Boa tarde!
Não tem nada com petróleo,mais é da nossa região com a segunda maior riqueza- O Sal -
Muito legal!!!! Merece destaque pela beleza do nosso Porto Ilha,para quem não sabe,as montanhas são de sal. Visite Areia Branca - RN - Brasil
É um projeto criado para esclarecer duvidas,noticias,cursos e profissões no mundo do Petróleo e Gás Natural
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Explorar é preciso. Passados quase 60 anos do início das atividades exploratórias de petróleo e gás natural no Brasil, pouco se conhece dessas riquezas existentes em seu subsolo. Só 7% dos 7,5 milhões de quilômetros quadrados de bacias sedimentares brasileiras já foram pesquisados e, desse total, apenas cerca de 4% estão sendo explorados. Nessa pequena área estão os 149 mil quilômetros quadrados de pré-sal na Bacia de Santos, onde só 30%, ou 45,6 mil quilômetros quadrados, estão sendo explorados pelo regime de concessão. Baseada em dados atuais, a Petrobras estima que nos blocos do pré-sal, considerando apenas as descobertas já feitas, existam reservas de, no mínimo, 15 bilhões de barris. Isto significa dobrar as reservas brasileiras descobertas nas últimas seis décadas de atividades.
Mas estudos da Coppe/UFRJ sugerem que o número possa chegar a 55 bilhões de barris, o que colocaria o Brasil em nova posição no mapa mundial do petróleo. Especialistas acreditam que, passados 14 anos da abertura do setor de petróleo no Brasil, com o fim do monopólio exercido pela Petrobras, houve um pequeno avanço na pesquisa sobre as bacias pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Tal estudo é essencial tanto para nortear o interesse das empresas nos leilões, como na exploração dos blocos concedidos. Esse avanço, mesmo pequeno, já permitiu que o setor petrolífero aumentasse seu peso na formação do Produto Interno Bruto (PIB) do país: de 3%, em 1997, para 12%, hoje.
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Mesmo sem ter garantido o recebimento do óleo venezuelano, a Petrobrás já comprou praticamente todos os equipamentos para processá-lo na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em construção em Pernambuco. A antecipação da compra foi um dos motivos de o projeto ter, em sete anos, multiplicado por quase dez vezes seu custo, hoje em US$ 20,3 bilhões. Se não receber o óleo venezuelano, a Petrobrás terá de importá-lo para suprir metade da capacidade da unidade, de 230 mil barris/dia. Segundo fontes, uma eventual saída da estatal PDVSA, que até hoje não aportou os 40% prometidos na obra, dependerá da própria companhia venezuelana ou da decisão bilateral dos governos do Brasil e da Venezuela. Já a Petrobrás, que investiu em equipamentos específicos para o pesado óleo venezuelano e contava com o capital da sócia, defende a sociedade com a PDVSA e deve estender indefinidamente os prazos para sua entrada.
Os prazos para que os venezuelanos apresentem as garantias para um empréstimo de US$ 4 bilhões com o BNDES vêm sendo prorrogado sucessivamente. A Petrobrás já ergueu sozinha mais de 62% das obras físicas e a inauguração está prevista para 2014, mesmo período em que a petroleira começará a elevar a curva de produção do pré-sal. A Petrobrás confirma que o suprimento de petróleo venezuelano para a Refinaria Abreu e Lima depende da concretização da entrada da PDVSA na sociedade. O contrato de fornecimento foi discutido e acordado, mas só será assinado quando a parceria iniciar, diz a companhia em resposta à Agência Estado.
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O total de empregados da Petrobras cresceu em ritmo mais elevado do que a produção de petróleo e gás entre 2002 e 2011, segundo estudo do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura). Enquanto o total de contratados aumentou 75% e o de terceirizados subiu 171% no período, a produção de petróleo da empresa cresceu 35%. O estudo também indica baixa produtividade. Com produção diária de 2,6 milhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás) e 81.198 empregados contratados, cada um deles é "responsável" por 32 barris diários.
Na Exxon, com aproximadamente o mesmo número de empregados e produção diária de 4,5 milhões de barris de óleo equivalente, a média é de 54 barris por contratado. Se considerada só a produção de petróleo, a Petrobras fica na média, com 26,71 barris, mas abaixo da Exxon (28,97) e da Chevron (31,02). Somando os 328 mil terceirizados aos 81 mil contratados da Petrobras, a média de produção cai para seis barris diários por trabalhador. O consultor e sócio do CBIE Adriano Pires afirma que o estudo mostra a ineficiência da companhia, que não tem conseguido entregar suas metas de produção. Em 2002, a produção da estatal era de 1,5 milhão de barris diários de petróleo. Em 2011, ela chegou a 2,021 milhões de barris, o mesmo volume previsto para 2012.
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A Petrobras informou nesta terça-feira (11/9) que iniciou a produção de petróleo do poço 7-BAZ-02-ESS por meio do navio-plataforma Cidade de Anchieta. A plataforma está localizada no campo de Baleia Azul, no complexo denominado Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos. Essa plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e exporta óleo e gás), destina-se exclusivamente à produção da camada pré-sal dos campos de Baleia Azul, Jubarte e Pirambu, localizados no Parque das Baleias, nos quais a Petrobras detém 100% de participação.
O FPSO Cidade de Anchieta produzirá óleo de alto valor comercial (28 graus API). Afretado à empresa SBM Services Inc., essa plataforma tem capacidade para processar, diariamente, 100 mil barris de petróleo e 3,5 milhões m3 de gás. A produção inicial do poço 7-BAZ-02-ESS, já interligado à plataforma, está estimada em 20 mil barris por dia (bpd). Outros nove poços (seis produtores e três injetores de água) serão interligados à plataforma. Segundo a petrolífera, a previsão é que o pico de produção, de 100 mil barris por dia, seja atingido em fevereiro de 2013. O FPSO Cidade de Anchieta foi convertido no estaleiro Keppel, em Cingapura, e integra o projeto de desenvolvimento do pré-sal do Parque das Baleias.
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O cenário econômico internacional desfavorável e a carência de mão de obra especializada no Brasil fazem crescer o ingresso de técnicos estrangeiros no país. Relatório da Coordenação-Geral de Imigração (CGIg) do Ministério do Trabalho e Emprego mostra que o número de autorizações concedidas a esses profissionais no primeiro semestre de 2012 aumentou 24% em relação ao mesmo período de 2011, saltando de 26.545 para 32.913.
Para especialistas em Recursos Humanos, porém, o número poderia ser ainda maior, se não fossem a burocracia e as restrições impostas pelo governo ao imigrante, um problema que está atrasando a capacitação da mão de obra local e, consequentemente, reduzindo a competitividade do setor produtivo. Entre as queixas, está o limite de permanência do profissional no Brasil e a extensa lista de documentação exigida, que deve ser traduzida e legalizada em representação diplomática. A carência de trabalhadores especializados é um problema sentido especialmente pelos setores de óleo, gás e infraestrutura. A demanda cresceu com a descoberta do pré-sal e com a disposição do governo de corrigir deficiências históricas na situação de rodovias, ferrovias e outros gargalos logísticos
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