TURMA DO PETRÓLEO

TURMA DO PETRÓLEO

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Preparatório para o concurso da PPSA – Agora aos Sábados

Sobre o curso:
A Pré-Sal Petróleo S.A., ou PPSA, é uma empresa estatal recentemente criada para gerenciar todos os contratos do Pré-Sal. Este concurso é, sem dúvida, uma excelente oportunidade para quem deseja se tornar funcionário concursado de uma das mais importantes empresas no cenário petrolífero. Por ser seu primeiro concurso é ideal para candidatos com grande ambição de crescimento profissional no Setor.
Público-alvo: Nível Superior
Calendário: aos Sábados, (08:00-18:00)
Próxima Turma: 07/03/2015 – 28/03/2015
Local: Rua da Candelária, 9 – Centro – Rio de Janeiro/RJ.
Investimento: R$1.100,00 (desconto para inscrições antecipadas)
Inscrição:
(21) 2203-0153
(21) 2203-1230
A PPSA contratará 150 pessoas em seu primeiro concurso público, que ainda não tem data prevista.
O programa do Clube do Petróleo foi desenvolvido por nossos principais especialistas em concursos do Setor, orientados pela lei 12.304/10, que autorizou a criação da PPSA, e pelo Decreto 8.063/13, que criou a empresa.
O objetivo deste curso, neste primeiro momento, é focar apenas no essencial, no que vai cair praticamente com certeza. Por esta razão, teremos um curso mais rápido e objetivo, para impulsionar aquele candidato que escolheu aproveitar a vantagem de começar a estudar antes dos outros.
10428648_701771496543085_7805512696783020645_nPrograma (testado e aprovado)
– Legislação Aplicada à PPSA
– Contrato de Partilha
– Consórcios no Pré-Sal
– Comercialização de Petróleo ( doutrina e prática )
– Auditoria dos Custos de Petróleo
– Contratos de Comercialização de Petróleo
– Princípios Regulatórios do Petróleo perante a PPSA
– Medição & Vazão da Produção de Petróleo
– Conteúdo Local
– Dicas de Redação
Cabe lembrar que as vagas, tanto para o curso, quanto para o concurso, são limitadas. Por este motivo, aqueles que desejarem garantir seu lugar não devem deixar para a última hora.

Petrobras anuncia descoberta de óleo no pós-sal.


A Petrobras anunciou, ontem, a descoberta de novas acumulações de petróleo em duas áreas de concessão nos blocos marítimos da Bacia de Campos (BM-C-35), no norte do estado do Rio.
De acordo com nota emitida pela companhia, “a descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRSA-1289-RJS (nomenclatura ANP) / 1-RJS-737 (nomenclatura Petrobras), informalmente conhecido como Basilisco”.
O poço está localizado a aproximadamente 143 quilômetros da cidade de Armação de Búzios, na costa do estado do Rio e em profundidade de 2.214 metros.
Segundo a Petrobras, “as acumulações são de óleo pesado e ocorrem em dois diferentes níveis de reservatórios, em profundidades de 3.190 metros e 3.521 metros”.
Em nota, a estatal detalha que o consórcio do BM-C-35, formado pela Petrobras (operadora com 65%) em parceria com a BP (35%) dará continuidade às operações necessárias para avaliar a extensão das descobertas, como também o potencial exploratório da concessão.
Empresa Brasileira de Comunicação e Agência Petrobras

Petrobras conclui 1º carregamento de nafta petroquímica de Abreu e Lima.

A Petrobras realizou  o primeiro carregamento de nafta petroquímica da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), dando início à programação de venda do produto. A nafta petroquímica será entregue ao cliente Braskem, grupo petroquímico com unidades em vários pontos do País. Do total de 56 mil e 650 metros cúbicos (m³) produzidos até o momento pela RNEST, foram expedidos neste primeiro carregamento 18 mil e 63 m³ do produto. O navio FSL Singapore, atracado no Porto de Suape, em Pernambuco, foi carregado com este volume e seguirá para São Sebastião, em São Paulo, onde será concluída a venda da nafta petroquímica para a Braskem.
A nafta petroquímica é produzida na Unidade de Destilação Atmosférica da RNEST, enviada aos tanques de armazenamento dentro da refinaria, certificada nos padrões da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e posteriormente bombeada para navio, com apoio logístico da Transpetro.
A partir da nafta petroquímica, insumos petroquímicos como eteno, propeno, butadieno, benzeno e xileno são produzidos na Bahia, em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Em seguida, estes produtos intermediários são transformados na própria Braskem, e também por seus clientes, em plásticos como polietileno, polipropileno, poliestireno e PET, além de borrachas sintéticas, fios de náilon e diversos outros produtos usados pela indústria nacional.
O consumidor final visualiza o resultado da indústria petroquímica já na forma de automóveis, eletrodomésticos, embalagens, produtos têxteis, detergentes e diversos outros materiais e bens que estão incorporados à vida quotidiana.
tribunahoje.com

Extração de petróleo: possível ‘gatilho’ de terremotos mortais na Itália.


 
A região italiana da Emilia-Romagna suspendeu nesta terça-feira uma nova perfuração após a divulgação de um relatório que aponta a exploração de hidrocarbonetos como um provável "gatilho" para dois terremotos que mataram 26 pessoas em 2012.
O informe científico foi encomendado depois dos tremores, em meio a um clima de revolta popular provocado pelos supostos vínculos do movimento telúrico com atividades de perfuração, particularmente em um campo petrolífero de uma usina de armazenamento de gás e em outra usina geotérmica da região.
Segundo o relatório, a atividade nos campos de petróleo de Mirandola "podem ter contribuído para provocar a atividade sísmica em Emilia" embora não a tenha "induzido".
O documento indicou que o mais recente tremor na região e o primeiro terremoto em 20 de maio estavam "estatisticamente relacionados com um aumento da extração e da atividade de injeção" em um dos campos de Mirandola.
A extração e a injeção "podem ter contribuído para a ativação de um sistema de falhas pré-estressadas já próximo das condições necessárias para produzir um terremoto significativo", destacou.
O informe foi elaborado por um comitê internacional de cientistas liderado por Peter Styles, professor de Geofísica Aplicada na Universidade Keele, na Grã-Bretanha.
O documento recomendou estudos mais aprofundados, um sistema de avaliação para quaisquer novas atividades de exploração de hidrocarbonetos e geotérmica, além de um monitoramento maior das existentes.
Também destacou que um "sistema luminoso de tráfego operacional" deveria ser criado para indicar quaisquer instalações de perfuração sobre níveis crescentes de estresse nas falhas.
Com base no relatório, as autoridades de Emilia-Romagna informaram que estão ampliando uma proibição nas atividades de perfuração na área do terremoto para toda a região.
"Qualquer nova exploração será proibida na região até que novos dados sejam reunidos", disse Paola Gazzolo, autoridade regional encarregada de questões relacionadas à terra.
Pequenos tremores em Grã-Bretanha, Canadá e Estados Unidos foram vinculados à prática de fratura hidráulica ou "fracking" para a extração de hidrocarbonetos, embora nenhuma tenha sido fatal.

Segurança nas plataformas já foi tema na CPI da Petrobras no Senado.

 SÃO PAULO – A falta de segurança nas plataformas de exploração de petróleo no país já foi sinal de preocupação de parlamentares e sindicalistas.
Em julho do ano passado, a diretora-geral da ANP (Agência Nacional de Petróleo), Magda Chambriard, compareceu a CPI da Petrobras do Senado para prestar depoimento acerca das condições de segurança e fiscalização nas plataformas.
Na ocasião, Chambriard admitiu que a agência não fiscaliza plataformas que são lançadas ao mar sem terem iniciado as atividades de exploração de petróleo.
“Nas plataformas de produção, a ANP só inicia sua atuação quando a plataforma inicia também sua produção”, afirmou.
“Quando uma plataforma sai do estaleiro, ela não tem a obrigatoriedade de estar 100% pronta. Pode se concluir na locação. Não há regulamentação da ANP que impeça o operador de fazer isso. Mas o operador tem que submeter à ANP a análise de risco desse procedimento”, disse.
Na época, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e empregados da Petrobras cobravam a ANP maior fiscalização nas condições de trabalho nas plataformas de produção espalhadas pelo litoral brasileiro.
Folha de São Paulo

FIM DAS BARREIRAS DE ACESSO A GASODUTOS PODE IMPULSIONAR MERCADO DE GÁS NO BRASIL

Por Daniel Fraiha (daniel@petronoticias.com.br) - 
Marcio Balthazar, Presidente da Nat GasA Lei do Gás, promulgada em 2009, veio para acabar com uma série de problemas apontados pela indústria brasileira no passado, mas, passados quase seis anos, a situação do mercado de gás nacional continua sem muitas mudanças em termos de controle – concentrado na Petrobrás – e expansão – sem perspectivas de ampliação da malha dutoviária. O presidente da consultoria Nat Gas, Márcio Balthazar, ex-funcionário de carreira da estatal, defende que haja novas mudanças na lei e acredita que o principal fator a ser modificado são as barreiras de acesso a gasodutos de transporte. Depois de trabalhar de 1974 a 2008 na Petrobrás, chegando ao cargo de gerente de desenvolvimento de negócios, Balthazar não entende o sentido de uma estrutura tão verticalizada para a estatal, e diz que a venda de participação – mesmo que mantendo o controle – nas distribuidoras de gás e nos ativos de transporte poderia ser uma medida interessante para deixar a companhia mais leve, além de capitalizá-la, sem gerar perda no foco de sua expansão. “A Petrobrás ser dona de 100% dos gasodutos é uma coisa que não se justifica. O core business, a essência, de uma empresa de petróleo é exploração e produção. Todo o resto é atividade meio”, afirma.
Além disso, o executivo critica a falta de planejamento no Brasil, apontando a Empresa de Pesquisa Energética como “apenas reativa”, e cita o exemplo do Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário (Pemat), que foi aguardado por quatro anos, mas praticamente não trouxe novidades, somente um gasoduto de 11 quilômetros, para atender exclusivamente à necessidade da Petrobrás. Outro ponto defendido por Balthazaré a possibilidade de o País investir em pequenos terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL), como é feito no Japão, para o escoamento por meio de navegação de cabotagem. “Cerca de 80% da produção e do consumo do Brasil estão nas regiões Sul-Sudeste. A grande âncora de consumo é o mercado industrial, que está mais concentrado nessas regiões, focado mais ainda no litoral. Então acho que este seria o modelo ideal para o Brasil, dadas as dimensões do País”, diz.
Como foi a criação da Nat Gas?
Comecei na Petrobrás em 1974, passei por diversas áreas, pela Petrofértil, virei gerente de desenvolvimento de negócios e me aposentei em 2008. Depois fui para a El Paso, ajudei em alguns projetos deles, e, quando saí, em 2010, fui chamado pela Supergabras para ajudá-los a entender como funcionava o segmento de gás natural, principalmente na parte de distribuição a granel, em que eles poderiam entrar. Então me contrataram e fiquei um ano e pouco lá. Depois criei a Nat Gas, tendo a Supergasbras como cliente.
O foco da consultoria é na área de gás?
Gás e óleo. Depois disso, participei do desenvolvimento de alguns novos campos, da viabilização comercial deles. O grande problema no Brasil hoje para quem está trabalhando offshore é como vai escoar o gás, e eu atuo com esse foco. Já existem muitas grandes ideias, mas de concreto é a canalização para terra, tratar e colocar para distribuição.
Sabemos que o volume de gás produzido no pré-sal está crescendo muito e que o Rota 3 não será suficiente para esse escoamento nos próximos anos. Como você vê isso e o que acha que seria a melhor solução?
O que a Petrobrás fala sempre que esse assunto é abordado é que primeiro eles não têm assim tanto gás, e o gás que têm, ou eles queimam na plataforma ou reinjetam no próprio campo. Nunca dão números mais precisos quando se pergunta sobre volumes. Mas não tenho dúvida de que vai ser necessário um sistema de dutos para escoar esse gás. Acho que alternativas como GNL embarcado, geração elétrica em plataforma e transmissão submarina não são as ideais para nós no horizonte que temos agora no Brasil. Mas uma boa ideia pode ser a criação de pequenos terminais de GNL pelo litoral do país, para o transporte por meio de cabotagem.
Como funcionaria isso?
Cerca de 80% da produção e do consumo do Brasil estão nas regiões Sul-Sudeste. A grande âncora de consumo é o mercado industrial, que está mais concentrado nessas regiões, focado mais ainda no litoral. Então acho que o modelo ideal para o Brasil, dadas as dimensões do País, seriam pequenos terminais de liquefação. É um conceito que vem se expandindo lá fora, à medida que já se consegue um sistema de movimentação criogênica de GNL em pequena escala. Então você tem movimentações menores. Um exemplo disso é o Japão, onde todo o GNL é importado e, quando ele chega à costa, é transportado por meio de cabotagem para pequenos terminais, que são muito mais baratos. No Brasil seria interessante começar a fazer isso para auxiliar o sistema, antes de entrar na expansão da malha de transporte.
Mas isso seria mais para importação, não?
Não. Digamos que tenha um grande fluxo em um ponto, como o pré-sal. Coloca-se um grande terminal de liquefação ali, e dali vai transportando para outras localidades ou até exportando. Acho que isso é uma possibilidade.
E com a chegada do gás à costa, como você acha que deve se configurar o mercado de downstream?
Uma alternativa que eu venho defendendo é que, além de ter que eliminar as barreiras de acesso, todas as UPGNs (Unidades de Processamento de Gás Natural) têm que fazer parte do sistema de transporte, porque afinal de contas você tem que especificar o gás para ele poder ter acesso ao gasoduto de transporte. Então a atividade de tratamento de gás é muito menos uma atividade industrial, de refino e processamento, e muito mais ligada ao próprio transporte. Mas o passo fundamental é acabar com as barreiras de acesso.
Como elas funcionam no sistema atual?
A Petrobrás controla 100% do sistema de transporte no Brasil e alguns gasodutos são sujeitos a regimes de exclusividade. Tem que acabar isso, mudar a lei para isso. O que não é possível é ter – e a Petrobrás tem – sócios no sistema que precisam escoar o gás para terra e ter uma barreira de acesso. Exemplo: eu sou sócio da Petrobrás num campo, mas na hora de escoar minha parcela de produção de gás vou ter que vender para ela, porque não consigo ter acesso à rede. Não consigo comercializar meu gás no sistema. Isso tem que acabar.
Mesmo que a lei permita isso, enquanto a Petrobrás for a dona dos gasodutos, na prática vai continuar acontecendo o mesmo, não?
Não necessariamente. Tendo livre acesso, é uma questão de se pagar a tarifa. Outro ponto é esse. A Petrobrás ser dona de 100% dos gasodutos é uma coisa que não se justifica. O core business, a essência, de uma empresa de petróleo é exploração e produção. Todo o resto é atividade meio. Até o refino. Ela não precisa controlar todo o sistema de transporte para escoar o seu gás. O sistema de transporte é como se fosse uma estrada, uma rodovia. A Petrobrás não precisa ser dona de todas elas para levar seu gás.
O gasoduto Itaboraí-Guapimirim não é um primeiro passo nessa mudança?
São 11 quilômetros só. É um gasoduto muito pequeno e que só atende à própria Petrobrás nesse caso.
Quais devem ser as mudanças na lei, na sua opinião?
A lei do Gás não responde à maior parte dessas questões. Ela ainda tem reserva de mercado, tem regimes de exclusividade. Primeiro tem que acabar com regimes de exclusividade. Tem que ter acesso livre para qualquer eventual carregador.
Mas a Petrobrás investiu em todos esses gasodutos, seguindo a lei antiga. Essa mudança, se fosse retroagir aos gasodutos já existentes, não deveria gerar uma indenização à Petrobrás?
Não, não. Ela vai receber tarifa como proprietária – uma tarifa justa pelo serviço –, e não precisa ser indenizada. Agora, ela só seria obrigada a dar acesso se o sistema tivesse capacidade para isso. Se ela tem um contrato para um gasoduto de transporte, ele vai continuar em vigor. No mundo, um carregador se apresenta para o regulador e demonstra que quer fazer uma movimentação. Então alguma coisa tem que ser feita. Se o transportador não fizer, abre-se uma licitação para outro transportador. O fato de abrir acesso não vai tirar o direito da Petrobrás de transportar o seu gás.
Além disso, não adianta ter alguns gasodutos liberados e outros não. Porque se, por exemplo, uma empresa precisa levar uma carga do Rio ao Paraná, mas tem acesso somente até São Paulo, o transporte é inviabilizado.
Qual sua sugestão além do fim dessas barreiras de acesso?
A Petrobrás poderia adotar em seu sistema de transporte o mesmo modelo que usa na TBG – responsável pelo Gasoduto Bolívia-Brasil –, em que ela tem 51% de participação no Brasil. Se considerar o trecho da Bolívia, ela tem menos de 50%. Então qual o problema de adotar esse modelo? Acho que seria bom para a empresa e para o País se ela desinvestisse em ativos de transporte. Ela participa de quase todas as distribuidoras de gás do Brasil, a não ser da CEG e de duas de São Paulo. Por quê? Ela não tem vantagem nisso.
Por que você acha que isso vem sendo mantido?
Por uma questão histórica, talvez. A Petrobrás entrou no processo das distribuidoras como forma de constituir essas distribuidoras para que elas tivessem seus contratos com o gás boliviano. Ela participa de todas, mas, do ponto de vista regulatório, não há nada que justifique um produtor de gás participar do sistema de distribuição. Ele não tem nenhum benefício por ser acionista. A Petrobrás é uma das empresas de petróleo mais verticalizadas no mundo.
Qual a solução que você acredita para isso? A privatização dessa área da Petrobrás?
Acho que temos que falar de alternativas viáveis, até do ponto de vista político. Então ela não precisa privatizar a área de downstream. Se ela admitir entrar no processo de avaliação de ativos e admitir sócios, por exemplo, numa TAG, que controla todos os ativos de gás natural, ela vai ficar mais leve. Vai funcionar mais leve, com um processo de governança corporativa mais transparente. Isso pode ser feito inclusive sem que ela abra mão do controle, mas de 49%, por exemplo. Ela iria se capitalizar com um volume que poderia financiar outras atividades e melhoraria sua situação.
Acredita que haveria investidores interessados?
Sem dúvida. O que o Brasil precisa é de seriedade nos contratos. Investidores privados para esses ativos não faltariam. Um negócio em que se tem a Petrobrás e outros produtores garantindo a demanda, não vai faltar dinheiro de investidores interessados.
Como vê o planejamento energético e da malha de dutos no Brasil?
Esse País não tem planejamento energético. A gente vê uma EPE (Empresa de Pesquisa Energética) apenas reativa. O Pemat (Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário), que era tão esperado – foi aguardado por quatro anos –, quando saiu, veio um calhamaço de 280 páginas, com apenas um gasoduto de 11 quilômetros. Falaram de quilombola, de um monte de coisas, e a única recomendação foi o gasoduto Itaboraí-Guapimirim, de 11 quilômetros. É brincadeira. E esse é um dos maiores problemas: a absoluta falta de planejamento.
É preciso um planejamento de 10 anos, bem desenvolvido, do ponto de vista ambiental, econômico, de demanda da Petrobrás, de regularidade das rodadas de petróleo. Isso é fundamental. Não podemos ficar simplesmente reagindo às circunstâncias, ao invés de ter uma postura ativa. 

POLÍCIA FEDERAL VAI INVESTIGAR EXPLOSÃO NO FPSO CIDADE DE SÃO MATEUS

FPSO Sao Mateus adernandoComo se já não tivesse investigações suficientes sobre suas condutas, a Petrobrás será alvo de mais um inquérito da Polícia Federal, agora em função da explosão ocorrida no FPSO Cidade de São Mateus, no Espírito Santo, que deixou pelo menos cinco mortos, com quatro pessoas ainda desaparecidas.
Nesta sexta-feira (13), uma equipe vai fazer um sobrevoo no entorno da plataforma, para avaliar a situação e definir por onde começarão os trabalhos, mas já há duas linhas de investigação definidas pelos agentes: homicídio culposo e incêndio qualificado – por ter ocorrido em embarcação.
A Polícia Federal estipulou 30 dias como prazo inicial para a conclusão do inquérito, mas o órgão não pretende fazer novas declarações, “para não atrapalhar o rumo das investigações”.
A ANP divulgou um comunicado afirmando que a responsável pelas consequências do acidente é a Petrobrás, por ser a concessionário do bloco onde a plataforma atua – nos campos de Camarupim e Camarupim Norte –, apesar de o FPSO pertencer à BW Offshore, que também o opera.
A BW Offshore informou no início da tarde desta sexta que confirmou a retirada dos corpos das cinco vítimas da unidade e disse ter enviado uma equipe de especialistas “para avaliar se as condições são seguras para permitir as buscas e a continuidade dos esforços de resgate”.
Até agora, não há indícios dos quatro desaparecidos. Do total de 26 feridos, 19 já foram liberados depois de atendidos nos hospitais locais.
A empresa dona do FPSO afirmou ainda que o casco do navio ficou intacto, a produção foi interrompida e a plataforma, desligada

DEZ NOVOS DUTOS SUBMARINOS SÃO INSTALADOS NO CAMPO DE SAPINHOÁ NORTE

ilhabela
No último mês, dez dutos submarinos de produção começaram a ser instalados no campo Sapinhoá Norte, no bloco BM-S-9, no pré-sal da Bacia de Santos, onde está localizada a FPSO Cidade de Ilhabela. Os dutos são do tipo rígido e serão instalados em profundidade de 2.240 metros, permitindo o aumento da capacidade de coleta da plataforma, subindo dos atuais 30 mil barris de óleo por dia (bpd) para a 150 mil bpd, sua capacidade máxima.
Na parte sul de Sapinhoá, a FPSO Cidade de São Paulo já alcançou seu pico de produção, com cerca de 132 mil barris de óleo equivalente produzidos por dia. O consórcio BM-S-9 é formado pela Petrobrás, operadora com 45% dos ativos, BG E&P Brasil, com 30%, e Repsol Sinopec Brasil, detentora dos 25% restantes.
O campo teve sua atividade de operação iniciada em fevereiro de 2013, com o navio-plataforma Cidade de São Vicente, no mesmo bloco BM-S-9. Sua produção inicial foi limitada a 15 mil bpd durante os seis primeiros meses. Com os novos dutos, a produção aumentará em dez vezes, quando comparada à produção inicial.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015


PLANO DE PERFURAÇÃO

Ceará deve ter mais poços em terra até 2017



O campo exploratório da Fazenda Belém, descoberto em 1980, é um dos alvos da estatal para os investimentos

Ainda considerada pequena e desenvolvendo uma trajetória descendente nos últimos anos, a produção de petróleo no Ceará pode dar um salto significativo em um futuro próximo, a partir da exploração de poços em águas profundas e de mais investimentos em campos exploratórios antigos, como a Fazenda Belém. De acordo com a assessoria de imprensa da Petrobras, a estatal já está analisando um "projeto para perfuração de novos poços terrestres no campo da Fazenda Belém a partir de 2014".

A estatal também tem aplicado em técnicas para elevar a produtividade dos poços já existentes, o que já resultou em uma média diária de produção, até março de 2013, maior que a registrada em igual período de 2012

A intenção de ampliar a exploração na área vem sendo demonstrada pela estatal, com a perspectiva de perfurar cerca de mil novos poços no local até 2018, o que quase triplicaria a produção de petróleo em terra da empresa no campo exploratório da Fazenda Belém, descoberto em 1980.

A área está localizada na parte Norte da Bacia Potiguar emersa, na plataforma de Aracati. A região tem como principal reservatório produtor a formação Açu, com o óleo sendo considerado "pesado", de alta viscosidade.

Outro em águas profundas
Outro ponto que deve contribuir para elevar a produção de petróleo no Estado são os recentes investimentos da Petrobras na exploração de poços em águas profundas em território cearense. De acordo com a assessoria da estatal, atualmente, há mais um poço em águas profundas em perfuração no Estado: o Prospecto de Ararauna (1-BRSA-1158-CES), na Bacia Potiguar. Este é o terceiro poço perfurando pela estatal em águas profundas no Ceará.

Em fevereiro deste ano, a Petrobras concluiu, após cinco meses de trabalho, a perfuração do segundo poço em águas ultraprofundas no Ceará, denominado Canoa Quebrada (1-BRSA-1114-CES), e constatou "indícios de hidrocarbonetos" (petróleo e gás). Segundo a estatal, a descoberta já foi informada à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O volume do petróleo descoberto, contudo, ainda não foi divulgado pela empresa.

Já sobre o primeiro poço em águas profundas perfurado no Ceará, o Pecém (1-BRSA-1080), onde já havia sido confirmada a existência de petróleo, a Petrobras diz que o estágio é de conhecimento de área, "não sendo possível mensurar o volume de hidrocarbonetos encontrado" e garante que o poço ainda não se encontra em produção.

A estatal lembra que a descoberta do Pecém motivou o Plano de Avaliação de Descoberta (PAD), que está pendente de aprovação na ANP. Segundo a assessoria da Petrobras, somente depois que o plano for aprovado e for executado seu plano de trabalho, será possível avaliar os impactos que terá na produção de petróleo do Ceará.

O Poço Pecém foi listado no balanço do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) como uma das maiores ocorridas no País entre janeiro de 2011 e dezembro de 2012.

Licença
Em fevereiro deste ano, a Petrobras obteve do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) a Licença de Operação para a exploração dos blocos BM-POT-16 e BM-POT-17, a cerca de 41,5 km da costa do município de Icapuí, no Ceará. Os blocos estão localizados na Bacia Potiguar, que inclui os territórios do Ceará e do Rio Grande do Norte.

Ao todo, devem ser explorados cinco novos poços em território cearense nesses dois blocos, sendo o primeiro deles o Ararauna. Os demais poços previstos são denominados como Jandaia, Louro, Tango e Xaxado.

Estratégia
Para reverter o declínio da produção de petróleo no Ceará, que chegou a 57,4% entre 2001 e 2012, além dos novos investimentos, a Petrobras tem aplicado em técnicas para elevar a produção dos poços já existentes.

Na área marítima, a estatal tem adotado o sistema de bombeio centrífugo submerso para levar o petróleo à superfície e o método de injeção de água, que auxilia no aumento do volume do óleo extraído do reservatório. Já na área terrestre, ela utiliza unidades de bombeio (cavalo de pau) e o método de injeção de vapor aquecido nos poços de petróleo. "Como resultado, a média diária de produção realizada até março de 2013 está maior que a média diária realizada em 2012", observa a estatal.

Plano de Negócios e Gestão
Conforme a Petrobras, no atual Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, a companhia pretende investir US$147,5 bilhões na exploração e produção de Petróleo. Sendo US$24,3 bilhões na exploração e US$106,9 bilhões na produção.

A Petrobras destaca ainda que, somente em 2012, foram investidos 21,9 bilhões em produção e exploração de petróleo.

Já em relação à bacia Potiguar, a companhia informou que os investimentos se manterão estáveis nos próximos anos e em níveis similares aos realizados nos últimos anos.

ÂNGELA CAVALCANTE/DHÁFINE MAZZAREPÓRTERES

Novos Blocos: Exploração no Estado vai demorar até 7 anos
Rio de Janeiro. A etapa de exploração dos 11 blocos da Bacia do Ceará (todos em águas profundas) que serão oferecidos hoje em leilão da Agência Nacional de Petróleo (ANP) durará até sete anos - divididos em duas fases -, os quais irão anteceder a etapa de produção. Assim, dados detalhados sobre qualidade e quantidade de petróleo nos blocos licitados hoje só deverão ser conhecidos entre 2018 e 2020.

Diretor de Exploração da ANP, Florival Carvalho, diz que o Poço Pecém, onde foi descoberto petróleo em águas profundas no Ceará, terá resultados mais concretos sobre o seu potencial entre seis e 15 meses.

Conforme o diretor da área de Exploração da ANP, Florival Carvalho, a primeira fase da exploração - que, no caso do Ceará, durará até cinco anos - será caracterizada por uma série de análises, como os estudos sísmicos na área da bacia, para que se possa ter uma ideia melhor da possibilidade de existência e qualidade do petróleo no local.

Após esse período, a empresa responsável pela exploração no local terá que decidir se irá devolver a concessão para intervir na bacia ou se continuará na análise. Caso pretenda prosseguir, entrará na segunda fase do processo, que irá durar dois anos e durante a qual terá de ser construído um poço - usado ainda para a exploração, e não produção.

Pecém

A respeito do poço denominado Pecém, através do qual foi descoberta a existência de petróleo em águas profundas do Ceará, o diretor afirmou que, como as constatações se deram em agosto último, os resultados mais concretos sobre o potencial da área provavelmente serão apresentados pela Petrobras em um prazo aproximado de nove a 15 meses, já que essa etapa costuma demorar entre um ano e meio e dois anos. Ele acrescenta que, após essa etapa, a estatal ainda levará em torno de "dois ou três anos" para iniciar o processo de instalação de uma plataforma para a produção. Isso caso esse investimento seja considerado viável. Desse modo, a produção de petróleo na região, caso ocorra, deve demorar ainda cerca de cinco anos. Conforme Carvalho, a mão de obra necessária para a etapa de exploração dos novos blocos será formada por profissionais altamente qualificados e em pouca quantidade. Embora o número de trabalhadores necessários à perfuração de um poço de exploração varie conforme as condições do lugar, informa, é demandada uma equipe de 15 a 20 pessoas por turno para desempenhar esse trabalho. O impacto mais significativo que deve ocorrer, quanto à geração de postos de trabalho nesse período, afirma, é sobre os empregos indiretos, ligados principalmente ao transporte e à alimentação dos funcionários contratados para executar o serviço.

Impacto na Premium II
Sobre a expectativa de que a refinaria Premium II, em São Gonçalo do Amarante, seja instalada no Estado nos próximos anos, a diretora geral da ANP, Magda Chambriard, disse acreditar que o fato não deverá pesar na escolha dos investidores, uma vez que a etapa de exploração - que antecede a de produção - deverá se estender até depois do início da operação do empreendimento cearense. "Hoje, temos as nossas refinarias no gargalo, mas temos outras previstas. Vamos ter a de Pernambuco até 2015, vamos ter o Comperj no Rio de Janeiro e Premium I (no Maranhão) e II. Não vai dar tempo, porque a exploração demora de cinco a oito anos. Até lá, as refinarias já vão estar ´tinindo´".

Mesmo com as novas unidades de refino, salienta a diretora, a posição geográfica das bacias ofertadas deverá ser um fator mais importante na escolha dos investidores. "O interesse das empresas é também de refinar, mas é (principalmente) de pôr o maior valor possível no seu óleo. O óleo ali é caro porque está mais perto dos Estados Unidos e da Europa do que a Bacia de Campos", comenta.

Ela informa que o transporte marítimo de petróleo feito das bacias na margem equatorial aos mercados norte-americano e Europeu é em torno de cinco dias mais rápido do que o deslocamento da carga a partir de estados do Sudeste.

Licitação
A 11ª Rodada de Licitações inicia hoje e, caso não haja tempo de receber as ofertas para todos os 289 blocos oferecidos, continuará amanhã. Esta é a edição com o maior número de empresas habilitadas a participar: 64.

Cada empresa deverá apresentar propostas contendo três itens: bônus de assinatura (o quanto ela pagará pela concessão), com peso de 40% no cálculo para determinar a melhor proposta, programa exploratório mínimo (um plano de trabalho descrevendo ações), também com peso de 40%, e conteúdo local (percentual de aquisição de bens e serviços nacionais), com peso de 20%. O prazo de concessão oferecido pelo lote é de cinco a oito anos de exploração, somados a 27 anos de produção. Entre os 11 lotes oferecidos na Bacia do Ceará, o menor bônus de assinatura é de R$ 4,5 milhões, enquanto o maior é de R$ 8,3 milhões.

JOÃO MOURA*REPÓRTER
Boa Noite a Todos!

Depois de um grande afastamento estou novamente na ativa,isso me da uma grande alegria de encontra a todos.
Muita gente questiona se ainda vale estudar para Petróleo e Gás,Sim ..... o mercado não para e a falta de profissionais é um grande fator disso.
Sempre é necessário a capacitação e a reciclagem sobre muitos temas e o treinamento dará uma destaque que você tanto procura.
Bem sejam todos novamente Bem Vindos a nossa casa e muitas informações.
Abraços

segunda-feira, 17 de março de 2014

QUEM LEMBRA DAS MINHAS AULAS E PALESTRAS EU COMENTEI SOBRE ISSO!!!!

Descoberta primeira acumulação de petróleo em águas profundas da Bacia Potiguar

17 de dezembro de 2013 / 20:56 Informes
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Leia nosso comunicado,sobre descoberta na Bacia Potiguar:
“A Petrobras comunica a descoberta de uma acumulação de petróleo na concessão BM-POT-17, a primeira em águas profundas da Bacia Potiguar, na sua porção localizada no estado do Rio Grande do Norte.
A descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRS-A-1205-RNS (1-RNS-158), informalmente conhecido como Pitu, em profundidade de água de 1.731 metros e localizado a cerca de 55 km da costa do estado do Rio Grande do Norte.
O intervalo portador de petróleo líquido foi constatado por meio de perfis e amostragens de fluido que serão caracterizados por análise de laboratório. O poço ainda está sendo perfurado a uma profundidade de 4.197 metros e a perfuração prosseguirá até 5.028 metros.
A Petrobras é a operadora da concessão BM-POT-17, com 80% de participação, em consórcio com a empresa Petrogal Brasil S.A., que detém 20%.
Em decorrência de processo de Farm-out, em andamento, e depois de obtida a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a BP Energy do Brasil Ltda passará a atuar como concessionária e as participações das consorciadas no BM-POT-17 serão: Petrobras (40%), BP Energy do Brasil Ltda (40%) e Petrogal Brasil S.A (20%).
O consórcio dará continuidade às operações para concluir o projeto de perfuração do poço até a profundidade prevista, verificar a extensão da nova descoberta e caracterizar as condições dos reservatórios encontrados.”
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"RN viverá novo momento com descoberta de petróleo no mar", comenta Jean-Paul Prates

Descoberta foi confirmada pela Petrobras e pode ampliar potencial de exploração de energia no Estado.

Marília Rocha, 
RN-INT-P1O potencial de exploração de petróleo no Rio Grande do Norte - tradicionalmente feito em campos de terra - será ampliado para bacias no mar. A confirmação de que existe petróleo no litoral do Rio Grande do Norte foi feita pela Petrobras e comentada nesta segunda-feira (17) pelo especialista em energia e diretor do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Jean-Paul Prates em entrevista ao RN Acontece daBand.   
"A notícia de que se encontrou petróleo em águas profundas deve ser comemorada. O Rio Grande do Norte viverá um novo momento com a descoberta do petróleo no mar", detalhou Jean-Paul.
A descoberta foi feita em dezembro do ano passado e só agora anunciada oficialmente pela Petrobras após avaliação do poço perfurado nos campos de exploração da Bacia Potiguar. 
De acordo com Jean-Paul, a descoberta de uma "coluna vertical de presença de óleo" será avaliada economicamente, mas não é uma "pré-sal" como estão comentando. "No caso da camada pré-sal no Rio de Janeiro a quantidade de petróleo encontrada é bem maior em volume. Lá foi encontrada uma nova Bacia de Campos", comentou. 
Casos semelhantes de bacias com petróleo são encontradas na Arábia Saudita e no litoral africano. Em terras potiguares, a bacia foi descoberta a cerca de 100 quilômetros do litoral. 
No caso do Rio Grande do Norte, a exploração sempre foi "onshore" ou seja, em terra. Agora, com a descoberta, o método "offshore" permitirá a exploração do petróleo no mar. 
Para o especialista em energia, o novo cenário pode estimular a exploração da unidade da Petrobras no Rio Grande do Norte e Ceará com novos investimentos. "A descoberta pode motivar a Petrobras a novos investimentos no Nordeste, incluindo o Maranhão", comenta.  
Jean-Paul explicou que o Rio Grande do Norte terá até o final do ano 1 gigawatts eólico instalado no Brasil. "Em 2011, o governo federal comemorou 1 gigawatts e o Rio Grande do Norte, sozinho, terá a mesma meta do país inteiro", afirma.
Sobre os parques eólicos, Jean-Paul disse que até 2018 o Rio Grande do Norte produzirá 3,5 gigawatts de energia. "As perspectivas são boas, transformando o RN provedor regional tão importante quanto Paulo Afonso", descreve. 

Petrobras anuncia descoberta de 


petróleo em águas profundas no RN



Acumulação foi encontrada a cerca de 55 km da costa do estado. 
Consórcio ainda vai verificar extensão e condição do reservatório.

Do G1, em São Paulo
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A Petrobras anunciou na terça-feira (17) a primeira descoberta de acumulação de petróleo em águas profundas da Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte.
A descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRS-A-1205-RNS (1-RNS-158), informalmente conhecido como Pitu, em profundidade de água de 1.731 metros e localizado a cerca de 55 km da costa do estado.
O poço ainda está sendo perfurado a uma profundidade de 4.197 metros, e a perfuração prosseguirá até 5.028 metros, segundo a Petrobras.
"O consórcio dará continuidade às operações para concluir o projeto de perfuração do poço até a profundidade prevista, verificar a extensão da nova descoberta e caracterizar as condições dos reservatórios encontrados", diz a Petrobras em nota.
A estatal brasileira é a operadora na área, com 80% de participação, em consórcio com a Petrogal, que detém os outros 20%.