TURMA DO PETRÓLEO

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domingo, 30 de setembro de 2012



Boa tarde!
Não tem nada com petróleo,mais é da nossa região com a segunda maior riqueza- O Sal -
Muito legal!!!! Merece destaque pela beleza do nosso Porto Ilha,para quem não sabe,as montanhas são de sal. Visite Areia Branca - RN - Brasil

Petrobras contrata navios de transporte e armazenamento de GNL

As duas embarcações possuem juntas 276 mil m³ de gás natural liquefeito
Redação NNpetro - Quinta-feira, 27 Setembro, 2012 - 17:06
A Petrobras contratou o afretamento de dois navios destinados ao transporte e à armazenagem de Gás Natural Liquefeito (GNL). Os navios Excelsior e Excalibur têm, cada um, 138 mil m³ de capacidade, totalizando 276 mil m³ de gás natural liquefeito, o que corresponde a 165,6 milhões de m³ de gás natural após a regaseificação. O volume é o suficiente para atender o consumo industrial, comercial, residencial e veicular do Estado do Ceará por um ano.
Os navios pertencem à empresa norte-americana Excelerate Energy L.P., especializada em transporte marítimo de GNL e infraestrutura de regaseificação. O contrato entre as duas empresas foi formalizado ontem (26).
Em nota a estatal informou que o intuito é dar maior “flexibilidade e confiabilidade à comercialização de GNL, diversificando o fornecimento de gás natural e, consequentemente, aumentando a segurança energética do país”.
A Petrobras entrou nesse mercado em 2009 com dois terminais de regaseificação: um no Porto de Pecém, no município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará, e outro na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. No documento, apresentado à imprensa, consta que atualmente, está em construção o Terminal de Regaseificação da Bahia, localizado na Baía de Todos os Santos, em Salvador. 
GNL
A obtenção do gás natural liquefeito (GNL) se dá através da purificação do gás natural, em que a matéria-prima (gás natural) é submetida a uma temperatura de -162 °C, tendo seu volume reduzido em aproximadamente 600 vezes. Durante esse processo, ocorre a condensação, ou seja, a passagem do estado gasoso para o líquido. O GNL contém 85% e 95% de metano e etano, não sendo corrosivo e tóxico.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012


Conteúdo local: Fortalecendo a cadeia produtiva de óleo e gás no Brasil

Manuel Fernandes - Segunda-feira, 24 Setembro, 2012 - 11:06
Com as atenções do mundo voltadas para o setor de Óleo e Gás do Brasil, a questão do “conteúdo local” traz à tona uma discussão global que ainda vai gerar muita polêmica. A obrigatoriedade de um percentual de até 65% de conteúdo nacional aplicado a esta indústria é um dos assuntos mais discutidos e contestados pelo segmento e chama a atenção dos investidores estrangeiros interessados em adquirir fatias desse mercado.
A recente reivindicação do governo norte-americano para que o Brasil reduza a exigência de conteúdo nacional na exploração de petróleo e gás esquentou ainda mais essa discussão. A insatisfação das empresas dos EUA com as regras do pré-sal se deve ao fato de que eles consideram muito alta a parcela de exigência da legislação brasileira e alegam que isso será uma barreira a sua entrada na exploração da nova fronteira petrolífera brasileira e, por isso, querem ter mais chances de participar do processo com tecnologia e know-how. Um dos argumentos levantados é que as exigências de conteúdo local possam tornar as empresas brasileiras menos competitivas em relação aos concorrentes internacionais, inflacionando o mercado.
Sob outra ótica, esta nova fronteira que se abre para o país não surgiu por acaso, e a discussão acontece num momento extremamente positivo.  Atualmente, no limiar de se tornar um ator importante no setor de óleo e gás mundial, o governo não vai abrir mão de um instrumento que poderá impulsionar a cadeia produtiva deste segmento. Nesse contexto, o conteúdo local será uma contribuição da indústria para o país que terá a economia interna fortalecida e que trará inúmeros benefícios para a sociedade. Esse movimento está sendo considerado como elemento estruturante da atual política industrial, já que dará condições para que os produtores consigam se desenvolver, protegendo a indústria local e, consequentemente, os empregos que ela gera.
No âmbito internacional, a posição mais dura do governo brasileiro para proteger a sua indústria foi tomada especialmente depois da crise econômica internacional. Além disso, o país não é o único a adotar iniciativas que privilegiam o aumento do índice de nacionalização visando ao fortalecimento da cadeia produtiva do país e o estímulo do desenvolvimento tecnológico do setor. Nações como Noruega e Inglaterra já usaram o petróleo para fortalecer a indústria local.
Diante de tantas perspectivas positivas, ainda temos um desafio pela frente, que está na aferição dos índices percentuais mínimos que devem ser aplicados em cada fase do ciclo de exploração e desenvolvimento dos respectivos blocos na indústria de petróleo e gás. A certificação de conteúdo local, uma espécie de auditoria dos custos e investimentos nacionais e estrangeiros, é um instrumento que precisa ser seguido à risca nos contratos firmados entre a ANP (Agência Nacional de Petróleo) e as empresas concessionárias vencedoras das rodadas de licitação de blocos de exploração. Vale lembrar que se os valores declarados pelas empresas como investimentos locais não forem certificados até o final da fase de exploração dos campos licitados, as operadoras estarão sujeitas a multas aplicadas pela ANP. Não se trata, no entanto, de algo que possa interferir no objetivo inicial, que é aumentar a participação da indústria nacional formando poderosas cadeias produtivas.
Chegou o momento para uma discussão franca na sociedade brasileira sobre o papel que o Brasil quer ocupar no cenário mundial da indústria de Petróleo e Gás Natural.  Ao final, o objetivo de todos os agentes é incentivar a criação de uma indústria nacional competitiva, forte e sustentável.
* Manuel Fernandes é sócio-líder da área de Óleo e Gás da KPMG no Brasil

Setor de óleo e gás deve gerar 200 mil postos de trabalho

Investimentos em exploração de petróleo no mar podem chegar a US$ 400 bi
NN - Júlia Moura 
Durante os quatro dias da Rio Oil & Gas, maior feira da área da América Latina, realizada no Riocentro, a indústria de petróleo e gás do mundo discutiu sobre os desafios do Brasil no setor. Para os estudantes a perspectiva de um futuro promissor neste mercado, além da busca constante pela capacitação profissional para atender a demanda crescente, muito em razão das descobertas recentes na área de pré-sal.
Um dos desafios é preencher os mais de 200 mil postos de trabalho que vão ser criados até 2014 no setor de óleo e gás, segundo levantamento realizado pelo Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp).
Para a estudante de mestrado em Geofísica Marinha, pela UFF, Audrey Galvão, de 30 anos, o Rio oferece as melhores oportunidades de emprego e cursos, com a vantagem estratégica de centralizar as empresas do setor. “Sou de Jundiaí, em São Paulo, e me mudei para o Rio visando entrar no mercado de exploração de óleo e gás. O mercado no Rio está em expansão”, avalia Galvão. 
Destes 200 mil empregos diretos e indiretos, em nível técnico, médio e universitário, cerca de 85 mil, aproximadamente 39%, representam mão de obra para a indústria naval. Outro polo que deve centralizar grande parte das vagas é a Bacia de Campos, no estado do Rio de Janeiro, que concentra 80% da produção de petróleo no país. Estão em operação no local 400 poços e 30 plataformas de produção.
“Escolhi o mestrado em Geologia por causa do mercado atraente. Tenho a oportunidade de aplicar meus conhecimentos em física de forma objetiva. A qualificação profissional do brasileiro está melhorando, mas ainda temos pouco investimento na área de educação”, aponta o físico Felipe Timóteo da Costa, de 26 anos.
As projeções até 2020 são mais otimistas. Segundo os dados da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), a efetiva capacitação da indústria nacional de materiais, equipamentos e serviços para atender à demanda da exploração e produção offshore (no mar) poderá gerar até dois milhões de novos empregos. De acordo com o estudo, nos próximos oito anos deverão ser investidos US$ 400 bilhões em exploração de petróleo no mar.
Vagas constantes
De acordo com o Prominp, há categorias profissionais que têm demanda constante no mercado. Até 2017, profissionais capacitados também serão necessários para a construção de cinco refinarias e 28 plataformas.
No nível superior, por exemplo, há forte procura por engenheiros eletricistas, engenheiros de equipamentos e engenheiros de tubulação. De nível técnico e médio, as categorias profissionais mais solicitadas serão projetista de equipamentos, plataformista e auxiliar de plataforma. Haverá, também, uma grande oferta de emprego para categorias de nível básico, como montador de andaime, mecânico ajustador e caldeireiro, entre outras.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


ANP detalha investimentos em bacias sedimentares

Superintendente Eliane Petersohn afirma que serão aplicados R$ 1,8 bilhões em 22 bacias até 2014
NN - Adriano Nascimento 
A superintendente de Definição de Blocos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Eliane Petersohn, ressaltou em plenária realizada no segundo dia da Rio Oil & Gas, os investimentos da agência para o desenvolvimento das bacias sedimentares do Brasil. Segundo a executiva, as regiões possuem perspectivas favoráveis em relação à exploração de petróleo e gás. Eliane também afirmou que serão aplicados R$ 1,8 bilhões em 22 bacias até 2014.
Dentre as bacias sedimentares citadas no painel “Fronteiras Exploratórias Terrestres no Brasil”, a superintendente da ANP fez questão de especificar os investimentos aplicados na Bacia do Parnaíba, no qual foram destinados pela agência reguladora, a quantia de R$ 160 milhões. Eliane também informou que o intuito da ANP é realizar a produção de gás na região em 2012, citando como exemplo: os campos Gavião Azul e Gavião Real, ambos operados pela OGX.
A Bacia dos Parecis, localizada na região centro-oeste do Brasil, foi classificada pela executiva como “grande potencial de exploração do país”. Eliane reforçou o interesse na região a ser explorada apresentando o investimento de R$ 400 milhões realizados pela ANP , e afirmou que os recursos aplicados credenciam Parencis como uma das principais perspectivas do país.
Objetivos da ANP
Segundo Eliane, o principal desafio da ANP é continuar os estudos aplicados nas bacias sedimentares do país, assim como, detalhar os dados conquistados visando uma evolução exploratória das regiões. De acordo com a superintendente, a ANP possui 38 bacias sedimentares, sendo que “menos de 5% está em concessão”.

"Potencial petrolífero do Brasil vai muito além do pré-sal", diz Magda

Magda Chambriard reforça importância de eventos para destacar o Brasil no exterior
NN - Margarida Putti 
Após a cerimônia de abertura do evento, a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, passeou pela feira e visitou os principais expositores do setor petrolífero nacional e internacional.
Para Magda a relevância de eventos como a Rio Oil & Gas é de extrema importância para o país. “Promoveremos outros eventos para debater o futuro do petróleo. A ANP vai estar representada em diversos painéis deste congresso”, afirmou Magda.
A diretora-geral da ANP, frisou para os expositores que a Agência tem investido em novos estudos geológicos e geofísicos buscando atrair investimento público e privado para os novos leilões. "Nossas descobertas vão além do pré-sal, por isso a ANP está investindo em estudos para aumentar o desenvolvimento do setor", afirmou Magda.
Novidades da Rio Oil & Gas
Uma das principais novidades da  Rio Oil & Gas em 2012 é a Arena + 10, um espaço reservado especialmente para a realização de debates sobre responsabilidade ambiental. O espaço refere-se ao período de dez anos da introdução de uma agenda de meio ambiente na feira, quando sediou, em 2002, o Congresso Mundial de Petróleo (WPC) em conjunto com a Rio Oil & Gas.
O maior evento da América Latina terá quatro plenárias e 27 painéis. Ontem (17), primeiro dia do evento, teve reservado painéis e debates sobre os temas: panorama geopolítico do petróleo e os novos caminhos para a inserção brasileira neste setor; desafios do mercado de combustíveis, produção de óleos pesados offshore; financiamento da indústria de óleo e gás no Brasil; reservatórios não convencionais; e o papel da indústria do petróleo na promoção do desenvolvimento econômico e sustentável. O período de realização dos painéis será das 14h30 às 18h30.
Todas as plenárias terão participação de palestrantes estrangeiros, com o intuito de reforçar a presença internacional no evento. Ao final da tarde, acontecerá as apresentações dos CEOs de cinco operadoras de grande porte no Brasil.
 Cresce demanda por plataformas de petróleo
Valor/ The Wall Street Journal - Daniel Gilbert
As empresas de petróleo e gás estão modernizando suas plataformas de perfuração, já bem envelhecidas, pela primeira vez em décadas, aumentando os lucros das fabricantes dos equipamentos utilizados em duas áreas em grande expansão: a perfuração offshore, em alto-mar, e o fraturamento hidráulico, ou "fraking", nas explorações em terra. As maiores beneficiárias, as fabricantes de plataformas National Oilwell Varco Inc. e Cameron International Corp., ambas sediadas nos Estados Unidos, não são muito conhecidas fora do setor de combustíveis, mas estão embolsando lucros recordes e comprando concorrentes menores. Elas fornecem peças e sistemas para plataformas petrolíferas, que são construídas em estaleiros para as empresas de perfuração. Estas, por sua vez, são contratadas pelas empresas produtoras de combustíveis.
O boom das fabricantes de equipamentos decorre da demanda tanto por novas sondas de perfuração como por dispositivos de segurança capazes de suportar condições extremamente duras. O setor é impulsionado pelo aumento nas explorações marítimas, provocado pelos altos preços do petróleo, e pelo fato de que as perfuradoras estão enfrentando mais exigências regulatórias após o derramamento de óleo da plataforma Deepwater Horizon, em 2010, levando-as a adotar mais medidas de segurança. A National Oilwell Varco, a maior fabricante de equipamentos para plataformas petrolíferas, com um valor de mercado de US$ 34,5 bilhões, divulgou em julho um lucro operacional trimestral recorde, de US$ 907 milhões, e receita de US$ 4,7 bilhões no segundo trimestre, um aumento de 35%. A ação da empresa, sediada em Houston, no Texas, aumentou 29% em relação a um ano atrás.
País explora só 4% das áreas com chance de petróleo
O Globo - Ramona Ordoñez
Explorar é preciso. Passados quase 60 anos do início das atividades exploratórias de petróleo e gás natural no Brasil, pouco se conhece dessas riquezas existentes em seu subsolo. Só 7% dos 7,5 milhões de quilômetros quadrados de bacias sedimentares brasileiras já foram pesquisados e, desse total, apenas cerca de 4% estão sendo explorados. Nessa pequena área estão os 149 mil quilômetros quadrados de pré-sal na Bacia de Santos, onde só 30%, ou 45,6 mil quilômetros quadrados, estão sendo explorados pelo regime de concessão. Baseada em dados atuais, a Petrobras estima que nos blocos do pré-sal, considerando apenas as descobertas já feitas, existam reservas de, no mínimo, 15 bilhões de barris. Isto significa dobrar as reservas brasileiras descobertas nas últimas seis décadas de atividades. 
Mas estudos da Coppe/UFRJ sugerem que o número possa chegar a 55 bilhões de barris, o que colocaria o Brasil em nova posição no mapa mundial do petróleo. Especialistas acreditam que, passados 14 anos da abertura do setor de petróleo no Brasil, com o fim do monopólio exercido pela Petrobras, houve um pequeno avanço na pesquisa sobre as bacias pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Tal estudo é essencial tanto para nortear o interesse das empresas nos leilões, como na exploração dos blocos concedidos. Esse avanço, mesmo pequeno, já permitiu que o setor petrolífero aumentasse seu peso na formação do Produto Interno Bruto (PIB) do país: de 3%, em 1997, para 12%, hoje.
Refinaria já tem equipamentos para óleo PDVSA
Estado de S. Paulo - Sabrina Valle
Mesmo sem ter garantido o recebimento do óleo venezuelano, a Petrobrás já comprou praticamente todos os equipamentos para processá-lo na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em construção em Pernambuco. A antecipação da compra foi um dos motivos de o projeto ter, em sete anos, multiplicado por quase dez vezes seu custo, hoje em US$ 20,3 bilhões. Se não receber o óleo venezuelano, a Petrobrás terá de importá-lo para suprir metade da capacidade da unidade, de 230 mil barris/dia.  Segundo fontes, uma eventual saída da estatal PDVSA, que até hoje não aportou os 40% prometidos na obra, dependerá da própria companhia venezuelana ou da decisão bilateral dos governos do Brasil e da Venezuela. Já a Petrobrás, que investiu em equipamentos específicos para o pesado óleo venezuelano e contava com o capital da sócia, defende a sociedade com a PDVSA e deve estender indefinidamente os prazos para sua entrada.
Os prazos para que os venezuelanos apresentem as garantias para um empréstimo de US$ 4 bilhões com o BNDES vêm sendo prorrogado sucessivamente. A Petrobrás já ergueu sozinha mais de 62% das obras físicas e a inauguração está prevista para 2014, mesmo período em que a petroleira começará a elevar a curva de produção do pré-sal. A Petrobrás confirma que o suprimento de petróleo venezuelano para a Refinaria Abreu e Lima depende da concretização da entrada da PDVSA na sociedade. O contrato de fornecimento foi discutido e acordado, mas só será assinado quando a parceria iniciar, diz a companhia em resposta à Agência Estado.

HRT descobre gás em larga escala em Solimões (AM)

Segundo a empresa, o poço 1-HRT-9 indica potencial de 3 milhões de metros cúbicos por dia
NN - Adriano Nascimento 
A HRT, petrolífera brasileira, anunciou nesta quarta-feira (12) a conclusão do teste de formação do poço 1-HRT-9. O poço confirmou grande potencial de gás em um dos blocos na bacia de Solimões, no Amazonas. Segundo estimativas da empresa, a descoberta indica um potencial de produção de até 3 milhões de metros cúbicos por dia nesta acumulação.
“Este poço confirma o alinhamento gaseífero ao sul e a leste do Campo de Juruá, demonstrando uma integração com as descobertas de gás dos poços 1-HRT-5-AM, 1-HRT-8-AM e 1-HRT-2-AM”, afirmou o diretor presidente da HRT O&G, Milton Franke.
A conclusão do poço levou ao aumento da produção da empresa, atingindo quantidade superior a 700 mil metros cúbicos de gás natural por dia, acima da capacidade operacional da planta de teste.
O prospecto testado é parte de uma estrutura geológica com cerca de 56 km2 de área, situada a sudoeste do Campo de Juruá, com capacidade para armazenar entre 10 e 32 bilhões de metros cúbicos (0,35 a 1,13 Tcf) de gás recuperáveis.
Segundo o presidente da HRT, Marcio Mello, o resultado demonstra que a bacia do Solimões possui um dos maiores potenciais gaseíferos entre todas as bacias brasileiras.
Maior poço produtor de gás
Em julho deste ano, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que o maior poço produtor de gás no Brasil foi o poço 7 PERZESS, no campo de Peroá, na bacia do Espírito Santo, que produziu 1,8 milhão de metros cúbicos diários. O poço capixaba pertence à Petrobras. 
(Com informações da Exame e Folha de São Paulo)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012


Estágios na Petrobras

Um bom estágio marca positivamente a carreira de um jovem. E a Petrobras é o lugar certo para o começo da caminhada profissional. Em 2009, nossa empresa foi eleita pela quinta vez consecutiva a mais desejada pelos jovens brasileiros (universitários e recém-formados).
Para nós, é motivo de orgulho ser a empresa dos sonhos para uma geração tão promissora. O estágio está disponível para estudantes de nível médio e bacharelandos, cuja instituição de ensino declare a necessidade de seu estágio. Não é oferecido estágio para tecnólogo, pós-graduação, mestrado ou doutorado.
Para facilitar a procura, as unidades estão divididas por regiões.
  • REGIÃO SUDESTE

    • Rio de Janeiro

      - Cidade do Rio de Janeiro/RJ
      coordenacao.estagios@petrobras.com.br
      Unidades Administrativas (EDISE, EDIHB, etc.)
      Manhã: 8h às 12h
      Tarde: 13h às 17h, para quatro horas diárias
      Manhã: 8h às 14h
      Tarde: 11h às 17h, para seis horas diárias
      Operacionais: REDUC (Duque de Caxias), CENPES (Ilha do Fundão) e COMPERJ (Itaboraí)
      Manhã: das 7h 30min às 11h 30min
      Tarde: das 12h 30min às 16h 30min, para quatro horas diárias
      Manhã: das 7h 30min às 13h 30min
      Tarde: das 10h 30min às 16h 30min, para seis horas diárias
      Condições do Estágio:
      Horário parcial [4 (quatro) ou 6 (seis) horas]
      De acordo com a Lei de Estágio (Lei nº 11.788, de 25/09/2008) a jornada de atividade em estágio está limitada a no máximo:
      6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio técnico ou formação geral.
      Requisitos:
      • Ser maior de 16 anos [para estágios em unidades operacionais (REDUC, CENPES e COMPERJ) a idade mínima é de dezoito anos];
      • Estar cursando um dos dois últimos anos ou um dos quatros últimos períodos. No caso de sistema de créditos, ter obtido, no mínimo, 70% dos créditos necessários e ser de graduação de nível de bacharelado/licenciatura
      • Ser concluinte do curso, desde que a Instituição de Ensino informe que o estágio é condição indispensável para obtenção de certificado ou diploma;
      • Submeter-se, quando for o caso, a processo seletivo;
      • Não ter participado anteriormente de estágio, referente a um mesmo curso, em qualquer Órgão da Petrobras,
      • Não atendemos ao Projeto Menor Aprendiz ou pedidos de emprego ou Promimp.
      Os moradores da cidade do Rio de Janeiro, Grande Rio, Baixada Fluminense (Itaguaí, Seropédica, Magé, Piabetá, Japeri etc) Niterói e adjacências (São Gonçalo, Alcântara, Itaboraí etc) devem fazer suas inscrições nos computadores, de forma presencial, pois não recebemos currículos por correios (ECT), disponíveis nos endereços abaixo:
      Rua General Canabarro, 500 - Maracanã - RJ.
      ou
      Rua Ulisses Guimarães, 565 - Cidade Nova - RJ.
      De: 2ª a 6ª feira
      Horário: de 8h às 17h, em dias úteis.
      Para realizar a inscrição o estudante precisa apenas do número do CPF para validar sua ficha no cadastro de candidatos ao estágio na Petrobras e informar:
      Endereço com o CEP, telefones fixo e/ou celular, correio eletrônico (e-mail), curso para o qual pretende estágio, instituição de ensino (escola, colégio, faculdade ou instituto (se estiver listado o nome da instituição), sua disponibilidade de horário para estagiar (se manhã ou tarde ou integral) e se está no último ano do ensino médio ou num dos quatro últimos períodos do curso de bacharelado e caso tenha interesse, preencher o campo “Conhecimentos Adicionais” que possui duzentos e cinqüenta e cinco (255) caracteres.
      Somente os estudantes que moram nas cidades de:
      Bom Jardim, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Duas Barras, Macuco, Nova Friburgo, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Teresópolis e Trajano de Morais podem inscrever-se via e-mail e com os dados constantes da Ficha de Inscrição preenchidos e enviar este arquivo salvo no mesmo formato MS Word 2003: ficha.doc, para o endereço: coordenacao.estagios@petrobras.com.br com o título “ESTUDANTE DA REGIÃO SERRANA”.
    • Norte Fluminense e Região dos Lagos (Bacia de Campos)

      - Cidade de Macaé/RJ
      Unidade de IMBOASSICA:
      E&P-CORP/RH/PSERV
      Contato: Edimar Chagas Telefone (22 2753 5270)
      E-mail: edimar.bpo@petrobras.com.br
      Rodovia Amaral Peixoto, 11.000 - Imboassica
      Macaé/RJ - CEP 27925-290
      SEDE/IMBETIBA:
      UO-BC/RH/DRH
      Contato: Leila da Silva - Telefone: (22) 2761-4549
      E-mail: lramosrh.manchester@petrobras.com.br
      Avenida Elias Agostinho, 665 - Imbetiba
      Macaé/RJ - CEP: 27915-350
      Como funciona o processo na Bacia de Campos:
      Não temos site, cadastro e nem banco de currículos.
      Só recebemos currículos via Instituição de Ensino e quando solicitado pela PETROBRAS.
      A Instituição de Ensino tem de ser conveniada com a Petrobras para concessão de estágio.
      O nosso contato é direto com a Instituição de Ensino, através do órgão de estágio.
      O aluno interessado deverá procurar o órgão de estágio em sua instituição de ensino e manifestar o interesse de participar do processo de seleção para estágio.
      Requisitos para participar do processo:
      • Ser maior de dezesseis anos;
      • Ter no mínimo 70% do curso já concluído ou já concluído até dois, desde com o estágio obrigatório pendente;
      • Ter bom desempenho;
      • Assiduidade;
      • Disponibilidade para estagiar;
      • Ter CR não inferior a sete.
    • Minas Gerais

      • Refinaria Gabriel Passos (Regap)

        INSTITUTO EUVALDO LODI - MG
        Gerência de Estágio Empresarial
        Contatos: Kênia Drumond Damiane Oliveira 
        Telefones (31) 3213-1282 / (31) 3213-1606
        Site para inscrição: www.fiemg.com.br/iel
        End. Rua Alagoas, 76 - Funcionários
        Belo Horizonte - MG
    • São Paulo

      • Refinaria de Paulínia (Replan)

        Recursos Humanos
        e-mail: 
        End. Rodovia SP 332, km 132
        Paulínia - SP - Cep: 13140-000
      • Refinaria Henrique Lage (Revap)

        Recursos Humanos
        e-mail: 
        End. Rodovia Presidente Dutra, km 143 - BR116 - Jardim Diamante
        São José dos Campos - SP - Cep: 12223-900
        Enviar a ficha de inscrição preenchida para o e-mail acima.
  • REGIÃO NORTE - NORDESTE

    • Bahia

      • Concentra o atendimento aos estudantes dos estados dessas duas regiões:


        Obs : Não recebemos currículos por correios (ECT), e-mail e/ou pessoalmente.
      EDIBA
      Área Administrativa:
      Manhã: 8h às 12h, para quatro horas diárias;
      Tarde: 13h às 17h, para quatro horas diárias;
      Manhã: 8h às 12h e 13 às 15h, para seis horas diárias;
      Tarde: 10h às 12h e 13h às 17h, para seis horas diárias.

      Obs : Para CH de 6 horas, inclui 1 hora de almoço.
    • Área Operacional:
      Manhã: das 7h 20min às 13h 20min, para seis horas diárias;
      Tarde: Não disponível;
      Manhã: das 7h 20min às 16h 20min, para oito horas diárias;
      Tarde: Não disponível.
      Obs : Em área operacional, a CH é de 06 horas (para nível superior) e 08 horas (para nível técnico).
      • Condições do Estágio:

        Horário parcial : 4 (quatro) ou 6 (seis) horas; excepcionalmente 08 horas para cursos de nível técnico que já
        concluíram a parte teórica, faltando apenas o estágio.
        Horário integral : excepcionalmente 08 horas para cursos de nível técnico que já concluíram a parte teórica,
        faltando apenas o estágio.
        Obs : O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão programadas
        aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta)horas semanais, desde que isso esteja previsto no
        projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino.
    • Requisitos:
      • Ser maior de 16 anos [para estágios em unidades operacionais (RLAM) a idade mínima é de dezoito anos];
      • Estar cursando um dos dois últimos anos ou um dos quatros últimos períodos. No caso de sistema de
        créditos, ter obtido, no mínimo, 70% dos créditos necessários e ser de graduação de nível de
        bacharelado/licenciatura
      • Ser concluinte do curso, desde que a Instituição de Ensino informe que o estágio é condição indispensável
        para obtenção de certificado ou diploma;
      • Submeter-se, a processo seletivo realizado pelo IEL-BA;
      • Não ter participado anteriormente de estágio, referente a um mesmo curso, em qualquer Órgão da
        Petrobras.

      • Todos os candidatos interessados e que atendam os requisitos acima devem fazer suas inscrições no site do IEL-
        BA : www.ielestagio.org.br
  • REGIÃO SUL

    • Rio Grande do Sul

      - Refinaria Alberto Pasqualini (Refap)
      O Programa de Estágio de Estudantes da Refap visa proporcionar aos estudantes o desenvolvimento prático dos conhecimentos adquiridos em cursos técnicos ou acadêmicos. Oferece, a cada semestre, estágio curricular sem vínculo empregatício, para estudantes regularmente matriculados.
      ÁREAS E REQUISITOS:
      Nível Médio
      • Ter 18 anos completos.
      • Estar regularmente matriculado em um dos cursos abaixo:
        • Técnico em Eletrônica; OU Técnico em Instrumentação; OU Técnico em Mecatrônica
        • Técnico em Eletrotécnica; OU Técnico em Elétrica; OU Técnico em Eletromecânica
        • Técnico em Mecânica; OU Técnico em Mecânica de Precisão
        • Técnico em Logística
        • Técnico em Química
        • Técnico em Segurança
      • Estar apto para realizar estágio curricular obrigatório.
      • Ter possibilidade de realizar 8 horas diárias de estágio.

      Nível Superior
      • Ter 18 anos completos.
      • Ter concluído, no mínimo, 70% das cadeiras teóricas.
      • Ter possibilidade de realizar, no mínimo, 6 horas diárias de estágio.
      • Estar regularmente matriculado em um dos cursos a seguir:
        • Biblioteconomia
        • Engenharia Mecânica
        • Comunicação Social
        • Engenharia Elétrica
        • Engenharia Química
        • Nutrição
        • Química - Bacharelado
        • Engenharia de Produção
        • Engenharia Metalúrgica ou de Materiais
        • Engenharia Ambiental
      BENEFÍCIOS:
      1. 1. Estágio orientado e supervisionado por profissional da Petrobras nas atividades a serem desenvolvidas;
      2. 2. Almoço na Refinaria;
      3. 3. Transporte próprio da Refinaria ou auxílio para este fim;
      4. 4. Bolsa Auxílio;
      5. 5. Recesso remunerado em período proporcional a 30 dias por ano;
      6. 6. Seguro contra acidentes pessoais ocorridos no local do estágio.
      INFORMAÇÕES GERAIS:
      a) Os estágios têm duração de seis meses.
      b) Após a conclusão do estágio, não há a possibilidade de efetivação. O ingresso como empregado da Petrobras somente é realizado mediante Processo Seletivo Público.
      c) As atividades são desenvolvidas em horário administrativo (7h45 às 13h45), considerando o limite máximo diário conforme disposto na Lei 11.788, de 25.09.2008.
      d) O Programa de Estágios Refap está fundamentado no Decreto no 87.497, de 18.08.1982, e na Resolução CNE/CEB N°. 1 de 21 de janeiro de 2004 e na Lei nº 11.788, de 25.09.2008.
      e) Os processos de seleção para estágio de estudantes na Refap ocorrem nos meses de Setembro, para ingresso no primeiro semestre, e Abril, para ingresso no segundo semestre.
      f) Os estudantes interessados deverão enviar Currículos ao email refap.estagio@petrobras.com.br, somente durante o prazo de inscrição.
      FONTE:SITE DA PETROBRAS

quinta-feira, 13 de setembro de 2012


Faltam profissionais e mineração paga até R$ 50 mil

Vale - Terminal Marítimo Ponta da Madeira MA (Foto: Luiz Claudio Marigo/Vale)Mineração cresce na esteira do preço das commodities e salários ficam inflacionados
(Foto: Luiz Claudio Marigo/Vale)

De um lado, a falta de profissionais capacitados. Do outro, os altos salários para quem consegue se estabelecer no setor. Esse cenário não é um problema só para a construção civil ou as indústrias de óleo & gás e tecnologia. Aquecida pelo preço das commodities – especialmente do ouro, ferro e cobre –, a mineração começa a sofrer o mesmo mal.
Faltam engenheiros, mas não só eles. Psicólogos, economistas, administradores de empresas, médicos do trabalho, geólogos e até mesmo especialistas em recrutamento são um bem escasso. Com isso, os salários no setor subiram e, hoje, são de encher os olhos. É possível ganhar desde R$ 5 mil, em uma vaga mais técnica, até R$ 50 mil, em cargos de alto escalão.
“Dificilmente você contrata um técnico por menos de R$ 5 mil, atualmente. Nos últimos dois anos, os salários aumentaram, em média, 30% em todos os níveis. Antes disso, um cargo deste porte começaria em R$ 3 mil”, diz Fernando Guedes, sócio-gerente da Asap, consultoria de recrutamento de média gerência.
Nada estranho para uma indústria com números tão expressivos. Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), o setor será responsável por aportes de aproximadamente US$ 75 bilhões entre 2012 e 2016. Como base de comparação, de 2007 a 2011, foram investidos US$ 32 bilhões (menos que a metade).
Nos quadros de funcionários ligados a mineração, os números também impressionam – só que negativamente. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil é um dos países que menos forma engenheiros. São apenas 30 mil por ano – para falar apenas da principal formação exigida pelo setor. Países como Rússia e Índia formam mais de 110 mil profissionais anualmente. A China, por sua vez, entrega ao mercado cerca de 300 mil (dez vezes o número brasileiro).
Para resolver o impasse, as companhias têm adotado diferentes estratégias. O investimento em programas de treinee e estágio ainda é a melhor saída na hora de preencher os postos mais técnicos. Ao investir na base, a empresa resolve internamente a demanda por meio do chamado efeito cascata (a promoção).
Outra tática já esgotada foi a de roubar funcionários da siderurgia. Enquanto a mineração vive seu período de ouro no Brasil, a siderurgia sofria com a competição chinesa. Com isso, houve um enxugamento dessa indústria. “Quem tinha que sair já saiu”, avalia Guedes. No caso de postos de suporte à atividade, disponíveis em áreas de recursos humanos ou saúde, buscar profissionais em outros mercados tem sido a melhor opção.
A falta de mão de obra gabaritada no Brasil faz ainda com que as empresas tenham de importar profissionais para conseguir crescer. Eles vêm do Canadá, Austrália e, principalmente, do Chile. Os números oficiais de empregados com carteira assinada, contudo, é baixo. Por causa das leis trabalhistas, os estrangeiros integram as equipes como consultores, por meio de contratos de prestação de serviços.
E, como toda crise oferece uma oportunidade, empresas de recrutamento especializadas na indústria têm oferecido programas de capacitação. Os cursos podem ser contratados tanto por mineradoras com dificuldade em preencher vagas, quanto por profissionais que querem atuar no segmento.
“O setor deve oferecer aproximadamente 150 mil vagas de emprego até 2015, concentradas principalmente nos estados do Pará, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Maranhão”, estima Denise Retamal, diretora executiva da RHIO’S, consultoria especializada nas indústrias de mineração, petróleo & gás, energia e construção civil.
Confira, abaixo, as principais oportunidades neste mercado.
Áreas
Formação/Capacitação
Salários
Geologia de Exploração Mineral
geólogo de exploração mineral
R$ 5 mil a R$ 8 mil
Engenharia de Planejamento de Minas à Céu-Aberto ou Subterrânea
engenheiro de minas especialista em planejamento de mina: a céu-aberto ou subterrânea
R$ 5 mil a R$ 8 mil
Engenharia de Processamento Mineral
engenheiro metalúrgico, de materiais e de metalurgia ou de processos especialista em plantas de processamento mineral
R$ 5 mil a R$ 8 mil
Engenharia de Mecânica de Rochas
engenheiro de minas ou geólogo especialista em sistemas sísmicos
R$ 5 mil a R$ 8 mil
Gestão de Custos e de Captação de Recursos
economista ou administrador de empresas especialista em custos e captação de investimentos na mineração
R$ 5 mil a R$ 8 mil
Gestão de Recursos Humanos
psicólogo, economista, administrador de empresas especialista em Recrutamento e Seleção para a indústria de mineração
R$ 15 mil a R$ 20 mil
Engenharia de Segurança
engenheiro mecânicos, elétrico, civil (ou com outra especialização)
R$ 7 mil a R$ 16 mil
Engenharia do Meio Ambiente
engenheiro mecânicos, elétrico, civil (ou com outra especialização)
R$ 8 mil a R$ 14 mil
Medicina do Trabalho
clínicos gerais com cursos específicos para medicina do trabalho
R$ 10 mil a R$ 20 mil
Gestão de Projetos de Exploração Mineral
engenheiro de minas ou geólogo especialista em avaliação de áreas e em campanhas de pesquisa mineral
R$ 25 mil a R$ 50 mil
Gestão de Implantação de Projetos de Mineração
engenheiro de minas especialista na construção e colocação, em operação, de Projetos de Extração Mineral
R$ 25 mil a R$ 50 mil
Fontes: RHIO’S e Asap

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Contratações crescem em ritmo mais elevado do que a produção
Folha de SP, Denise Luna
O total de empregados da Petrobras cresceu em ritmo mais elevado do que a produção de petróleo e gás entre 2002 e 2011, segundo estudo do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura). Enquanto o total de contratados aumentou 75% e o de terceirizados subiu 171% no período, a produção de petróleo da empresa cresceu 35%. O estudo também indica baixa produtividade. Com produção diária de 2,6 milhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás) e 81.198 empregados contratados, cada um deles é "responsável" por 32 barris diários.
Na Exxon, com aproximadamente o mesmo número de empregados e produção diária de 4,5 milhões de barris de óleo equivalente, a média é de 54 barris por contratado. Se considerada só a produção de petróleo, a Petrobras fica na média, com 26,71 barris, mas abaixo da Exxon (28,97) e da Chevron (31,02). Somando os 328 mil terceirizados aos 81 mil contratados da Petrobras, a média de produção cai para seis barris diários por trabalhador. O consultor e sócio do CBIE Adriano Pires afirma que o estudo mostra a ineficiência da companhia, que não tem conseguido entregar suas metas de produção. Em 2002, a produção da estatal era de 1,5 milhão de barris diários de petróleo. Em 2011, ela chegou a 2,021 milhões de barris, o mesmo volume previsto para 2012.
Nordeste investe em energia eólica
NN - Redação
A energia eólica é considerada a maior fonte geradora
de energia limpa do Brasil, sendo obtida através  
dos ventos e captada por hélices ligadas a 
geradores. No Brasil, o nordeste se destaca 
por ser o maior produtor nacional desse tipo de
energia. 
 Petrobras inicia produção em camada do pré-sal de Campos
Brasil Econômico online
A Petrobras informou nesta terça-feira (11/9) que iniciou a produção de petróleo do poço 7-BAZ-02-ESS por meio do navio-plataforma Cidade de Anchieta. A plataforma está localizada no campo de Baleia Azul, no complexo denominado Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos. Essa plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e exporta óleo e gás), destina-se exclusivamente à produção da camada pré-sal dos campos de Baleia Azul, Jubarte e Pirambu, localizados no Parque das Baleias, nos quais a Petrobras detém 100% de participação.
O FPSO Cidade de Anchieta produzirá óleo de alto valor comercial (28 graus API). Afretado à empresa SBM Services Inc., essa plataforma tem capacidade para processar, diariamente, 100 mil barris de petróleo e 3,5 milhões m3 de gás.  A produção inicial do poço 7-BAZ-02-ESS, já interligado à plataforma, está estimada em 20 mil barris por dia (bpd). Outros nove poços (seis produtores e três injetores de água) serão interligados à plataforma. Segundo a petrolífera, a previsão é que o pico de produção, de 100 mil barris por dia, seja atingido em fevereiro de 2013. O FPSO Cidade de Anchieta foi convertido no estaleiro Keppel, em Cingapura, e integra o projeto de desenvolvimento do pré-sal do Parque das Baleias.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Burocracia trava vinda de mão de obra especializada
O Globo - Débora Diniz
O cenário econômico internacional desfavorável e a carência de mão de obra especializada no Brasil fazem crescer o ingresso de técnicos estrangeiros no país. Relatório da Coordenação-Geral de Imigração (CGIg) do Ministério do Trabalho e Emprego mostra que o número de autorizações concedidas a esses profissionais no primeiro semestre de 2012 aumentou 24% em relação ao mesmo período de 2011, saltando de 26.545 para 32.913.
Para especialistas em Recursos Humanos, porém, o número poderia ser ainda maior, se não fossem a burocracia e as restrições impostas pelo governo ao imigrante, um problema que está atrasando a capacitação da mão de obra local e, consequentemente, reduzindo a competitividade do setor produtivo. Entre as queixas, está o limite de permanência do profissional no Brasil e a extensa lista de documentação exigida, que deve ser traduzida e legalizada em representação diplomática. A carência de trabalhadores especializados é um problema sentido especialmente pelos setores de óleo, gás e infraestrutura. A demanda cresceu com a descoberta do pré-sal e com a disposição do governo de corrigir deficiências históricas na situação de rodovias, ferrovias e outros gargalos logísticos

A Conquista do Pré-Sal


Este vídeo relata  o esforço que a Petrobras tem feito para desenvolver a produção e exploração do pré-sal no país. Dentre os diversos investimentos da estatal, destacam-se: nova equipe de produção e inovação tecnologica. De acordo com o gerente de  executivo de exploração do Pré-Sal da Petrobras, Mário Carminatti, a equipe da estatal formou um modelo geológico para um novo setor que nascia, o"pré-sal". Para Carminatti, "indicar o ponto a ser perfurado é o primeiro ponto básico de um projeto exploratório".