TURMA DO PETRÓLEO

TURMA DO PETRÓLEO

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


Ensino Médio aliado ao 

Técnico conquista alunos

 da rede estadual paulista

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“Depois que comecei o curso técnico de 
enfermagem tive certeza que era isso mesmo 
que eu queria para minha vida. Graças a ele, 
já sei qual faculdade quero fazer”, revela a aluna 
Thalita Rosa Trindade.
A frase da estudante de 17 anos reflete o pensamento
 de muitos alunos do estado de São Paulo. Assim como
 outros 24 mil estudantes, Thalita está matriculada na
 modalidade concomitante do programa Vence, no qual 
o aluno cursa o Ensino Médio em uma escola da rede
 estadual e o curso técnico à parte - em uma instituição
 conveniada. Para 2013, a meta é que mais 20 mil alunos
 sejam beneficiados.
O objetivo do programa é articular o Ensino Médio 
regular da rede estadual à educação profissional técnica.
 Atualmente, existem 56 cursos de formação profissional 
oferecidos por 174 instituições de ensino técnico credenciadas
 pela Secretaria da Educação. Clique aqui e descubra os cursos
 disponíveis e as instituições conveniadas.
Os cursos,  no modo concomitante, são distribuídos em 10 eixos 
tecnológicos estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC),
 como sucroalcooleiro, automação industrial, análise clínica,
 logística, informática, entre outros. Os estudantes matriculados
 podem estagiar desde o primeiro semestre, porém só receberão 
o certificado do curso no final da 3ª série do Ensino Médio.
Para a diretora de uma das unidades conveniadas, Waldenize Bigonha,
 o modelo qualifica o aluno para o mercado de trabalho e oferece
 novas possibilidades. “O estudante tem possibilidade de estagiar, ser
 direcionado para um curso superior e se preparar para o vestibular
 com professores que já dão aula em universidades. O aluno só tem
 a ganhar com o projeto”, revela Waldenize.
“Quando terminar o ensino técnico, as portas estarão abertas, terei mais 
chance de conseguir um emprego e mais facilidade com as matérias
 no curso superior de enfermagem. Mudou minha vida”, finaliza Thalita.

Inscrição
Podem se inscrever alunos da 2ª e 3ª série do Ensino Médio ou Educação
 de Jovens e Adultos (EJA). Os cursos, que possuem duração de 18 a 24
 meses, terão início em fevereiro do próximo ano. Os interessados devem
 acessar a página do Programa e efetuar seu cadastro até o dia 10 de dezembro.
O programa atenderá todos os 645 municípios do Estado. Caso não
 exista instituições conveniadas em sua cidade, é possível se matricular
 em municípios próximos que disponibilizem o curso.


Texto do protocolo de Kyoto segue com indefinições

Crédito de carbono da Rússia pode comprometer o acordo em Doha
Redação NNpetro - 
A Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas, em Doha, tem dificuldade para chegar a um acordo. O texto sobre o segundo período do Protocolo de Kyoto, que segue para a apreciação dos ministros presentes na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP) do Catar, ainda precisa da decisão de alguns pontos.
Estão em aberto os temas: mecanismos para aumentar a ambição das metas ao longo de sua vigência, decisão sobre o chamado hot air (uma poupança de emissões reduzidas) e o próprio período em que o protocolo vai durar, se até 2017 ou 2020.
Segundo o embaixador brasileiro André Corrêa do Lago, em matéria publicada pela Reuters, foram propostas "alternativas construtivas para resolver os desafios técnicos". O principal desafio é como ficará o hot air, uma espécie de poupança de crédito de emissões reduzidas a mais que países do leste europeu e Rússia têm. Polônia e Ucrânia querem poder continuar usando indiscriminadamente esse recurso, o que, para os países em desenvolvimento e a própria Europa, compromete a integridade ambiental do acordo. Já a Rússia, queria poder continuar vendendo esses créditos para países que tenham de fazer reduções, de acordo com a Reuters.
As emissões de gases-estufa, cerca de 13 bilhões de toneladas de CO2 equivalente, quase 2,5 vezes as emissões anuais europeias, podem comprometer o acordo. Rússia, Ucrânia, Polônia são os donos desse problema, que os negociadores tentam resolver antes do fim do encontro, nesta sexta-feira. 
Em declaração à imprensa, diplomatas russos tentaram minimizar a polêmica e disseram que querem manter a "coerência legal do regime" do Protocolo de Kyoto, que prevê incentivos para quem cumpriu seus compromissos. União Europeia, por exemplo, já disse que dentro do grupo a Rússia não poderá vender esses créditos.
(Com informações do jornal O Estado de S.Paulo e Valor)

Importância de uma gestão de riscos no setor de O&G

Roberto Zegarra explica as vantagens dos planos de gerenciamento de riscos
NNpetro - Adriano Nascimento - 
A 5x Petróleo desta semana é com o líder da prática deBusiness Continuity Management (BCM) da Marsh na América Latina, Roberto Zegarra, que explica aos leitores do NNpetro a importância dos planos de gerenciamento de risco na indústria petrolífera.
1) NNpetro - Quais são as principais vantagens para as empresas contratarem um plano de gerenciamento de risco no setor de óleo e gás?
Roberto Zegarra - Empresas que têm uma forte gestão de riscos são empresas mais sólidas, estão e permanecerão vigentes em longo prazo, independentemente de qualquer cenário adverso. São empresas responsáveis, seguras e preparadas para lidar com qualquer situação ou imprevisto. A história tem nos mostrado que a indústria de Óleo & Gás e as empresas do ramo têm claro suas metas de negócios, porém nem sempre possuem políticas de gestão de riscos sólidas. Ou seja, nem sempre há uma forte cultura nas empresas com relação à gestão de riscos.
Este fato representa uma vulnerabilidade muito séria, pois as empresas acabam se focando nos negócios e não percebem os riscos e vulnerabilidades iminentes. Este descaso muitas vezes faz que os riscos as peguem de surpresa, causando graves danos financeiros, operacionais e reputacionais (de imagem).
Uma boa gestão de riscos permite a empresa utilizar melhor seus recursos, priorizando controles que iram protegê-la e permitir que ela alcance os níveis de liderança e bons resultados financeiros tão desejados. Ao contrario do que muita gente pensa, uma gestão de riscos sólida, faz a empresa mais ágil, pois permite que a mesma alcance sues objetivos por caminhos seguros, evitando paradas ou perdas de custo elevado.
2) NNpetro - Qual é a perspectiva para o setor de seguros na indústria O&G para os próximos dez anos?
Roberto - A perspectiva é  bem positiva. O mercado de seguros no setor de Óleo & Gás em um prazo de 10 anos  deverá duplicar, podendo até atingir crescimento ainda maior, devido principalmente a algumas características, tais como:
1) Desenvolvimento da infraestrutura de exploração e produção da área  do pré-sal.
2) Novos leilões para  concessão de áreas de  exploração e produção
3) Alta demanda por novos equipamentos: sondas de perfuração, exploração e produção, embarcações de apoio, equipamentos submarinos, etc.
4) Política de conteúdo nacional implementada pelo governo, a qual impulsiona a construção destes equipamentos em sua grande maioria no Brasil.
A conjunção de todos esses fatores somada à atual legislação de seguros,  a qual determina boa parte da colocação das apólices no Brasil, impulsionará a um crescimento do setor de seguros para Óleo & Gás bastante expressivo, principalmente nas áreas:
- Riscos de Engenharia.
- Casco e Maquinário
- Riscos Operacionais / Proteção de receitas
- Garantias
- Danos a terceiros e ao Meio Ambiente
3 - Sobre a legislação brasileira, quais são os principais entraves no setor e os fatores que fortalecem a indústria no país?
Roberto - Acredito que quanto maior a abertura de capital, tecnologia e oportunidades para empresas globais no setor, é claro que com regras claras e de bom senso, o Brasil e a indústria Petrolífera só têm a ganhar. É evidente que o mundo está cada vez mais globalizado e a concorrência internacional junto com a tecnologia global disponível hoje em dia aumentará nossa competitividade e nos levará a patamares cada vez mais altos. A globalização não tem volta, e quanto antes percebermos e admitirmos este fato, melhor conseguiremos tirar proveito deste aspecto.
 Já entre os fatores que fortalecem a nossa indústria reitero que o Brasil tem profissionais altamente competentes, que são muito versáteis e dinâmicos. Temos uma facilidade de aprendizado, justamente devido a essa maneira versátil de sermos. Expondo cada vez mais nossos profissionais ao âmbito internacional, a concorrência global, trará a tona o melhor da nossa mão de obra, tornando-a cada vez melhor e mais competitiva.
4- Na sua visão, o que falta para as petrolíferas diminuírem os vazamentos em alto mar e também os acidentes com funcionários? 
Roberto - Atualmente, apesar das empresas terem foco em programas de prevenção, a cultura da maioria dos colaboradores têm consciência dos riscos desta operação, porém atuam muito mais no sentido de atender as exigências contratuais e adotar o padrão do principal operador – Petrobrás - do que desenvolver uma política própria e que vise customizar rotinas e procedimentos que melhor aderem às particularidades da própria empresa.
Os colaboradores focam muito na produção, resultados financeiros, metas de negócios, de fato temos uma mão de obra competente e especializada neste quesito, mas não na gestão ou controle de riscos da sua área. Isto faz que quando eles veem alguma coisa errada, nem sempre se sentem na obrigação de falar, questionar ou até mesmo corrigir a situação, pois pensam que isso é responsabilidade da área de riscos e não da sua área.
Gestão de riscos deveria ser responsabilidade de todos, não só da boca para fora, mais sim de fato! As empresas deveriam incluir métricas de gestão de riscos nas avaliações de desempenho em todas as áreas, para todos os colaboradores no final do ano quando está sendo avaliado o desempenho ou Balance Score Card.
5) NNpetro - O que o senhor acredita que o Brasil tirou de aprendizado nos vazamentos da Chevron, na bacia de Campos?
Roberto - O aprendizado foi que há uma grande preocupação e conscientização nos danos ao meio ambiente, e que as entidades, organizações, governo e inclusive pessoas estão muito alertas. Pode ser que a cultura e consciência com relação à prevenção não sejam das melhores, porém se há um vazamento, derrame, ou pior uma explosão, isto rapidamente chegará à opinião pública através da mídia ou até mesmo de pessoas comuns com acesso a tecnologia.
Esta situação acarretará um escalonamento que rapidamente alcançará aos principais meios de comunicação, que farão seu papel de divulgação, aos órgãos responsáveis e estes por sua vez tomarão providencias cabíveis; colocando em evidência a empresa que causou os danos, repercutindo severamente na sua imagem e reputação, causando graves danos, não apenas localmente, ou regionalmente, mas danos no âmbito internacional, que podem se alastrar por vários anos causando dificuldades e prejuízos enormes.
Vale comentar ainda que o exemplo da Chevron mostrou ainda que faltam regras claras, bem como competência de órgãos de regulação para atuar e situações e acidentes de grandes prioporções, deixando as empresas vulneráveis a condições contratuais unilaterais e a grandes montas de multas e sanções a serem encaradas.

Petrobras descobre óleo leve na Bacia de Sergipe-Alagoas

Estatal é operadora da concessão SEAL-M-424, com 100% de participação
Redação NNpetro - 
A Petrobras comunicou que descobriu novamente uma acumulação de hidrocarbonetos leves na Bacia de Sergipe-Alagoas, na área de concessão BM-SEAL-10, situado no bloco SEAL-M-424. Segundo a empresa, a descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRSA-1108-SES (1-SES-172).
O poço está localizado a 85 km do município de Aracaju, na costa do Estado de Sergipe, em profundidade de água de 2.583 metros. A perfuração foi concluída a 5.347 metros de profundidade total.
Esta é a quarta descoberta de hidrocarbonetos realizada pela estatal em águas ultraprofundas de Sergipe-Alagoas. “De agosto a outubro deste ano a empresa já havia anunciado a presença de acumulações de hidrocarbonetos nos poços 1-SES-168 (Moita Bonita), 3-SES-165 (Barra) e 1-SES-167 (Farfan)”, afirma o comunicado.
De acordo com as informações, a descoberta do poço 1-SES-172, conhecido como Muriú, ocorreu em reservatórios da formação Calumbi. A comprovação do óleo leve foi confirmada através de análise de dados, estudos das pressões registradas nos reservatórios e amostragem de fluidos.
A estatal confirmou que o petróleo descoberto é de excelente qualidade. A próxima etapa será apresentar o Plano de Avaliação de Descoberta para a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A Petrobras é operadora da concessão SEAL-M-424, com 100% de participação.
(com informações da Agência Petrobras)

Paraguai anuncia descoberta de petróleo

País entrará na lista de produtores de petróleo, segundo o presidente
Redação NNpetro - 
O presidente do Paraguai, Federico Franco, comunicou recentemente que foi encontrado petróleo em larga escala na região setentriorial do Chaco, no bote do país, na fronteira como Brasil, Argentina e a Bolívia. Segundo a autoridade, o país entrará na lista de produtores de petróleo.
“O Paraguai é um país cheio de oportunidades. Se Deus quiser, na próxima semana, será encontrado mais petróleo de qualidade e abundância na região do Chaco, na Bacia de Perity”, disse Franco.
As empresas responsáveis pela exploração de petróleo são Crescent Global Oil, cuja sede fica no Texas, nos Estados Unidos, e Pirity Hidrocarbonetos. A previsão é que a perfuração ocorra a partir de dezembro deste ano.
De acordo com a Agência Brasil, o Chaco é uma região extensa, com parte de deserto e pouco povoada. As autoridades paraguaias têm buscado petróleo nessa área para evitar a dependência estrangeira.
O Paraguai está suspenso do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em decorrência de suspeitas dos líderes regionais sobre o rompimento da ordem política durante o impeachment do ex-presidente Fernando Lugo.
(Com informações da Exame)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


Senhores, Recebi o e-mail abaixo Eng fazer. Markqueit, ESTA Aberto debate sobre o Relato o delegado.



Caro Luiz;
Sempre acompanho como postagens noticias E fazer QG do Petróleo, e APOS LER SUA ultima portagem sobre OS Pequenos nenhuma Setor petrolífero Vejo Que o Setor On Shore oscilante Realmente E E árduo. Eu sou locado sem Estado do Rio Grande do Norte, tenho 5 años de Experiência não Setor Dentro da área de Engenharia e Setor Administrativo e Operacional, e noto Que o Mercado seleciona CADA Vez Mais Empresas e Profissionais como Integrados Neste Setor.
Veja assim que uma Situação:
Uma Empresa multinacional disponibiliza vagas como following:
- Encarregado;
- Sondador;
- ASSISTENTE de sondador;
- Plataformista.
O Candidato Que possui Cursos de QSMS, Primeiro Socorros, Combate a Incêndio, Curso de Operador de Sonda e Formação superior, FOI POR dispensado possuir Curso Superior, Além disso a Empresa investiu o Curso de Controle de Poço.
 
E Bastante desmotivador e decepcionante POR Parte de Superintendentes e Analistas de RH Que, avaliam somente o ritmo de Carteira e escolaridade.
 
Em Macaé-RJ a maioria das Empresas Só Contrata com Inglês Avançado, Que Lógica E Essa de Acar Que hum Trabalhador (Homem de convés) Vai ter Inglês Avançado??
 
Em Mossoró-RN, outra multinacional divulga vagas parágrafo Operador na Linha de cimentação, o MESMO Profissional se candidata e E POR dispensado possuir Curso Superior e possuir CNH Nao de Categoria E.
 
Tais situations desanima o Profissional parágrafo si UO Qualificar estabelecer hum Foco nd Carreira.
 
Faço Este Relato parágrafo Que SUA Pessoa relacionar os tais gargalos existentes Neste Setor.
 
DESDE JÁ sou grato POR SUA Atenção.
Atenciosamente;
Eng º Markqueit Marques B.:.      . 

abracos um todos!

Luiz Henrique




Quais são e como trabalham as pequenas e médias empresas que exploram petróleo no sertão do brasil em campos que não interessam mais à Petrobras.
Quando o assunto é exploração de petróleo no Brasil, a primeira imagem que vem à mente é a de imensas plataformas de aço espalhadas pela costa sudeste do país. É do mar que se retira quase a totalidade de óleo e gás natural e é no mar que a Petrobras, desde o final da década de 80, concentra grande parte de seus investimentos, principalmente no litoral do estado do Rio de Janeiro. O que poucos sabem é que 67% dos campos brasileiros ainda estão em terra firme, herança de um tempo em que os estudos sísmicos e os esforços tecnológicos apontavam para o interior do país. O volume de produção nesses campos ainda é bem modesto: são apenas 200 mil barris/dia extraídos do subsolo nacional (on-shore), ante 1,8 milhão das prospecções no mar (off-shore). Ou seja, o óleo que vem da terra responde por 10% da produção total, uma gota comparada ao que a estatal suga todos os dias no litoral.

Mas é justamente na terra que vem acontecendo uma pequena revolução, patrocinada por alguns idealistas do setor e outros tantos desbravadores dispostos a recuperar o óleo do sertão brasileiro. Desde o fim do monopólio da Petrobras, em 1997, alguns campos terrestres considerados economicamente irrelevantes pela empresa foram devolvidos à União, a maioria localizada na Bahia, no Rio Grande do Norte e em Sergipe. De posse desses campos maduros – denominação dada aos reservatórios com produção comprovada, embora pequena –, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) decidiu ofertá-los no mercado. O objetivo, desde o começo, era atrair a atenção de pequenas e médias companhias. As grandes, estrangeiras, mesmo após a abertura correram para o mar, seguindo o exemplo da Petrobras. A terra representava, portanto, um bom desafio para quem estivesse razoavelmente capitalizado e disposto a correr algum risco. O primeiro grande leilão dos campos maduros, ocorrido em 2005, durante a sétima rodada de licitações da ANP, ganhou o singelo nome de “rodadinha” e trouxe ao cenário nacional nomes como Aurizônia, Petrosynergy, Severo Villares, ENGEPET, Alvorada, Koch e pelo menos outras três dezenas de desconhecidas companhias, batizadas, a partir de então, como produtoras independentes de petróleo. Entenda por independente a empresa cujos rendimentos são obtidos exclusivamente da produção na boca do poço, sem operações de refino ou distribuição. São novatas que entraram na atividade movidas por duas razões, ao mesmo tempo distintas e complementares.

A primeira: das 29 bacias sedimentares terrestres existentes no Brasil, apenas 5% são exploradas. É o país com maior potencial para atividade on-shore. Com característica geológica semelhante à dos Estados Unidos, o Brasil perfurou, em seus 60 anos de história do petróleo, 23 mil poços terrestres. Os Estados Unidos abriram 4,5 milhões em um século e meio de extração, média de 30 mil por ano. Lá, a saga dos produtores independentes rendeu bons dividendos e chegou até o cinema, com filmes como Assim Caminha a Humanidade e, mais recentemente, Sangue Negro, exemplos de obras-primas que celebrizaram o tema. Hoje, as independentes americanas são responsáveis por 82% da produção doméstica de gás e 65% da produção de petróleo, segundo dados da IPAA (Independent Petroleum Association of America). Até a Argentina, que nem está no mapa mundial do petróleo, furou mais poços que o Brasil no ano passado. E a Rússia, segunda maior produtora do mundo, tem milhares de poços ativos que geram, em média, 60 barris/dia, uma produção semelhante à de alguns campos maduros no Brasil. A diferença, portanto, não é geológica. É numérica.

A segunda razão que faz brilhar os olhos dos independentes é o fato de que os investimentos no campo de Tupi e em outros reservatórios na camada pré-sal farão a Petrobras se concentrar cada vez mais nas explorações marítimas, abrindo espaço para que novas empresas operem suas áreas terrestres. É importante lembrar que os campos marginais devolvidos nos últimos anos não têm a mesma atratividade econômica daqueles ainda em poder da Petrobras. O futuro pode ser bem promissor. E o presente?




Abraços a Todos!
Luiz Henrique

CIEE/RJ: uma opção na busca por estágios de petróleo e gás

Central de estágios faz um balanço sobre as oportunidades do setor
NNpetro - Adriano Nascimento - 
O mercado aquecido do setor de petróleo e gás tem despertado o interesse de muitos estudantes devido à demanda de oportunidades e a perspectiva de crescimento profissional. Em resposta ao NNpetro, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), informou que possui parceria com 39 empresas na área de petróleo e gás, todas situadas no estado do Rio de Janeiro.
Na capital, a central de estágios destacou que atualmente conta com 44 estágios no setor e 47 vagas nos municípios do interior.  As cidades de Macaé e Campos dos Goytacazes, ambas situadas na região norte fluminense, foram destacadas como polos mercadológicos.
O CIEE/Rio comunicou que os cursos mais procurados de nível superior são: Engenharia de Petróleo e Gás; Tecnólogo em Produção de Petróleo e Gás; Engenharia de Petróleo; Gestão de Negócios em Petróleo e Gás; Engenheiro Mecânico e Engenheiro Elétrico.
Em relação aos cursos de nível médio, a central de estágios informou que Técnicos em Petróleo e Gás e Técnico em Mecânica são os mais buscados pelos estudantes na região fluminense.
“As empresas desse segmento realizam, em parceria com o CIEE/Rio, processos seletivos mais elaborados, com etapas de aplicação de provas de português e inglês, além de dinâmicas”, afirmou a instituição ao NNpetro.
A central de estágios tem em seu banco de dados cerca de 1.200 estudantes cadastrados nessa área. As vagas surgem regularmente e os processos são longos, em função das exigências dos setores de recursos humanos das empresas.

ANP quer aumentar leilões de petróleo em terra

Diretor da agência, Helder Queiroz esteve presente em seminário no RJ
Redação NNpetro - 
O diretor da Agência Nacional de Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP), Helder Queiroz, disse ontem (28) estar otimista com a realização da 11ª rodada de licitações de blocos exploratórios em maio do ano que vem, e afirmou que a partir desse leilão pretende colocar mais áreas em terra à venda.
“A 11ª rodada já sinaliza um pouco isso” declarou Queiroz, em seminário sobre gás natural, no Rio Janeiro. Ele complementou informando que “metade das áreas serão em terra e metade em mar”.
Segundo o executivo, os leilões de áreas em terra são primordiais para aumentar a oferta de gás natural no Brasil e evitar a escassez do produto. “Se um ano sem leilão já é ruim, imagina quatro”, afirmou, acrescentando que a tendência é realizar mais leilões.
De acordo com o diretor da ANP, a agência tem antecipado procedimentos internos de forma a reduzir o tempo de organização da rodada de 120 para até 90 ou 100 dias.
Caso o projeto de lei - que modifica a distribuição dos royalties do petróleo – seja levado ao Supremo Tribunal Federal (STF), Queiroz não sabe qual será o desfecho. “Está fora do nosso controle, não sei o que vai acontecer”.  
(Com informações da Folha de São Paulo e Exame)

Carreira: engenheiro químico fala sobre àrea de biocombustíveis


O engenheiro químico da Petrobras, Eduardo Falabella, fala sobre os novos desafios da profissão na área de biocombustíveis. O engenheiro relata que o profissional precisa ter conhecimentos profundos em matemática, química, sinética, entre outras disciplinas. Falabella conta que na Petrobras o engenheiro químico tem a oportunidade de criar, desenvolver e realizar novos projetos.

Estruturas de petróleo desativadas podem transformar fonte de vida?

Fonte: Coppe/ UFRJ - 
O retorno de peixes já desaparecidos no mar de Rio das Ostras tem sido a maior recompensa dos pesquisadores do Laboratório de Tecnologia Submarina da Coppe/UFRJ, que desenvolveram um projeto de instalação de recifes artificiais em um dos trechos mais bonitos do litoral fluminense.  Utilizando estruturas de petróleo desativadas na Bacia de Campos, o projeto, financiado pela Petrobras, fez retornar à  região   espécies de peixes como a enxada, o cherne e o peroá .
Estimulando o crescimento da fauna e da flora marinhas, os recifes artificiais no litoral de Rio das Ostras abriram uma oportunidade para comunidades pesqueiras artesanais e para a indústria petroleira e possibilitaram a criação de uma legislação específica. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) criou uma instrução normativa que passou a regulamentar a atividade, permitindo que outros projetos semelhantes fossem desenvolvidos no litoral brasileiro.
A instalação de  27 estruturas de aço, montadas com tubos reciclados da indústria petroleira, e 41 estruturas de concreto foi o início do projeto, após licenciamento do Ibama. Em formato de cubo ou pirâmide, as estruturas de aço têm entre seis e nove metros de altura. As de concreto, em forma de pirâmide, têm cinco metros de base e três metros de altura e foram instaladas para permitir a comparação com as de aço. Todas as estruturas foram instaladas em uma área de 20000 m², a oito quilômetros da costa e a 30 metros de profundidade.
Em poucos meses, os tubos de aço já começavam a ser revestidos por organismos marinhos. O processo foi acompanhado ao longo de cinco anos por uma equipe de 12 a 20 mergulhadores, incluindo biólogos, engenheiros e técnicos.  Eles acompanharam a integridade das estruturas e quantificaram os peixes que apareciam na área, informação comparada à de um censo realizado antes da instalação dos recifes artificiais.
Os pesquisadores da Coppe partiram de experiências anteriores no Japão e nos Estados Unidos para adaptar a técnica de uso do material das plataformas às necessidades locais e desenvolveram braçadeiras especiais para fazer os encaixes dos tubos sem necessidade de solda. “O sucesso do nosso projeto serviu de modelo para várias regiões do país”, diz o técnico do LTS responsável pelas operações de mergulho Marcos Pedreira Silva, ressaltando, no entanto, que a instalação de recifes artificiais depende de uma avaliação prévia dos impactos na região e nas comunidades vizinhas. 
Além do Laboratório de Tecnologia Submarina da Coppe e da Petrobras, participaram do projeto em Rio das Ostras também o Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), que fez os estudos biológicos, e a Federação de Pescadores do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

Carreira: Pedagoga fala sobre educação corporativa


A pedagoga da Petrobras, Eleonora Taveira, explica como é o trabalho de uma orientadora dentro de uma empresa do setor de petróleo e gás. Para Eleonora, o maior desafio do pedagogo numa organização como a Petrobras, é conseguir perceber o que pode ser feito junto ao funcionário para cumprir as metas estratégicas da companhia.
(Com informações canalpetrobras)

Preciso de um estágio! E agora?

Saiba as dicas para conquistar uma vaga e destacar-se no setor de O&G
NNpetro - Adriano Nascimento - 
A busca para suprir a falta de mão de obra qualificada no setor de petróleo de gás está direcionando, principalmente os estudantes, a escolherem uma profissão ligada ao segmento. Entretanto, na hora de procurar um estágio muitos universitários cometem alguns equívocos que podem lhe custar à desclassificação num processo seletivo.
Em entrevista ao NNpetro, a  especialista em recrutamento e seleção da Fundação Mudes, Cintia Monteiro, alerta que o programa de estágio está sendo visto pelos estudantes de uma forma inadequada. “O principal equívoco é buscar valores financeiros ao invés de buscar aprendizado. No programa de estágio se busca aprendizado, conhecimento e prática”, afirma.
De acordo com a profissional, é importante estar bem informado e atento ao setor de petróleo e gás, analisando suas tendências e mudanças; demonstrar interesse na empresa; pontualidade; postura adequada no ambiente de trabalho e iniciativa são primordiais para o estudante se destacar durante o período de estágio.
Segundo Monteiro, as empresas ligadas ao setor de petróleo e gás procuram estudantes que buscam aperfeiçoamento dos conhecimentos técnicos em sua área de formação, bons conhecimentos de inglês, domínio do pacote Office e dependendo das atividades desenvolvidas, desenvoltura nos programas Autocad ou SolidWorks.
Cursos associados ao setor de O&G
Engana-se quem pensa que somente os estudantes de engenharia de petróleo e gás serão absorvidos pela indústria petrolífera. Além dos diversos cursos técnicos disponibilizados em centros de qualificação profissional, os universitários de outras áreas da Engenharia também são requisitados pelas companhias do setor.
“Há uma demanda grande por estagiários da área de Engenharia, principalmente de habilitações como Produção, Química e Mecânica. Mas, as empresas também oferecem oportunidades para Geologia, Química e Administração”, declarou Cintia Monteiro, da Fundação Mudes, localizada no Rio de Janeiro.