeira impressão, na maioria 
das vezes, é realmente a que fica! 
Então é melhor não fazer feio 
nessas horas.



- A primeira dica é, pesquise sobre a empresa e observe o tipo de 
empresa que ela é, se é formal demais ou algo mais descontraído.

- A partir daí, comece a pensar no figurino, que deve estar de 
acordo com o perfil da empresa e com o cargo disputado.

- Para algo mais formal, opte por calça social e uma camisa. 
Se estiver frio, coloque um terninho. No caso de escolher uma saia, 
preste atenção no comprimento que não pode ser acima do joelho. 
Salto alto ou até mesmo uma sapatilha.

- Em algo pouco mais informal, um jeans básico e de preferência escuro, também é uma opção, junto com uma camisa ou uma blusa discreta.

- Prefira cores neutras como preto, branco, marrom e bege. 
Tome cuidado 
com decotes, brilhos e roupas apertadas demais. Tenha bom senso, 
afinal é uma entrevista de emprego e não uma festa.

- A maquiagem deve ser leve. Base e corretivo para melhorar 
a textura da pele, blush para dar aquela aparência saudável e 
um batom cor de boca. Nada carregado, em excesso ou escuro 
demais.
- Quanto aos acessórios, opte pelos mais discretos. Brincos, 
colares e anéis, delicados e pequenos, apenas para dar um toque 
a mais no visual.

- Na dúvida, aposte em uma calça social preta e uma camisa branca, 
fica básico, elegante e formal, não tem erro.

É claro que sua aparência não é tudo, mas uma boa parte, que faz 
a diferença. 
Lembre-se disso e boa sorte!

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 QUERO TRABALHAR EMBARCADO! Mas você sabe onde quer trabalhar?

Nada melhor do que abordar sobre esse tema que é de interesse de grande parte dos nossos leitores. Porém, esse desejo acaba não sendo bem sucedido justamente pela ansiedade de conseguir trabalhar, "quero trabalhar de qualquer coisa". Essa generalidade e falta de foco, acaba impedindo do candidato e interessado de concentrar suas forças e saber onde pode trabalhar numa plataforma. 

Como já postei no qual expliquei como funciona a indústria do petróleo, hoje, estarei explicando como é dividido o trabalho numa plataforma e que áreas existem, para que assim, as pessoas possam saber onde focar e assim conseguir a tão sonhada vaga.

Estarei dividindo essa postagem pelo tipo de atividades dentro da Plataforma. E na de hoje estarei falando sobre as Drilling Contractors, que são as empresas responsáveis pela atividade de perfuração. 

QUE ÁREAS EXISTEM NUMA PLATAFORMA???

As áreas a seguir existem tanto numa Plataforma de Perfuração quanto numa Plataforma de Produção, excetuando às atividades de perfuração, que só existem em plataforma de Perfuração, e as atividades  de produção que só existem na de Produção. As únicas Plataformas onde existem essas 2 equipes são as Plataformas Fixas.  Tentarei mostrar mais ou menos cada uma delas e o que cada profissional faz em cada uma das áreas, assim como as formações mais recomendadas para cada uma delas.

Operação de Perfuração
A Operação de Perfuração é realizada pela empresa conhecida como Drilling Contractor, que é a empresa que faz a perfuração. Geralmente também é a dona da sonda. As empresas mais conhecidas desse segmento são: Transocean, Pride, Noble, Seadrill, Diamond Offshore (Brasdrill), Petroserv, Odebrecht Oleo e Gás, Queiroz Galvão Óleo e Gás. 

A Drilling Contractor fornece toda mão-de-obra para a operação de perfuração, passando pela equipe de Perfuração, Movimentação de Carga, Subsea, Manutenção, Segurança e Almoxarifado. 

A equipe de perfuração é composta pelas seguintes funções: 
  • Toolpusher - É o encarregado da equipe de Perfuração. O responsável direto pela mesma e que reportará ao Company Man (Supervisor de Perfuração da Operadora)
  • Driller (Sondador) - Profissional que comanda a perfuração. É ele que opera o Top Drive, coloca o peso na coluna de perfuração, controla a pressão e etc.
  • Assistente de Driller - Como o nome diz, auxilia o Driller em suas atividades.
  • Torrista (Derrickman) - Apesar do nome, não é o Torrista que fica na lá em cima na torre, como muitos pensam. O Torrista tem um dos trabalhos mais importantes e complexos da atividade da perfuração. Ele é o responsável pelo controle da vazão da lama de perfuração, pela operação das bombas de lama e demais atividades pertinentes a isso, trabalhando em conjunto com o Químico. 
  • Assistente de Torrista - O assistente de torrista, em algumas empresas, também chamado de bombeiro, que é o profissional que fica manobrando os tubos no monkey board, nome dado ao alto da torre, próximo ao topo, onde se armazenam os tubos.
  • Plataformista (Roughneck) - É o famoso profissional que conecta e manobra as colunas de perfuração, que sempre aparecem nos vídeos de manobras e conexões de tubos. 
Já a Equipe de Movimentação de Carga é composta pelos:
  • Guindasteiros - É o Operador de Guindaste. Tanto na movimentação de cargas dentro da plataforma, como para auxiliar na perfuração, movimentando os tubos e revestimentos.
  • Auxiliar de Guindasteiro - É aquele que Auxilia o Guindasteiro nas manobras de cargas com sinais visuais e orientação externa.
  • Homem de Área (Roustaboud) - Talvez como muitos pensam também, o Homem de Área não fica na perfuração, e sim auxilia a movimentação das cargas e limpeza da área. 
Equipe de Subsea é composta por profissionais responsáveis pela instalação e manutenção dos equipamentos subsea, como BOP, Risers, Árvore de Natal e etc. 

Equipe de Segurança é composta pelos chamados RSTC, que são os Coordenadores de Segurança e Treinamento da Equipe de Perfuração. Ele, juntamente com o Técnico de Segurança da empresa operadora, que são o responsável pela segurança da plataforma. São 2 a bordo por turma, cada um em um turno. 

Para dar suporte à toda essa atividade, existe a equipe de Manutenção,composta por Mecânicos, Eletricistas, Técnicos em Eletronica e etc, responsáveis por fazer toda manutenção dos equipamentos numa sonda. 

Como uma atividade onde a quantidade de materiais e ferramentas são imensas, é imprescindível ter uma pessoal responsável por eles. Esse papel é desempenhado pelo Almoxarife Offshore

Para aqueles que desejam visualizar de maneira mais didática essa divisão, postei um organograma de uma Drilling Contractor, como podem ver neste link:


COMO ENTRAR?

As equipes e áreas citadas acima são de responsabilidade das Drilling Contractors, ou seja, se você deseja trabalhar nessas áreas, você deve procurar pelas empresas que citei acima, são elas que contratam esses tipos de profissionais. Neste link abaixo, tem uma lista com dezenas dessas empresas:


As formações desejadas para trabalhar nessa área específica variam bastante. Para trabalhar na Equipe de Perfuração e Movimentação de Carga por exemplo, não se exige um curso Técnico ou Superior especificamente por exemplo, o mínimo requerido é o Ensino Médio completo. Existem algumas instituições que ministram cursos de Qualificações nessas funções. Para essas funções é até aconselhável que não se candidate profissionais com muita qualificação, ou pelo menos não coloque isso no CV, pois tem dificuldade para entrar, por exemplo alguém que tenha Pós-Graduação e quer se candidatar à vaga de Homem de Área.

Já para se trabalhar na equipe de Manutenção, os cursos Técnicos tradicionais são o mais recomendados, seja de Mecânica, Instrumentação, Elétrica, Eletrotécnica, Eletronica, e etc. 

Na Equipe de Subsea, valoriza-se muito profissionais com conhecimento principalmente em Mecânica com ênfase em Hidráulica. De preferencia Engenheiros, mas ainda se vê técnicos trabalhando nessa área.

OBS 1.: Já comentei algumas vezes aqui, mas sempre é bom repetir. Se você desejar trabalhar na Equipe de Perfuração e seu sonho é um dia ser um Sondador, você NUNCA começará como Sondador. Isso acontece pois existe toda uma etapa a percorrer para chegar até lá. Mesmo porque nenhuma empresa colocará um profissional sem experiencia para operar uma sonda. A pessoa deve passar por todas as etapas na hierarquia da equipe de perfuração até chegar a Driller, e depois se quiser subir, Toolpusher.

OBS 2.: Algumas pessoas que começam na equipe de perfuração ou movimentação de carga quando tem um curso Técnico, acabam migrando para a área de manutenção, por ser uma função mais garantida e no qual garante um conhecimento importante para o profissional (afinal, se o boom do petróleo acabar, qual a utilidade de um ex-Platafomista???) 

OBS 3.: Cada função tem um número de níveis em cada uma delas. Esse número depende de empresa para empresa. Em algumas você tem por exemplo, Plataformista Nivel 1, 2 e 3, ou as vezes até mais. Assim também, para outras funções. Quanto maior o nível, maior a experiencia e salário. Existe até a função de Plataformista Líder, que é aquele Plataformista mais experiente e que coordena as manobras e conexões no Drill Floor. 

Para você que tem Ensino Superior, de preferencia Engenharia, a outra forma de entrar nesse tipo de empresas é através de Programas de Trainee. Grandes empresas sempre estão abrindo esses Processos, como a Transocean e a Odebrecht Óleo e Gás por exemplo. 

QUAL O NÍVEL SALARIAL???

Essa com certeza é a pergunta de maior interesse de quem chegou até aqui! Qual o salário em cada uma delas??? 
Confesso que não sei o salário exato de cada uma delas. Nós na plataforma acabamos sabendo por alto, conversando com pessoas da função e etc. Por isso, estarei compartilhando com vocês alguns dos salários que me passaram lá!

Começando pela Equipe de Perfuração, o salário mais baixo é do Plataformista, que está na casa dos R$ 3100,00. Um Assistente de Driller, R$ 8700,00 e um Toolpusher, aproxidamente uns R$ 25000,00

Na Equipe de Movimentação de Carga, o Homem de Área ganha por volta de R$ 2600,00

Para aqueles que acham que é nessas 2 áreas que pagam melhor, engana-se, pois na Equipe de Subsea e Manutenção paga-se muito bem também. O Mêcanico está ganhando R$ 9000,00 e o Assistente de Subsea nada mais, nada menos que R$ 15000,00.  Aliás, segundo informações do próprio pessoal que trabalha nessa área, o segmento de Subsea é tido como a nata  da perfuração, onde ganha-se mais. 

MAIS INFORMAÇÕES:
Essas são apenas algumas informações sobre uma parte da atividade numa plataforma, que é a realizada pelas Drilling Contractors. Porém, numa plataforma existem muitas outras áreas que estarei publicando aqui
.


Como a maioria deve saber, minha formação é em Tecnólogo em Petróleo e Gás, e inclusive o Tecnopeg na sua criação foi voltado para esse público, porém com o passar do tempo, abrimos o leque para as demais áreas, e focamos na orientação profissional no setor como um todo. Porém, nunca escondi a minha bandeira pelos Tecnólogos, principalmente em Petróleo e Gás, pois sei que é uma boa formação e que existem excelentes profissionais mas que infelizmente devido à resistência do mercado, acabam não se empregando. 

Então fica a dúvida: O que é exatamente o Tecnólogo em Petróleo, e onde ele pode atuar? Já escrevi sobre isso algumas vezes mais hoje trago um artigo muito explicativo escrito pelo Alexandre Nascimento, Consultor de Recrutamento em Óleo e Gás da Robert Walters . Neste artigo, ele explica muito bem onde seria a melhor área de atuação do mesmo. Nas próximas semanas falaremos melhor sobre esse tema! 

Para ler o artigo na integra, continue lendo! 


Tecnólogo em Petróleo e Gás: Quem é? Para onde vai?

O mercado de Óleo e Gás ainda tem a tendência de absorver profissionais com formação em Engenharia para as suas mais variadas áreas técnicas. Nas discussões sobre a formação no curso de Tecnologia de Petróleo e Gás, já foram abordados inúmeros motivos sobre a resistência em absorção desses profissionais pelo mercado de Óleo e Gás, entre elas a necessidade de registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) e até mesmo o fato de esses profissionais não atenderem plenamente às exigências inerentes às atividades da Petrobras, cuja demanda, por sua vez, apenas bacharéis atenderiam, sejam eles em ciências ou em engenharia.

Fato é que, a cada ano que passa, mais profissionais estão se formando nesse curso e consequentemente buscando seu espaço no mercado de trabalho, bem como as demandas do mercado estão cada vez maiores. Se a Petrobras é considerada referência nacional ou não, e se ela afeta a imagem desse profissional por não absorvê-lo, esse não vai ser o foco desse texto. O objetivo aqui é apontar em quais segmentos do setor de Óleo e Gás esses profissionais podem ser mais facilmente absorvidos sem impactos negativos no investimento de três ou quatro anos de formação acadêmica.

Mas com relação ao curso de Tecnologia em Petróleo e Gás, não se pode inferir que a diferença frente aos cursos de Engenharia ou aos cursos de Ciências, como Física, Química, Geologia ou Geofísica, está em três ou quatro cálculos. Os cursos de Engenharia e Ciências, além de oferecer uma significativa base de cálculo, apresentam ainda os aspectos da física em seus vários contextos; oferece também o aprofundamento das suas especificidades, como por exemplo, Mecânica de Fluidos, Operações Unitárias, Termodinâmica, Química Orgânica e Analítica, Ciência de Materiais, Corrosão, entre outras de acordo com a Engenharia em questão, sem contar com a apresentação dos conceitos de gestão, como por exemplo, Projetos, Pessoal e Contabilidade. Ou seja, cabe fazer uma distinção na atuação entre os três profissionais: Tecnólogo, Engenheiro e Bacharel em Ciências.

Segundo Gladstone Peixoto Moraes, professor do curso de Tecnologia em Petróleo e Gás do Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos (Cefet-Campos), o curso de tecnólogo é focado na atividade, ou seja, dá ênfase no que é necessário para a aplicação. Portanto, esse profissional tem por objetivo dar suporte à criação e ao desenvolvimento, ou seja, ele pode ser a peça chave entre o projeto e a operação. Pois, embora ele não tenha conhecimentos técnicos aprofundados em ciências ou engenharia ele tem uma visão holística sobre toda a cadeia da indústria de Óleo e Gás e conhecimentos técnicos suficientes para tomada de decisão no que tange as funções de suporte as operações de exploração e produção (Upstream, Midstream e Downstream).

No segmento Upstream, que inicia na prospecção e mapeamento de áreas, passando pela perfuração, chegando até a fase de produção, pode-se destacar as posições de especialistas de HSE, Logística de Suprimentos, Garantia da Qualidade de processo e Controle de Qualidade de produtos e serviços, normalmente conhecidos como QA/QC. Esses profissionais, embora não tenham a exigência pelo mercado em ter formação técnica para assumirem essas funções, são vistos como diferenciais quando tem. Outrossim são posições não tão procuradas por profissionais com formação em Engenharia.

Em se tratando de Midstream, o segmento do mercado de Óleo e Gás que se resume no conjunto de atividades que compõe a transformação do óleo em produtos, certamente esses profissionais encontrarão mais dificuldades para se colocar, pois, a maior demanda é por Engenheiros de Processos, Processamento e Manutenção. Todavia, ainda sim existe a necessidade de suporte a essas operações, mas que é facilmente entregue a responsabilidade de profissionais com formação em cursos de nível técnico das áreas específicas.
Chegando ao fim da cadeia, encontra-se o conjunto de atividades que compõem o transporte dos produtos da refinaria até os locais de consumo, denominado Downstream. É a fase logística, ou seja, o transporte, distribuição e comercialização dos derivados do petróleo. Nessa etapa, a maior demanda de profissionais está em logística, marketing e gerenciamento de projetos, onde mais uma vez são profissionais que não necessariamente precisam ter formação em Engenharia, mas tendo formação voltada para o mercado de Óleo & Gás e aptos a exercer tais funções, serão bem recebidos e com desenvolvimento de carreira garantido.

Diante desse contexto, os profissionais com formação em Tecnologia de Petróleo e Gás não estão reféns da liberação de registro no Conselho de Engenharia e Arquitetura para poder atuar no mercado de Óleo & Gás, e nem da iniciativa da Petrobras para liberar a sua entrada por meio de concurso. Esses profissionais estão aptos para atuar nas três fases da Indústria de Óleo e Gás: Up, Mid e Downstream. Precisam apenas entender o mercado e se aplicar em posições e empresas que melhor se adéquam a sua formação e aos seus conhecimentos técnicos.

15/05/2012 - O autor é consultor de recrutamento no setor de Óleo e Gás da Robert Walters

domingo, 20 de maio de 2012


Dicas para preencher ou editar o seu perfil no LINKEDIN

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Taís Targa - Especialista em Aconselhamento de Carreira

Dicas para preencher ou editar o seu perfil no LINKEDIN

Hoje o linkedin é sem dúvida a maior rede de relacionamentos para fins profissionais. Se você ainda não preencheu o seu perfil, leia este artigo e cadastre-se imediatamente. Se você já é usuário da rede, seguem algumas dicas bem úteis para explorar melhor certos recursos e adequar o seu perfil.
  1. Coloque uma foto de rosto. Não se coloca foto no Currículo, mas no linkedin é quase que obrigatório, afinal, sua aparência faz parte dos seus atributos profissionais. Porém, cuidado: a foto é só de rosto, preferencialmente em um cenário neutro e com uma expressão suave (tipo sorriso Monalisa). Não é o padrão sóbrio 3x4, mas também não precisa colocar uma foto com um sorriso escancarado, ou uma foto recortada tendo uma balada ou festa como pano de fundo.

  2. Se seu objetivo é fazer contatos no Brasil, o perfil pode ser em português. Depois de ter o perfil principal em português, você tem a opção de criar um segundo perfil em outro idioma, neste caso arrisque no inglês.

  3. Personalize a sua URL. Esta é uma opção que poucos conhecem, mas faz diferença, pois depois você pode colar o link no seu Currículo, segue o exemplo: http://br.linkedin.com/in/ttarga

  4. Escolha um título profissional que retrate bem toda a sua trajetória. Muitas pessoas colocam como título profissional o último cargo exercido. Hoje mesmo auxiliei uma cliente que mudou o seu título de: Coordenadora de Comércio Exterior, para: Profissional da área de Comércio Exterior/Compras Internacionais / Novos Negócios.

  5. Preencha todos os campos. Quanto mais completo está o seu perfil, mais na frente ele aparecerá nas buscas dos Head Hunters. Neste sentido, abuse de palavras chaves, cite todas as suas especialidades, formação acadêmica, idiomas, resumo profissional e etc.

  6. Importe os seus contatos. Você pode importar contatos do outllook e de outros serviços de e-mail. O próprio sistema já sinalizará quem já faz parte do linkedin e também lhe dará a opção de convidar quem não está cadastrado. Adicione colegas, ex-colegas, amigos, parentes e outros conhecidos. É muito simpático conhecer alguém numa reunião de negócios e logo em seguida enviar um convite do linkedin agradecendo a atenção dispensada. Desta forma vocês estarão conectados e não perderão o contato caso um dos dois mude de empresa. Em épocas de linkedin não há necessidade de guardar centenas de cartões de visita.

  7. Peça recomendações. Faça contato com ex-colegas de trabalho (superiores, pares e até subordinados) e peça recomendação. O próprio sistema tem esta opção com uma mensagem pronta. Quando receber a recomendação agradeça e recomende a pessoa também.

  8. Edite o seu convite. O linkedin tem uma mensagem pronta para enviar um convite, no entanto, é mais elegante enviar uma mensagem mais personalizada, contendo ao menos o nome da pessoa e uma saudação no final.
Taís AndradeTarga. Psicóloga, com formação em Dinâmica de Grupos e mestre em Educação pela UFPR. É especialista em Aconselhamento de Carreira, Coaching e Recolocação/Outplacement. Partner da TTarga Career Consulting em Curitiba.

O que você posta no Facebook?




Você posta sobre seu time, festas, piadas, frases como “Para a nooossa alegriaaaa”? Até ai tudo bem. Mas fique atento para não denegrir sua imagem.

Yngrid Paixão - Empregos.com.br

O que você posta no Facebook?

Ter um perfil no facebook é muito mais complexo do que se imagina. Não devemos encarar como uma simples rede social, na qual podemos postar qualquer tipo de coisa. É preciso ter consciência de que muitas pessoas e empresas podem estar de olho no seu perfil, o que vai muito além daquelas pessoas do seu circulo de amizade.

Zelar sua imagem é uma tarefa que só cabe a você, afinal o que você posta pode dizer muito sobre você, por isso preste muito atenção nas coisas que publicar na sua página.
Selecionamos alguns detalhes que aparentemente são inofensivos, mas que pode fazer um estrago na sua imagem perante alguns recrutadores:

- Reclamar do chefe ou até mesmo da empresa, é intolerável. Pois mostra que você não tem responsabilidade e nem ética.

- Mensagens preconceituosas também são repugnantes. Preconceito já é lamentável em qualquer situação, em uma rede social então, pode causar tamanha repercussão além de mostrar o seu lado desumano.

- Postar muitas vezes sobre o mesmo assunto, ou até mesmo muitas postagens diárias, mostra que você se dedica demais a essa rede social e deixa dúvidas sobre sua produtividade.

- Cuidado com as fotos. É comum tirar fotos com amigos em festas e coisas do tipo. Mas excesso de fotos com bebidas, isso pode transmitir uma imagem desagradável.

Procure mesclar, seu cotidiano e coisas relevantes, é legal o recrutador ver que você compartilha matérias e coisas interessantes. Use o facebook a seu favor e mostre que você é uma pessoa com conteúdo. Boa sorte!

O Marco Regulatório

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O Marco Regulatório é o conjunto de novas regras para exploração e produção de petróleo e gás natural na área de ocorrência da camada Pré-Sal e em áreas que venham a ser consideradas estratégicas, enviadas pelo governo para apreciação do Poder Legislativo no dia 31 de agosto de 2009, na forma de quatro projetos de lei (PL).
Os projetos de lei definem o sistema de partilha de produção para a exploração e a produção nas áreas ainda não licitadas do Pré-Sal; a criação de uma nova estatal (Pré-Sal Petróleo SA); a formação de um Fundo Social; e a cessão onerosa à Petrobras do direito de exercer atividades de exploração e produção (E&P) de petróleo e gás natural em determinadas áreas do Pré-Sal, até o limite de 5 bilhões de barris, além de uma capitalização da Companhia. Cada país adota um diferente sistema ou sistemas que agregam características específicas, de acordo com as peculiaridades e necessidades de cada nação. Há três sistemas mais utilizados: concessão, partilha de produção e prestação de serviços.
A principal característica do sistema de concessão é que as atividades são realizadas por conta e risco do concessionário, sem interferência ou maior controle dos governos nos projetos de exploração e produção, respeitada a regulação existente. Caso haja uma descoberta e ela seja desenvolvida, o petróleo e gás natural, uma vez extraídos, passam a pertencer aos concessionários após o pagamento de royalties e outras participações governamentais.
O sistema de partilha costuma ser usado por países com reservas abundantes e baixo risco exploratório. Nesses contratos, a companhia ou consórcio que executa as atividades assume o risco exploratório. Em caso de sucesso, tem os seus investimentos e custos ressarcidos em óleo (o chamado óleo-custo). O lucro da atividade resulta da dedução dos investimentos e custos de produção da receita total. Convertido em óleo, esse valor é chamado de óleo-lucro, que passa a ser repartido entre a companhia (ou consórcio) e o governo, em porcentagens variáveis. No sistema de prestação de serviços, uma empresa é contratada para realizar as atividades de exploração e produção e tem seus serviços pagos segundo metodologias contratuais predefinidas. Nesse modelo, toda a produção normalmente é de propriedade do Estado.
Cerca de 80% das reservas mundiais estão em países que adotam o modelo de partilha ou sistemas mistos, que misturam características de mais de um modelo, mas com maior controle do Estado sobre as atividades de exploração e produção. Quando a atual legislação que regula o setor de petróleo foi criada, em 1997, o Brasil e a Petrobras estavam inseridos num contexto de instabilidade econômica, e o preço do petróleo estava em baixa (US$ 19 o barril). Além disso, os blocos exploratórios tinham alto risco, perspectiva de baixa rentabilidade, e o País era grande importador de petróleo. O marco regulatório que adotou o sistema de concessão foi criado, à época, para possibilitar retorno àqueles que assumiriam esse alto risco.
Hoje, o contexto é outro. O Brasil alcançou estabilidade econômica, foi atingida a autossuficiência, os preços do petróleo estão significativamente mais elevados, e as descobertas no Pré-Sal, uma das maiores províncias petrolíferas do mundo, poderão, apenas com as áreas de Lula (antes, Tupi), Iara, Guará e Jubarte, dobrar o volume de reservas brasileiras. Pelos testes realizados, sabe-se que o risco exploratório é baixo e a produtividade é alta nas descobertas localizadas na camada Pré-Sal. Com o regime de partilha, o governo pretende obter maior controle da exploração dessa riqueza e fazer com que os recursos obtidos sejam revertidos de maneira mais equânime para a sociedade brasileira. Portanto, esse modelo é mais apropriado ao contexto atual e ao desenvolvimento social, econômico e ambiental do País.