TURMA DO PETRÓLEO

TURMA DO PETRÓLEO

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Profissões de Futuro - Novo site da Petrobras


Acabei de receber um feed da Petrobras apresentando 
este novo site, dedicado a orientação de quem deseja 
ingressar na industria do petróleo.

"Até 2015, devem surgir mais de 50 mil vagas por ano 
para técnicos na indústria de petróleo, gás e energia 
e também no segmento naval - indústria naval e 
estaleiros". A mensagem de abertura do site 
Profissões de Futuro tem por objetivo revelar a 
estudantes de todo o País as oportunidades de carreira 
de nível técnico, oferecidas pelo setor de petróleo e gás, 
em um cenário que projeta nossos investimentos, 
entre 2011 e 2015, da ordem de US$ 224,7 bilhões.

O site é uma nova etapa do Programa Profissões de 
Futuro (PPF) iniciativa que, em um ano, promoveu 
palestras presenciais para cerca de dez mil estudantes 
dos níveis médio e técnico, e do último ano do Ensino 
Fundamental, distribuídos por escolas nos estados do 
Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, 
Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. 
Com o lançamento do site do Programa, o alcance 
das informações ganhará dimensão nacional.
A nossa ampla carteira de projetos nos próximos anos 
vai movimentar toda a cadeia produtiva do setor de 
óleo, gás e energia, da construção civil aos estaleiros, 
e acentuar a necessidade de profissionais com formação 
técnica por parte das áreas operacionais.
Se, na Petrobras, os técnicos de nível médio já 
representam 2/3 dos empregados, estima-se que, 
na cadeia de fornecedores, essa proporção seja 
ainda maior. Há uma demanda crescente e a oferta de 
profissionais precisa aumentar na mesma proporção. 
Esse cenário faz com que a empregabilidade das 
carreiras técnicas de nível médio supere as das 
outras categorias.
Como funciona
Estudantes e professores têm espaços próprios no site 
do Programa. O conteúdo inclui cenário da indústria 
de petróleo, gás e energia, notícias, informações sobre 
o mercado de profissões de nível técnico e informações 
úteis para a qualificação profissional, com links para o 
trabalho desenvolvido e as oportunidades oferecidas 
pelo Programa de Mobilização da Indústria Nacional 
de Petróleo e Gás Natural (Prominp), Programa de 
Formação de Recursos Humanos da Petrobras e o 
Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica 
(Pronatec). Relaciona, ainda, cursos e profissões 
(caldeireiro, desenhista projetista, mecânico embarcado 
em navio e operador de plataforma de petróleo 
são alguns exemplos), além de links com depoimentos 
de profissionais de carreiras técnicas, contando as 
atribuições e o dia a dia em seus respectivos 
ambientes de trabalho.
A concepção do programa Profissões de Futuro 
privilegiou o agrupamento de informações para o 
jovem que está se formando, ou buscando áreas de 
interesse. O programa foi desenvolvido com o apoio 
do sistema educacional - Ministério da Educação, 
Secretaria de Educação Tecnológica - Setec, secretarias 
de educação estaduais e municipais, escolas de 
Ensino Médio e Fundamental, escolas técnicas federais, 
Sistema S (Senai, Senac, Sesi) e entidades ligadas 
à cadeia produtiva de petróleo, gás e energia.
No espaço Mapa de Profissões contém informação 
de diversas profissões relacionadas a área, bem 
interessante para quem ainda não tem qualificação, 
mas deseja trabalhar no ramo. Cada uma das profissões 
listadas é descrita, dando uma ideia clara da atuação.
Já no espaço Mapa de Cursos são listados alguns cursos 
ligados a área.
Os responsáveis do site destinam um espaço para contato, 
no qual professores de instituições de ensino podem 
solicitar uma palestra do Projeto Profissões do Futuro e da Turma do Petróleo , 
afim de esclarecer as 
dúvidas dos estudantes. O projeto já percorreu diversas 
instituições do Sudeste e Nordeste do Brasil.
Interessante para quem ainda não se definiu. 
Não deixem de conferir.
Utilidades 




Introdução à Química 
do Petróleo
A indicação de hoje é o livro Introdução 
à Química do Petróleo. A publicação 
aborda os principais aspectos relativos 
à química do petróleo propriamente dita, 
tais como composição química, a indústria 
petroquímica e a química ambiental a ela 
relacionada. Contudo, a fim de fornecer 
ao leitor uma abordagem mais completa 
e abrangente, aspectos como geopolítica 
e a relação entre o petróleo e os biocombustíveis 
são também debatidos.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Bacia Sergipe-Alagoas

Petrobras anuncia descoberta de 

petróleo leve em águas ultraprofundas de Sergipe

Estatal é a operadora do bloco, com 60% de participação, e tem 
como consorciada a IBV-Brasil

:

A Petrobras confirmou nesta quarta-feira, 21, por meio de nota, 
a presença de reservas de petróleo e gás em águas 
ultraprofundas na Bacia de Sergipe-Alagoas, no primeiro 
projeto exploratório em águas ultraprofundas na parte sergipana 
da bacia. O poço, conhecido informalmente como Barra, está 
instalado a 2.311 metros da superfície, a 58 quilômetros (km) 
da costa de Sergipe e a 90 km de Aracaju.

A Petrobras informou que “foram confirmadas excelentes 
condições de porosidade dos reservatórios", que estão entre
 5 km e 5,4 km de profundidade. Na camada superior, a estatal 
encontrou "petróleo leve de excelente qualidade, com grau 
API (escala para medição de densidade de líquidos) em torno 
de 43 graus", enquanto no nível mais profundo, o petróleo é
 um pouco mais denso, com 32 graus.

A Petrobras é a operadora do bloco, com 60% de participação, 
e tem como consorciada a IBV-Brasil (com 40%). 
A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP)
 já aprovou a proposta do Plano de Avaliação enviada pelo 
consórcio, com o objetivo de delimitar o volume da reserva.

O petróleo do nordeste

É fim do dia no sertão. Quase nada se ouve, só o vento e o ranger dos cavalinhos. Eles sugam a riqueza da terra árida, trazem à superfície cerca de 100 mil barris de petróleo todo dia.

O sobe-e-desce até parece preguiçoso, mas os cavalinhos trabalham dia e noite, sem descanso. Espalhados pela caatinga, eles já respondem por mais de 5% de todo o petróleo que o Brasil produz.

Andando pelo sertão, a gente vê muitas máquinas iguais, uma atrás da outra. Lá elas são conhecidas como cavalinhos de pau. De fato, no começo, eram feitas de madeira. As máquinas, hoje metálicas, bombeiam o petróleo que está debaixo da terra, a uma profundidade de 200, 300 metros.

Só na região visitada por nossa equipe, no estado do Rio Grande do Norte, existem mais de 5.500 cavalos mecânicos, que mudaram a paisagem e a vida de muito sertanejo.

Francisco Ferreira da Silva viu jorrar petróleo bem na frente de casa. A janela da sala hoje dá vista para o poço. Depois deste, mais três poços foram perfurados nas terras do açougueiro.

O dono da propriedade tem direito a 1% do óleo que é extraído, diz a lei. "Tem mês que vem até dois mil", conta Francisco.

Dois mil. É bem mais do que Francisco ganha com o abate e a venda de porcos. Ele anda rindo à toa! "Você está deitado aqui e pegar 300 contos, pegar 400 em um poço desses... Se pudesse, furava até em cima da casa", brinca ele.

O Rio Grande do Norte é o estado com o maior número de pessoas ganhando dinheiro com os cavalinhos de pau: quase 950 donos de terra estão dividindo uma bolada. No ano passado, foram mais de R$ 24 milhões.

Clidenor da Fonseca, o Seu Nina, plantador de tomates, pai de sete filhos, tem a mão calejada na roça. Hoje é fazendeiro e produtor de petróleo considerado de um porte médio para a região.

Seu Nina nos convidou para conhecer a fazenda. É terra a perder de vista. "No dia em que eu fui pagar a escritura dessa propriedade, que era o sonho da minha vida, eu passei não sei quantos dias sem dormir", conta ele.

Na propriedade de Seu Nina, há 20 cavalinhos em franca produção. "Hoje eu me acho bem rico", diz ele.

Com o dinheiro do petróleo, tem gente que compra mais terra, onde se perfuram mais poços, de onde se extrai mais e mais petróleo.

Em uma fazenda há 86 cavalinhos mecânicos funcionando. É a fazenda do Seu Francisquinho.

Encontramos o Seu Francisquinho, ex-servente de pedreiro, numa loja de materiais de construção. A loja é dele e a madeireira, também. Seu Francisquinho tem cinco caminhões e se tornou empresário da construção civil em uma cidade vizinha à fazenda.

"Aqui em João Câmara, eu já construí mais de 500 casas", diz ele.

As últimas 30 casas acabam de ser vendidas, ficam em um condomínio fechado. Agora Seu Francisquinho está negociando com investidores espanhóis. Em uma área que não tem petróleo, eles querem construir um hotel e mais 700 casas.

"É uma parceria. Nós vamos entrar com a minha gleba de terra, no valor de R$ 5 milhões", explica Seu Francisquinho.

Você deve estar curioso para conhecer a casa de Seu Francisquinho. "A minha tem oito suítes. Vale R$ 500 mil", conta ele.

A casa fica de frente para uma das mais belas praias do Rio Grande do Norte. O patrimônio dos donos da terra em nada lembra o passado. Seu Cândido Mulatinho tem ainda mais poços do que Seu Francisquinho: são 107.

"Recebo, por mês, R$ 34 mil, às vezes, baixa, às vezes, sobe", diz ele.

Seu Cândido só anda de carro importado e paga tudo em dinheiro vivo. "Eu fui comprar um carro, uma vez, em Natal, eu peguei, botei em um plástico o dinheiro. Eu digo: 'Assim é mais bonito. Conte'", brinca Seu Cândido.

Mas o futuro é incerto e muito homem bem de vida se nega a abandonar os velhos costumes. Ninguém sabe, ao certo, até quando vão os tempos de fartura no sertão.

"E quando esse petróleo se acabar?", lembra Clidenor da Fonseca.

"Dizem que vai se acabar, daqui a dez anos, vinte anos está se acabando tudo. Aí, ninguém sabe. Não tenho medo, não. Porque aí a gente vai trabalhando de outro jeito, vai levando", diz o produtor de petróleo Ranilson de Melo.

Projeto da Vale em Sergipe esbarra em petróleo da Petrobras

Petrobras e Vale ainda não chegaram a um acordo sobre o projeto de potássio Carnalitas no Sergipe porque negociam como tornar compatível a exploração de petróleo e de potássio existentes na mesma localidade, afirmou o diretor de Operações da Vale Fertilizantes, Marcelo Fenelon, nesta terça-feira.
A Petrobras, segundo ele, talvez tenha de abrir mão de explorar uma parte das reservas, que integram o campo de Carmópolis, um dos maiores produtores de petróleo em terra do país.
O acordo entre Vale e Petrobras não tem previsão para ser celebrado, disse o executivo a jornalistas após palestrar no 14o Congresso Brasileiro de Mineração, em Belo Horizonte.
"Está sendo discutida a convivência da lavra de petróleo com a lavra de potássio. Convivência ou prioridade", disse o executivo ao ser indagado sobre o que falta para que um acordo entre Vale e Petrobras seja realizado.
A Vale já tem um contrato de arrendamento com a Petrobras pelo qual produz potássio na região a partir da mina de Taquari-Vassouras. O objetivo da Vale é ampliar a produção de potássio em mais de três vezes a partir da exploração de outras minas que ficam na área da Petrobras, onde a estatal possui direitos minerários.
Para tanto, as duas empresas precisam realizar um contrato de arrendamento ou de venda dos direitos minerários da Petrobras para a Vale.
Fenelon afirmou ainda que a Vale Fertilizantes possui projetos suficientes para passar de 14o lugar para 5o no ranking dos maiores produtores de potássio do mundo.
Os projetos têm previsão de entrada em operação até 2020 e demandam investimentos de 15 bilhões de dólares, informou ele.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

 O que não escrever no currículo

Confira nove excessos cometidos pelos candidatos. E fuja deles!

Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br


Você enche o seu currículo 
de informações sem 
nenhum critério acreditando 
assim atrair o recrutador? 
Saiba que dessa forma você 
está fadado a não ser 
chamado para entrevistas. 
Na hora de elaborar o 
seu documento profissional
também vale a máxima de 
que quantidade não 
é qualidade. A recomendação 
é escrever informações 
sobre formação, experiências 
e resultados que possam 
agregar no seu currículo.


É válido lembrar ainda que objetividade é a maneira mais 
eficaz de prender o recrutador. Portanto, se você é aficionado 
pela escrita, não caia na tentação do rebuscamento. 
Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: 
“Escrever é cortar palavras.”

Com a ajuda de especialistas, o Empregos.com.br 
listou os principais excessos cometidos pelos candidatos 
no momento de montar o currículo. Livre-se deles.

1. Informar número de documentos  Mencionar número 
do RG, CPF ou outros documentos oficiais é uma “perda de 
tempo”, diz Renata Schmidt,diretora da Foco Talentos, 
empresa do Grupo Foco especializada no recrutamento e 
seleção de estagiários e trainees. “No primeiro momento 
o recrutador quer mesmo é bater o olho no resumo de suas 
qualificações.”

2. Pôr foto  Só envie a foto se a empresa pedir. 
Segundo Daniela Ribeiro, gerente da divisão de engenharia 
da Robert Half, empresa de recrutamentoespecializado
colocar a imagem no currículo sem ser solicitado pode soar 
negativo. “Alguns profissionais não têm muita noção e 
colocam uma foto que poderia ser postada no Facebook”, 
afirma ela. “A ausência da foto não muda em nada na 
avaliação do recrutador”, ressalta.

3. Preferir o cargo à área No objetivo profissional entre 
citar o cargo e a área de atuação fique com a segunda 
alternativa. “Ao informar o cargo o candidato pode ser 
eliminado já que as nomenclaturas variam muito de 
empresa para empresa”, afirma Daniela Ribeiro. Exemplo: 
Vendas (varejo) e não Supervisor de Vendas.

4. Informar redes sociais Ainda conforme Daniela, o 
profissional só deve informar o endereço de rede social 
se julgar a ferramenta adequada. “Recomendo 
o Linkedin, rede de relacionamento profissional em que 
é possível visualizar o resumo do currículo.” Na 
opinião da consultora, o candidato não deve mencionar 
as mídias sociais em que expõe mais a vida pessoal.

5. Cursos fora da área ou defasados O profissional 
sabe que o recrutador valoriza a formação constante e 
vai “incrementando” o currículo com cursos realizados 
durante toda a trajetória sem nenhum critério. Se você 
faz isso, reveja agora o seu documento. “Um curso de 
culinária ou de vinhos só será interessante se o profissional 
trabalha na área gastronômica ou de nutrição”, aponta 
Renata Schmidt, da Foco Talentos.

6. Desequilíbrio entre formação e experiência Não dê 
mais importância à formação acadêmica em detrimento 
da experiência e vice-versa. Segundo Daniela Ribeiro, 
da Robert Half, o currículo deve retratar com coerência 
a trajetória profissional. “Se você tem poucos anos 
de experiência não faz sentido ter um currículo com 
muitas páginas. Por outro lado, não corte informações 
importantes que possam te vender”, destaca a especialista.

7. Citar características comportamentais Iniciativa, 
espírito de equipe e liderança, facilidade na comunicação, 
entre tantas outras habilidades são bastante valorizadas pelas 
companhias, mas não é para estampar no currículo. 
“Informe resultados obtidos em sua carreira”, sinaliza Renata.

Daniela destaca que os números são muito bem-vindos. 
“Se você não pode quantificar os resultados, cite alguma 
atividade em que fez a diferença.” A especialista lembra 
que competências comportamentais são checadas na entrevista.

8. Apelar para o social Houve uma fase em que o 
profissional socialmente responsável tinha pontos com o 
recrutador. A onda, contudo, passou. A verdade é que nem 
todas as empresas estão interessadas em causas maiores, 
nem quer saber se você participa delas. “Às vezes a 
organização até valoriza esse tipo de ação, mas não 
está procurando profissionais com esse perfil”, diz Renata.

Para a diretora da Foco Talentos, a informação também 
pode ser mencionada durante a entrevista de emprego.

9. “Matar” a língua Salvo alguns cargos ter pleno 
domínio da língua portuguesa não é exigência das empresas. 
Isso não quer dizer que você pode escrever o currículo 
como se estivesse teclando com um amigo no Messenger. 
Dependendo da falha você pode ser desclassificado. 
Conte com o corretor ortográfico e dicionário. Em caso 
de dúvidas, peça para alguém revisar seu currículo.
BG favorece chineses na venda de ativos do pré-sal
Brasil Econômico 

A petroleira britânica BG está prestes a anunciar a venda de ativos que envolvem participações nas áreas mais nobres do pré-sal da bacia de Santos, onde foram realizadas as maiores descobertas do mundo na última década. Na maior prova do seu apetite por petróleo brasileiro, os chineses são favoritos no negócio, disse uma fonte familiarizada com as conversas. Com a operação, serão os únicos além da Petrobras a garantir presença em todos os blocos em estágio de desenvolvimento no pré-sal, considerando que já se tornaram sócios da Galp e da Repsol na região.
Principal sócia da Petrobras na região conhecida como "picanha", a área nobre do pré-sal, a BG pode transferir para uma estatal chinesa ações em sua subsidiária brasileira que garantirão ao comprador parte das reservas de campos cobiçados como Lula (ex-Tupi), Iara, Guará e Carioca. Como majoritária nas áreas, a Petrobras possui direito de preferência em caso de venda de participações isoladas nos blocos, transação conhecida como farm out. Mas se a operação ocorrer por meio de venda de ações, como tudo indica, a Petrobras não terá o mesmo direito, segundo afirmou o próprio presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli.
Produção da Petrobras e parceiros na Bacia de Santos ultrapassa 200 mil barris diários
NN - Redação 

A produção diária operada pela Petrobras (que inclui a parte de seus parceiros) na Bacia de Santos ultrapassou, em dezembro, a marca de 200 mil barris de óleo equivalente (óleo e gás) por dia. No dia 6 de dezembro - dois dias após a entrada em operação do poço RJS-686, ligado ao FPSO Cidade de Angra dos Reis - projeto Piloto de Lula -, a produção total operada pela Petrobras na Bacia de Santos alcançou 205,7 mil boe.
Nesse volume, estão incluídos 144,1 mil barris de óleo e condensado, além de 9,8 milhões de metros cúbicos de gás natural (que equivalem a uma produção de 61,6 mil barris de óleo equivalente). Do total de gás natural, 8,5 milhões de metros cúbicos foram entregues na Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato - UTGCA, em Caraguatatuba-SP; e 1,3 milhão de metros cúbicos na Unidade de Gás Natural da Refinaria Presidente Bernardes - RPBC, em Cubatão-SP.
Petrobras disponibiliza provas e gabaritos de concursos antigos

Os candidatos a um cargo na maior empresa petrolífera brasileira já podem contar com um apoio importante em seus estudos para o concurso da Petrobras, que acontece no dia 22 de janeiro de 2012. Está disponível no site da estatal material de estudo com uma coletânea de provas e gabaritos de processos seletivos anteriores. No portal da companhia, os candidatos às 350 vagas do consurso têm acesso a provas de 2009, 2010 e 2011.
As inscrições terminam em 13 de dezembro, próxima terça-feira, e podem ser feitas no site da Fundação Cesgranrio. Para os cargos de nível médio, o valor da inscrição é de R$ 35, e para os cargos de nível superior é de R$ 50.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

RN terá 114 novos poços para injeção


A Petrobras planeja converter 114 poços de produção em injetores ao longo do próximo ano nos campos de Estreito e Alto do Rodrigues, na parte terrestre da Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte. A expectativa é que a primeira etapa do projeto, que deve acontecer em março, converta 36 novos poços e os 78 restantes ao longo do ano. Ao todo, o projeto prevê a conversão de 472 poços do projeto.

O projeto faz parte de um conjunto de quatro empreendimentos que visam elevar a atual produção diária de 75 mil bpd para 115 mil até 2011, no Rio Grande do Norte e Ceará. Atualmente, 78 poços produtores já foram convertidos para injetores em Estreito e Alto do Rodrigues, conta Fernando Ribeiro, responsável pelo projeto e gerente do Ativo de Produção do Alto do Rodrigues da Unidade de Negócios e Exploração e Produção do Rio Grande do Norte e Ceará.

Os poços recebem vapor por um duto que liga o ativo de produção a Usina Termoelétrica Jesus Soares Pereira (Termoaçu). O ramal custou US$ 200 milhões e tem 30 km de extensão. A meta é ampliar a produção na região em 18 mil bpd.

O vaporduto vai injetar 610 t/h de vapor nos campos de produção de Estreito e Alto do Rodrigues e é além de ser o primeiro do mundo a operar com vapor superaquecido.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


"Tecnólogo e Engenheiro de Petróleo e Gás
 
Por que é uma boa? Aumentaram as possibilidades de trabalho na cadeia produtiva do petróleo e gás nos últimos anos com os projetos de exploração do pré-sal. O setor deve gerar 1,7 milhão de empregos até 2020. É uma carreira que possibilita atuar na áreas de exploração, perfuração e produção e nos segmentos de processamento, distribuição, comercialização e transporte.
 
Perspectivas: Os salários vão de 15 000 a 20 000 reais para quem tem mais de sete anos de mercado.
 
Bom para quem: Pessoas que já tenham alguma formação relacionada a essa indústria, como geógrafo, geólogo e engenheiros. A formação técnica exige bastante especialização. Também há oportunidades para administradores que lidam com contratos, profissionais de avaliação ambiental, de análise de risco ambiental e de sistemas de informação.
 
Preparação: Varia conforme a área de atuação. Há vários cursos tecnológicos de dois anos e de pós-graduação que formam oprofissonal para essa indústria. Uma fonte de informações sobre qualificação na área é o site do programa de Mobilização da Indústria de Petróleo e Gás Natural (www.prominp.com.br)."
 
Fonte: Revista Você S/A          Edição: 161 de novembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Produção de petróleo supera 2,1 milhões de barris pela 3ª vez no ano
NN - Redação 

A produção de petróleo no Brasil ultrapassou pela terceira vez no ano a marca de 2,1 milhões de barris diários - meta estipulada pela Petrobras para 2011, que dificilmente será atingida. De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em outubro, o país gerou 2,105 milhões de barris/dia, terceiro melhor patamar deste exercício, atrás dos meses de junho (2,137 milhões b/d) e janeiro (2,122 milhões b/d).
Segundo o Boletim da Produção, divulgado nesta segunda-feira (05/12), a produção de gás natural foi de 66 milhões de m³ por dia (MMm³/d), finalizando outubro com 2, 522 milhões de barris de óleo equivalente por dia (Mboe/d). Em comparação com setembro, a produção manteve-se relativamente estável, com incremento de apenas 0,3%. Já com os parâmetros do mesmo mês de 2010, o crescimento foi maior, de 5,4% na produção de petróleo
Petrobras eleva em 400% importação de gasolina
O Globo, Economia - Ramona Ordoñez 

O forte consumo de gasolina no mercado brasileiro fez com que a Petrobras aumentasse neste ano as importações do produto em cerca de 400% em relação ao volume comprado no exterior no ano passado. O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, informou ontem que as importações de gasolina neste ano ficarão em torno de 45 mil barris diários contra 9 mil barris diários em 2010. Segundo Costa, o consumo de gasolina neste ano até novembro já cresceu 19% em comparação o mesmo período no ano passado.
Por um lado vem sendo puxado pelo maior número de automóveis no mercado nacional, e por outro, devido à redução do percentual do álcool anidro na mistura do combustível - o que elevou, consequentemente, a participação da gasolina. O consumo de gasolina está em torno de 460 mil barris diários. De janeiro a setembro, a Petrobras já acumulava um déficit de US$3,4 bilhões em sua balança comercial de petróleo e derivados. Costa prevê que neste ano o consumo total de combustíveis deverá registrar crescimento de 7%, contra um produto Interno Bruto (PIB) estimado entre 3,5% e 4%.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Utilidades






Engenharia de Reservatórios 
de Petróleo
A indicação de  hoje o livro "Engenharia de 
Reservatórios de Petróleo". A publicação
 reúne em um único volume os conceitos 
fundamentais para o entendimento das 
técnicas utilizadas na engenharia de 
reservatórios de petróleo. O texto inclui 
ainda trabalhos desenvolvidos pelos 
próprios autores durante o exercício das 
suas atividades profissionais na Petrobras
 e durante a realização dos seus programas
 de mestrado e de doutorado em engenharia 
de petróleo.
Shell quer levar plataforma marítima do Brasil para a Austrália
Estadão, Economia - Braden Reddall - Fim de semana 

A Royal Dutch Shell planeja levar uma plataforma de águas profundas do Brasil para a Austrália, um ano depois de ter chegado ao país sul-americano, informou na última quinta-feira a proprietária da instalação, a Noble Corp. A plataforma Clyde Boudreaux, atualmente operando um contrato de 290 mil dólares diários com a Shell no litoral brasileiro até junho de 2012, renderá 417 mil dólares por dia sob o novo acordo, com um prêmio de desempenho potencial adicional de 17 por cento, disse a Noble.
A plataforma levará algum tempo para se preparar para a viagem em meados do próximo ano antes de chegar à Austrália no início de outubro, e o novo contrato valerá, então, até o fim de 2014. A Boudreaux foi removida do Golfo do México, depois que a falta de permissões para operar poços no início deste ano forçou os operadores a enviar a frota regional para outros lugares.
Substância mata se for inalada em alta concentração
Estadão, Vida - Clarissa Thomé 

O gás sulfídrico (H2S) é um veneno de alto espectro, que afeta o sistema nervoso e mata se a pessoa for exposta a altas concentrações por inalação. Exposição a baixas concentrações causa irritação dos olhos, dor de garganta, tosse, náuseas, falta de ar e líquido nos pulmões. A longo prazo, pode provocar fadiga, cefaleias, irritabilidade, perda de memória e vertigens. O gás pode estar em alguns poços de petróleo.
No processo de extração, ele vem à superfície, misturado com petróleo, água, cascalho. A operadora deve separá-lo do petróleo e tratá-lo na superfície, explica o engenheiro Paulo Couto, da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro. "Em geral, sabe-se de antemão que determinado poço vai produzir H2S", explicou. "A meu ver, se a ANP não foi comunicada da ocorrência de gás no poço, houve falha da empresa", afirmou o especialista.
Gás tóxico leva ANP a fechar poço da Chevron
O Globo, Economia - Ramona Ordoñez 

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) autuou a gigante americana Chevron e interditou um dos dez poços produtores de petróleo da companhia. A terceira autuação em menos de um mês foi feita porque a companhia omitiu do órgão regulador e fiscalizador a existência de H2S (gás sulfídrico), altamente letal, na produção em um dos poços de sua plataforma produtora, situada também no Campo de Frade. A informação foi dada ontem pela diretora da ANP Magda Chambriard. A autuação foi feita no último dia 22, durante operação de fiscalização na plataforma produtora da companhia americana.
O poço em questão foi interditado porque, conforme explicou Magda, a empresa não comunicou à ANP a existência de gás sulfídrico no poço - cuja ocorrência é normal, dependendo do reservatório -, nem apresentou o plano de análise de risco para operação de segurança em um caso como este. A diretora esclareceu que não houve vazamento de gás. A Chevron informou, por meio de nota, que recebeu a notificação da ANP ontem à tarde, determinando a paralisação da operação de um poço produtor e de quatro outros de injeção de água. A companhia garantiu que a operação do poço com gás tóxico era realizada com segurança, com monitoramento da substância letal. A petrolífera não explicou, contudo, por que não comunicou à ANP a existência do gás sulfídrico e dos sistemas de segurança adotados.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Gás Natural Combustível

Na natureza, o gás natural é encontrado em acumulações de rochas porosas no subsolo (terrestre ou marinho), e em locais arenosos que contêm petróleo nas profundidades do subsolo. Ele pode ser classificado em duas categorias: associado e não associado: Gás natural associado: é aquele que, no reservatório, encontra-se em companhia do petróleo, estando dissolvido no óleo ou sob forma de uma capa de gás, isto é, uma parte superior da acumulação rochosa, onde a concentração de gás é superior à concentração de outros fluídos como água e óleo. Gás não associado: é aquele que, no reservatório, está livre do óleo ou este se encontra em concentrações muito baixas Na acumulação rochosa porosa, a concentração de gás é predominante, permitindo a produção basicamente de gás.
Classificação:
Gás natural é basicamente a mistura de hidrocarbonetos leves que à temperatura ambiente e pressão atmosférica permanecem no estado gasoso. O gás natural é mais leve que o ar, é inodoro, incolor e atóxico. É uma fonte de energia limpa, que pode ser usado nas indústrias, fazendo a substituição de outros combustíveis mais poluentes. As reservas de gás natural são muito grandes e os combustíveis possuem várias aplicações em nosso dia-a-dia, melhorando a qualidade de vida das pessoas.
Processo de obtenção do Gás Natural:
Etapa 1 - A etapa inicial é a exploração, que consiste em duas fases: a pesquisa e a perfuração do poço.
Etapa 2 - O gás deve passar por vasos separadores que são projetados e equipados para tirar os hidrocarbonetos e a água que estiver em estado líquido, e também as partículas sólidas.
Etapa 3 - Caso o gás esteja contaminado por compostos de enxofre, então ele é enviado para Unidades de Dessulfurização, onde esses contaminantes serão removidos.
Etapa 4 - Em seguida, uma parte do gás é utilizada no próprio sistema de produção, em processos conhecidos como rejeição e gás lift, com o objetivo de aumentar a recuperação de petróleo do reservatório.
Etapa 5 – Na etapa final o gás restante é enviado para processamento, que consiste na separação de seus componentes em produtos especificados e prontos para utilização.
Benefícios do gás natural como combustível:
•    Além de terem um baixo custo, porque geralmente são gases obtidos como subprodutos, são combustíveis que formam com o ar uma mistura mais homogênea. Essa característica contribui para uma melhor distribuição nos cilindros, aumentando o rendimento do motor;
•    Aumenta também a facilidade da partida a frio do motor;
•    Causa um baixo impacto ambiental;
•    Facilidade de manuseio e transporte.
Desvantagens do Gás Natural:
•    Apresenta riscos de asfixia, incêndio e explosão.
•    Por ser mais leve que o ar tende a se acumular nas partes mais elevadas quando em ambientes fechados.
•    Por se tratar de um combustível fóssil, ele é uma energia não renovável, portanto, finita.
•    Em caso de fogo em locais com insuficiência de oxigênio, poderá ser gerado monóxido de carbono (altamente tóxico).