TURMA DO PETRÓLEO

TURMA DO PETRÓLEO

terça-feira, 23 de outubro de 2012



Técnicas de extração de petróleo e gás podem causar Terremotos
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AFPEm Washington


 
Algumas operações petrolíferas ou de extração de gás que implicam a injeção de água subterrânea podem causar terremotos, embora o risco da técnica de fratura hidráulica seja geralmente baixo, destacou na última sexta-feira (15) um relatório científico publicado nos Estados Unidos.
O estudo do Conselho Nacional de Pesquisas dos Estados Unidos descobriu que o risco sísmico mais significativo está relacionado com a injeção secundária de águas residuais no subsolo para extrair vestígios de hidrocarbonetos de uma jazida de petróleo.
Além disso, uma técnica denominada Captura e Armazenamento de Carbono (CCS, na sigla em inglês), que tem como objetivo reduzir as emissões de dióxido de carbono na atmosfera através da captura, liquefação e injeção subterrânea de grandes volumes de carbono, "pode potencialmente induzir grandes eventos sísmicos", destacou o relatório.
No entanto, a fratura hidráulica, técnica que permite aumentar a extração de gás e petróleo do subsolo e que esteve sob intenso escrutínio dos ambientalistas, não é, segundo o estudo, um fator de risco de tremores suficientemente fortes para ser percebidos pelas pessoas, acrescentou.
"O processo de fratura hidráulica tal como se aplica atualmente para a recuperação de gás de xisto não representa um alto risco de indução de eventos sísmicos que possam ser percebidos", destacou o informe.
Há 35.000 poços de gás de xisto nos Estados Unidos atualmente e só foi reportado um caso no mundo em que a fratura hidráulica de gás de xisto foi confirmado como causador de terremotos em áreas próximas.
Este caso foi na área de Blackpool, na Inglaterra, em 2011. A fratura hidráulica causou um terremoto de magnitude 2,3 em abril e outro de magnitude 1,5 em maio, destacou o informe.
Vinte casos possíveis foram documentados nos Estados Unidos e outros 18 no mundo.
"A atividade humana, inclusive a injeção e extração de fluidos da Terra, pode induzir a eventos sísmicos", destacou o relatório.
"Embora a grande maioria destes eventos tenham intensidades inferiores às que podem ser percebidas pelas pessoas que vivem diretamente no local da injeção do fluido ou de extração, existe um potencial para que ocorram sismos importantes que podem ser percebidos e causar danos e preocupação pública".
Um fator chave no potencial para causar um terremoto parece estar relacionado ao equilíbrio entre o líquido introduzido no subsolo e que logo é retirado e as tecnologias que controlam este equilíbrio são as melhores, explicou.
Enquanto a técnica de CCS consista em injetar grandes volumes de líquido para um armazenamento prolongado e possa causar grandes terremotos, não há projetos em grande escala em andamento, razão pela qual é difícil avaliar o risco real.
"Não existe informação suficiente para compreender este potencial porque não há projetos em grande escala de CCS em funcionamento. É preciso mais investigação sobre o potencial de sismicidade introduzida em grande escala de projetos de CCS", destacou o informe.

O petróleo virou gás para Marcio Mello

O empresário Marcio Mello prometeu encontrar um segundo pré-sal na Amazônia e na Namíbia. Até agora, só achou gás — e quem disse que ele desistiu?

Naiana Oscar, de 
Edu Monteiro/EXAME.com
Márcio Mello, da HRT
Márcio Mello, da HRT: o petróleo amazônico ainda não apareceu
São Paulo - Uma ideia na cabeça, uma lata de Coca-Cola na mão — foi desse jeito que, um ano e meio atrás, o geoquímico mineiro Marcio Mello convenceu gente do mundo inteiro a investir 2,6 bilhões de reais em sua empresa de exploração de petróleo, a HRT.
Sua ideia: enquanto a concorrência se acotovelava para disputar a exploração do pré-sal na costa brasileira, havia espaço para enriquecer achando petróleo em dois lugares bem diferentes — a inóspita Amazônia e a distante Namíbia, no sudoeste africano.
Para tentar provar que a ideia era viável, Mello, que fez carreira na Petrobras antes de se tornar empreendedor, lançava mão da latinha de refrigerante. Nas reuniões com investidores, ele subia na mesa mais próxima e, teatral, abria sua Coca-Cola. Segundo ele, aquela era a metáfora perfeita para mostrar o potencial daquilo que apelidou de “pré-sal amazônico”.
O gás que deixa a lata, dizia, é um indício do líquido que está logo abaixo. Na bacia do rio Solimões, onde a HRT tinha o direito de explorar uma área de 49 000 quilômetros quadrados, seria parecido.
Bastava perfurar, deixar o gás sair e ganhar bilhões com o petróleo escondido sob a floresta. Pena, para ele e quem acreditou na metáfora da Coca-Cola, que, dois anos depois, sua latinha tenha expelido gás, e mais nada.
O contraste entre o que Mello prometeu nas reuniões com investidores e a atual situação da HRT é de impressionar. Ele garantiu que, até junho de 2011, faria jorrar 10 000 barris de petróleo por dia da bacia do Solimões. O “pré-sal amazônico” teria, segundo suas­ estimativas, reservas de 2,6 bilhões de barris — volume que ajudaria a transformar a HRT numa das maiores empresas de óleo e gás do mundo.
Para chegar lá, perfuraria 12 poços na região e teria oito sondas em funcionamento em dezembro de 2011. Na África, a promessa era explorar uma reserva de 7 bilhões de barris de petróleo — equivalente ao campo de Tupi, o maior da bacia de Santos — na Namíbia. Nada disso aconteceu.
A HRT perfurou apenas quatro poços na Amazônia e encontrou petróleo em somente um deles — mas em profundidade tal que a exploração se mostrou economicamente inviável. No resto, só achou gás. “Essa região já havia sido explorada pela Petrobras, que não julgou a extração viável”, diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Gás e Petróleo


















São Paulo sediou, últimos dias, dois eventos importantes para a discussão das perspectivas no setor de energia. A Santos Offshore, maior evento no estado sobre o setor de petróleo e gás natural, evidenciou a crescente organização do setorprodutivo paulista para enfrentar os desafios da exploração do pré-sal na Bacia de Santos. São Paulo destaca-se pelo fornecimento de bens e serviços de alto valor agregado para o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva e vive a expectativa de ampliação desta participação.
A indústria no estado busca as condições de negócio adequadas para se estruturar e garantir o desenvolvimento dos setores de exploração e produção do petróleo e do gás. Do ponto de vista estratégico, a elaboração de uma cadeia de fornecedores capaz de garantir índices satisfatórios e crescentes de conteúdo local é fundamental para potencializar a internalização dos benefícios advindos da exploração dos recursos do petróleo.
A construção dessas condições passa pela solução de gargalos importantes como a disponibilidade de recursos humanos qualificados, tecnologia de gestão nas empresas da cadeia de fornecedores e recursos acessíveis para investimento. O governo do estado dedica atenção especial para garantir o desenvolvimento sustentável na região. O governador Geraldo Alckmin anunciou no início deste ano um aporte de mais de R$ 5,3 bilhões em obras de transporte, logística, saneamento, saúde e educação na Baixada Santista, com destaque para os projetos de mobilidade urbana, como o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e o túnel que liga Santos ao Guarujá.
Também na semana passada, o Fórum Brasil Competitivo debateu o futuro do gás natural no país. O grande desafio está em reconhecer a importância do gás como fator efetivo de competitividade da indústria nacional, estabelecendo uma política de estado que permita disseminar os benefícios do uso desse energético por todo o setor produtivo.
Isto deve ser feito para substituir a política empresarial vigente conduzida pela Petrobras, que coloca em primeiro plano o atendimento dos seus interesses corporativos e constitui, na prática, a trava para uma maior participação do gás na matriz brasileira. Essa nova política de estado proposta certamente trataria, entre outros temas, da criação de condições para se estabelecer um preço mais justo para o gás não associado e da facilitação do acesso à infraestrutura de escoamento e transporte para outros produtores, de forma a permitir a oferta de gás natural por novos agentes.
Observamos nos encontros realizados na semana passada que o diálogo está aberto e é necessário. Como estado mais industrializado da nação, o governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Energia, está determinado a contribuir na elaboração de políticas de incentivo que tornem a economia do país cada vez mais presente e competitiva no cenário mundial.
Fonte: Brasil Econômico - Artigo – José Aníbal

Mercado de Trabalho – Petróleo e Gás

O Brasil tem o objetivo de se tornar auto-suficiente em petróleo,
descartando a importação deste produto e, para que isso seja possível, 
a Petrobras tem investido muito capital. Os postos de trabalho vêm 
aumentando muito e empresas como Ipiranga, Shell e Esso são as principais
 empregadoras ao longo do litoral brasileiro. Entre 2006 e 2011 estima-se 
que o setor petrolífero movimente sozinho 50 bilhões de dólares só no Brasil.
Este mercado tem oferecido 100 mil empregos – diretos e indiretos – 
por ano e as empresas fluminenses são responsáveis por 80% da produção 
nacional.
O Brasil receberá investimentos de US$ 72 bilhões em exploração e produção 
de
 petróleo e gás de 2008 a 2012, estima o IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo). 
A cifra corresponde a 4,6% do PIB de 2007, mas é apenas o piso previsto pelo 
setor.
 É que, após a descoberta de novas reservas na camada pré-sal, o país deverá 
atrair uma onda de recursos sem precedentes para a atividade.
Nessa conta de US$ 72 bilhões não entram os recursos que serão destinados à 
exploração do pré-sal. Apenas o campo de Tupi consumirá investimentos de 
US$ 50 bilhões (o equivalente a R$ 83 bilhões) em dez anos, segundo previsão
 do secretário-executivo do IBP, Álvaro Teixeira. Trata-se da primeira reserva 
delimitada do pré-sal, com reservas de 5 bilhões a 8 bilhões de barris e 
que, sozinha, contará com recursos equivalentes a 16,5% do orçamento total
 do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) –R$ 504 bilhões.
O cálculo considera a necessidade de 9 a 10 plataformas para explorar a mega 
reserva. E não inclui outros campos tão promissores quanto Tupi, como os de 
Júpiter e Carioca.
Atualmente, os setores da economia que mais contratam profissionais de nível 
técnico são os da construção civil, petróleo e gás, além da indústria 
automobilística.
O setor de Petróleo e Gás Natural vem experimentando uma demanda 
crescente por 
recursos humanos qualificados. O curso visa capacitar profissionais para 
atuar em 
empresas do setor, através de uma abordagem ampla e diversificada. Para 
profissionais 
que já atuam no setor, trata-se de uma oportunidade de enriquecimento 
profissional
 numa Instituição de Ensino reconhecida nacionalmente como um Centro de 
Excelência.

O que faz o profissional

O profissional desta área está apto a implantar tecnologias nas diversas 
unidades 
da indústria do petróleo. Opera e otimiza a produção e o processamento,
 tanto do
 petróleo quanto do gás natural, de acordo com as mais modernas 
tecnologias 
do setor. Suas áreas compreendem prospecção, perfuração, completação, 
estudo de reservatórios, transporte e armazenamento de óleo cru, gás e 
derivados, refino de petróleo e gás, comercialização do petróleo e seus 
derivados.

O mercado que lhe espera

As oportunidades de emprego neste segmento do mercado de trabalho 
são muito promissoras. A mídia vem divulgando, freqüentemente, altos 
investimentos neste setor, através de programas que permitirão aumento 
nas áreas de exploração e produção e na capacidade de refino.
 Como conseqüência, 
existirá uma grande oferta de empregos diretos e indiretos.
Para atuar na área de petróleo (gás faz parte desta indústria),
 o profissional 
deve ser curioso e investigativo e, fundamentalmente, atualizado, 
sempre questionando 
o seu conhecimento contra as situações apresentadas, e não pode
 ter medo de números: 
quase tudo acaba sendo mensurado de alguma forma.
Não podemos esquecer que o profissional tido como bom, em] 
qualquer atividade, 
é aquele que apresenta resultados rápidos e com qualidade. Para 
chegar a esse 
ponto, o profissional precisa estar envolvido com o trabalho,
 mostrando capacitação, 
competência e compromisso.
Mais da metade de todo o petróleo, e 70% de todo o gás do
 planeta, ainda estão 
para serem descobertos. A indústria do petróleo engloba todo
 o tipo de 
profissional e de atividades: técnicas, financeiras, tributárias,
 jurídicas, médicas 
etc. Dentre elas, sempre haverá colocação para os profissionais 
destacados pelo 
mercado. Ainda por muitos anos continuará sendo necessário 
explorar, produzir,
 refinar e transportar petróleo e derivados.
Essas atividades garantirão, por si só, empregabilidade aos que
 estiverem preparados. 
Nesse sentido, o profissional pode esperar um mercado amplo e
 com capacidade de 
absorver os atualizados e bem formados.
O trabalho com petróleo compara-se ao do artista de teatro:
 muito empenho ao 
estudar (o texto), muito gosto ao atuar (no palco), e muito 
prazer ao apreciar 
o produto (a peça)… Uma mistura equilibrada e compatível, 
com bons ingredientes,
 sempre trará bons resultados.

Tecnólogo

Trabalha na exploração, na produção e na comercialização de
 petróleo, minérios 
e gás natural. Atua em petroleiros, refinarias, plataformas,
 mineradoras e no setor
 de serviços. Pode fazer consultoria jurídica e ambiental ou 
elaborar e realizar pesquisas
 de preços de matérias-primas no mercado internacional.
 Para isso, é fundamental 
que conheça a legislação internacional que regula as atividades 
ligadas ao petróleo e a 
seus derivados e ter fluência em inglês.

Mercado de Trabalho

O tecnólogo encontra um mercado em alta em função da boa 
performance do país 
na exploração e produção de petróleo e gás. Além das bacias de
 Campos, no litoral 
fluminense, e de Santos, na costa paulista, há oportunidade de
 trabalho nos estados 
do Rio Grande do Norte, da Bahia e do Espírito Santo.
O profissional é contratado para trabalhar na exploração e na 
produção de petróleo 
e gás, em setores relacionados à gestão do negócio e também 
na manutenção e no
 gerenciamento de equipamentos. Empresas prestadoras de 
serviços ou que fabricam 
equipamentos para o setor, como a Halliburton e a Schlumberger,
 também empregam 
o tecnólogo para as áreas operacionais e de manutenção.
Salário médio inicial: R$ 3.500

Este profissional pode:

  • Planejar poços;
  • Definir tipo de plataformas para operar no mar;
  • Selecionar equipamentos e procedimentos;
  • Interpretar testes de produção;
  • Gerenciar reservatórios;
  • Analisar a viabilidade econômica de projetos e
  • Identificar estruturas geológicas com potencialidades petrolíferas.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


Que tal "pensar fora da caixa"? Dica do Seiiti Arata







Olá Pessoal!

Tudo bem?

Segue trecho na íntegra de uma grande dica do 
Seiiti da Arata Academy. Aproveite e veja os vídeos 
no link abaixo para entender melhor e saber como
 participar. Encaminhe este post para seus amigos também.

Boa sorte.

Grande abraço,

Leandro

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Dica: No ano que vem, existe uma conferência na 
Suíça que é ALTAMENTE recomendada. 

Fui pra lá em 2002 (a convite deles, e não tirei um 
único centavo do bolso) e este evento mudou minha vida
Me fez realmente "pensar fora da caixa".

Escrevi um texto rápido e publiquei uns vídeos pra você 

p.s. quando fui pra lá, tinha muitos alemães, muitos americanos da 
Harvard e Yale e ingleses de Oxford... e poucos brasileiros (eu fui o 
único brasileiro no ano de 2002). Então por favor ajude a passar a dica 
adiante, principalmente pra quem pode aproveitar essa super dica.
 Vamos ajudar a colocar os brasileiros nestes eventos!!!!

Mais de 37 mil estudantes já se inscreveram no Programa de Estágio 2012


O Programa de Estágio da Petrobras Distribuidora termina nesta terça-feira (16), com mais de 37 mil estudantes inscritos. A companhia pretende oferecer oportunidades para os níveis superior e médio profissionalizante, em diversas localidades do país.


Os candidatos devem estar cursando os dois últimos anos ou os quatro últimos semestres. Para os estudantes de nível médio que já concluíram o curso, é possível realizar o estágio na Companhia desde que a instituição de ensino informe, por meio de declaração, que o estágio é condição indispensável para a obtenção de certificado ou diploma.
O objetivo do Programa de Estágio BR é proporcionar aos estudantes experiência de aprendizagem profissional. Além de capacitação técnica, a prática durante o estágio possibilita o desenvolvimento sociocultural e das relações de trabalho, fundamental para a atuação dos futuros profissionais.
Todas as informações sobre o Programa de Estágio da Petrobras Distribuidora, incluindo a lista de cursos, horários, duração, requisitos, processo seletivo e benefícios, estão disponíveis no site www.br.com.br (em A Companhia/Recursos Humanos).
Os interessados também poderão entrar em contato pelo SAC 08007289001.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acaba de anunciar a realização de concurso público para três cargos de nível superior. Serão preenchidas 152 vagas, das quais 11 são reservadas a portadores de deficiência. A empresa também formará cadastro de reserva.

As oportunidades são para diversas áreas de formação e as vagas foram abertas em Brasília e nas cidades de Manaus (AM), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). As inscrições começam no próximo dia 29, e podem ser feitas até 19 de novembro, pelo site do Cespe/UnB. As taxas são R$ 80 (analista) e R$ 100 (especialista).

Do total de vagas, 22 são para o cargo de analista administrativo, em cinco áreas de atuação.
 Estudos geológicos apontam que há petróleo em Pernambuco. Petrobras não decidiu se vai explorar área
Jornal do Commercio online - Adriana Guarda
“Ele jura de pés juntos que tem petróleo lá”. 
O comentário do diretor de Exploração
 e Produção da Agência Nacional de Petróleo
 (ANP), Florival Carvalho, é sobre o geólogo
 pernambucano Mário de Lima Filho. Desde 
a década de 90,
 o professor teima na existência de óleo 
no subsolo marinho de Pernambuco. 
Estudos geológicos confirmaram as evidências.
Agora falta a Petrobras decidir, até março de 2013, 
se vai perfurar poços na região. Em 2007, consórcio
 formado por Petrobras
 e Petrogal (subsidiária da Galp Energia) arrematou
 três blocos na Bacia
 Pernambuco-Paraíba, durante o leilão da 9ª rodada de
 licitação da ANP.
 As empresas deveriam fazer um investimento mínimo de R$ 7,5 milhões
 para explorar uma área de 1.713 quilômetros quadrados.
Carvalho diz que as companhias têm prazo de 5 anos 
(entre março de 2008 e março de 2013) para estudar a área.
“Terminada essa primeira fase exploratória, elas precisam
 decidir se furam poço ou devolvem os blocos à ANP. Se a 
estratégia for prosseguir terão até março de 2015 para 
concluir a segunda etapa de exploração”, explica. Procurada pelo 
JC, a Petrobras se limitou a responder que “o consórcio analisa 
atualmente os dados obtidos com a aquisição sísmica. Vale ressaltar 
que a perfuração de poços, caso se justifique, só ocorrerá após o ano 
de 2014”, informa, por meio de sua assessoria de comunicação. 
Em Pernambuco, as perfurações não exigiriam a profundidade 
do pré-sal porque a expectativa é que existam reservatórios de óleo 
acima da camada de sal.
 Gás de xisto ainda não sai das rochas
 no país
Folha de S. Paulo - Denise Luna / Agnaldo Brito
O Brasil está atrasado na corrida mundial
 pela exploração comercial do gás de xisto,
 também chamado de gás não convencional,
 encontrado em rochas subterrâneas. O governo
 dos Estados Unidos afirma que o Brasil tem a
 nona reserva mundial, com 226 tcf (trilhões de
 pés cúbicos), número não endossado pela 
ANP (Agência Nacional do Petróleo). Enquanto
 o assunto engatinha no Brasil, a indústria
 química e petroquímica local teme pelo seu
 futuro. As enormes reservas norte-americanas (826 tcf) derrubaram
 os preços lá
 ao nível de um quarto do valor cobrado no Brasil. Segundo a KPMG,
 o negócio
 ganhou tal dimensão que os Estados Unidos podem deixar de ser
 importadores
 e se tornar exportadores.
Segundo o professor de planejamento energético da Coppe/UFRJ, Alexandre
 Szklo, o preço baixo cobrado pelo gás nos EUA se deve à existência de uma
 grande rede de gasodutos já amortizada e à ação de pequenas empresas de
 tecnologia na pesquisa do gás de xisto. A produção de gás não convencional
 no Brasil praticamente inexiste. A única exploração aqui é feita pela Petrobras,
 no município de São Mateus do Sul (PR). A estatal produz apenas 130 mil metros
 cúbicos de gás por dia. O Brasil tem consumo diário de 49 milhões de metros
 cúbicos por dia.

Petrobras nega retirada de projetos da Premium I e II

Estatal planeja construir refinarias no Maranhão e Ceará até 2018
NNpetro - Júlia Moura - 
A presidente da Petrobras, Graça Foster, negou boatos de mercado de que a estatal estuda a retirada definitiva dos projetos das refinarias Premium I e II, respectivamente no Ceará e no Maranhão.
“Não vamos cortar. A informação não procede mesmo, até porque a Petrobras precisa das refinarias. Gostaríamos de ter as refinarias operando”, disse Foster nesta terça-feira (16) em evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais do Rio de Janeiro (Lede-Rio).
Esta possibilidade foi levantada, de acordo com informações divulgadas pela Agência Estado, caso o Governo não promovesse um reajuste de gasolina e diesel capaz de financiar os investimentos da estatal.
“Toda a experiência que a Petrobras tem na construção de unidades estacionárias de produção, a Petrobras não tem no refino. A última refinaria no Brasil é de 1980, de um projeto que não é Petrobras. Se chegam parceiros, por que não seguir com os planos?”, avaliou a executiva, que disse estar trabalhando na busca de parceiros experientes da China e da Coreia do Sul para os projetos das novas refinarias.
A Petrobras planeja construir refinarias no Maranhão e Ceará até 2018, o que ajudaria a empresa a diminuir a sua dependência de importação de derivados, apesar das novas plantas estarem projetadas para a produção apenas de diesel e não gasolina.
Refinarias
A empresa já constrói outras duas refinarias, uma no Rio de Janeiro e outra em Pernambuco, que aguarda um acordo de sociedade da venezuelana PDVSA.
No fim de setembro executivos da estatal se reuniram com o grupo GS Caltex, da Coreia do Sul, para discutir a possibilidade de parceria para a construção da refinaria Premium II, no Ceará.
(Com informações da Reuters)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Petroleiras miram óleo e gás no Norte do País
Estadão, Sergio Torres
Espécie de prima pobre das riquezas do pré-sal da Região Sudeste, a margem equatorial brasileira é o objetivo imediato das grandes petroleiras interessadas em expandir suas áreas de atuação no País. A faixa litorânea que cruza cinco bacias com potencial petrolífero, do Amapá ao Rio Grande do Norte, será oferecida à iniciativa privada em maio de 2013, a se confirmar a intenção do governo manifestada pelo ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
A 11ª rodada de licitações organizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) disponibilizará até 174 blocos. A metade exata, 87, fica na margem equatorial. Os demais, todos terrestres, possuem reservatórios de gás natural, como já constatado na Bacia do Solimões. O crescimento da oferta de gás é uma necessidade do País, disse ontem a presidente da Petrobrás, Graça Foster, ao falar sobre o memorando de entendimentos firmado com a petroleira nacional HRT, que já descobriu gás na Amazônia. "A HRT anunciou descobertas interessantes. (...) Nós temos também descobertas interessantes na Bacia do Solimões, no Amazonas. (...) Temos proposta de fazer análise em conjunto para otimizar custos operacionais, custos futuros de ambos os lados", disse ela, referindo-se à produção e ao escoamento do gás amazônico.

Pré-sal apresenta produção maior do que previsto

Em Santos, o índice de sucesso é de 90%. Poços do campo de Lula já produzem 50%
Redação NNpetro - Agência Estado - 
As explorações do pré-sal, especialmente na Bacia de Santos (litoral norte de São Paulo e sul do Estado do Rio de Janeiro), têm surpreendido a Petrobras. Os primeiros quatro poços do campo gigante de Lula, por exemplo, estão produzindo 50% a mais do que o previsto - sucessos exploratórios que têm ofuscado a produção no pós-sal da Bacia de Campos (litoral norte do Rio e sul do Espírito Santo). Em Santos, o índice de sucesso é de 90%, contra os cerca de 30% da média mundial.
Apenas os recursos da área da cessão onerosa e o potencial recuperável dos dois campos do pré-sal (Lula e Sapinhoá) que a Petrobras declarou comercialidade à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) equivalem a tudo o que a companhia produziu desde sua fundação, em 1953. São 15,4 bilhões de barris.
“" Só isso é igual a toda a produção que a Petrobras já teve, e vocês sabem que não é só isso”", disse à Agência Estado o gerente executivo de Exploração e Produção da Petrobras, Carlos Tadeu Fraga. “Os poços têm tido produtividade melhor do que o inicialmente esperado.”
Os quatro campos de Lula chegaram à meta esperada para seis poços: 100 mil barris por dia. Hoje, o pré-sal já responde por 5% da produção de cerca de 2 milhões de barris diários da companhia. A previsão é de que passe para 31% em 2016 e 50% em 2020.
Hoje, o horizonte potencial de reservas da Petrobras é o dobro de tudo o que já foi produzido: 31,5 bilhões de barris de óleo equivalente. Mas os números não levam em conta, por exemplo, o campo de Carcará (Bacia de Santos), ainda não declarado comercial e, portanto, fora das estimativas oficiais. Sócia da Petrobras, a petroleira Barra Energia crê que Carcará é, seguramente, um dos maiores reservatórios do pré-sal.“Posso dizer com segurança que nossa expectativa é que seja um dos mais significativos do pré-sal”, disse o diretor e CEO da empresa,
Em quatro anos, a produção acumulada no pré-sal de Campos e Santos superou 100 milhões de barris de óleo equivalente. Em 2017, passará a 1 milhão de barris, conforme os planos da Petrobras. É aproximadamente metade do volume recuperável do Campo de Garoupa, que produz há 30 anos e está até hoje em produção. 
(Com informações do jornal Estado de S. Paulo)
Gasmig prevê crescer no setor industrial
Valor Econômico - Marcos de Moura e Souza
Há dois anos Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) inaugurou um gasoduto para abastecer empresas, sobretudo as siderúrgicas, da região do Estado conhecida como Vale do Aço. De lá para cá, a demanda só cresceu e hoje a quantidade de insumo vendido para esses poucos mas importantes clientes já contribui com 45% do faturamento da empresa. Agora, a companhia fala em atingir um novo patamar de vendas para a região: 2 milhões de m3 ante os atuais 1,3 milhão de m3.
A Gasmig fornece diariamente em todo o Estado uma média de 3,2 milhões de m3. A previsão é atingir 3,5 milhões de m3 em 2013. Controlada pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e Petrobras, a Gasmig atingiu no ano passado pela primeira vez a marca do R$ 1 bilhão de faturamento. Este ano, até julho, já havia faturado R$ 726 milhões, 24,5% a mais do que o registrado no mesmo período de 2011. Em agosto, começaram as obras de construção de um gasoduto que levará o combustível a residências de dois bairros de Belo Horizonte. A partir de 2013, a empresa promete dar início às obras para levar esse gasoduto a outros 22 bairros. Os investimentos nesse projeto de expansão da rede somarão R$ 200 milhões.

Oportunidades de negócios na Bacia de Santos é agora, diz Igor Tavares

Diretor da Santos Offshore afirma que evento impulsionará as operações do pré-sal brasileiro
NNpetro - Margarida Putti - 
Em entrevista ao NNpetro, o diretor de eventos da Reed Exhibitions Alcantara Machado, responsável pela gestão da Santos Offshore 2012, Igor Tavares, declarou que o evento é uma plataforma de negócios para o setor de O&G. Para o executivo, o momento de negócios na Bacia de Santos é agora, pois o campo será a maior em operação offshore daqui a cinco anos, com mais de 1 milhão de barris por dia.
1X) NNpetro – Este ano, a Santos Offshore chega a sua sexta edição, tendo como responsável uma organizadora de eventos internacionais do setor de O&G. Desta forma, quais são as expectativas de novos negócios para este evento?
Igor Tavares - Esta é a primeira vez que a Santos Offshore está sendo integralmente organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, maior organizadora nacional e internacional de feiras e eventos, e mesma organizadora da World Future Energy Summit (Abu Dhabi – Emirados Árabes), Brasil Offshore (Macaé – Rio de Janeiro) e SPE Offshore Europe (Aberdeen – Escócia), os maiores eventos do segmento no mundo. Com isso, a Santos Offshore passa a fazer parte da rota dos principais eventos internacionais e da agenda de empresários e grandes compradores internacionais do setor. Neste ano, o evento reuniu mais de 100 expositores entre IOCs (Empresas Petrolíferas Internacionais) e NOCs (Empresas Petrolíferas Nacionais), Drilling Contractors (Empresas de Perfuração), operadores logísticos e de atividades subsea (submarina), fornecedores de máquinas e equipamentos, entidades financiadoras e consultorias. E a principal novidade da feira é a inédita parceria realizada pela organização do evento com o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). Também vale ressaltar que o patrocínio master é da Petrobras e que a feira conta com o apoio da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e Secretaria de Energia do Estado de São Paulo. Também esperamos um público entre 10 e 12 mil visitantes durante o evento, que podem participar das diversas rodadas de negócios que estamos realizando.
2X) NNpetro - A bacia de Santos é considerada uma das maiores descobertas no pré-sal da Petrobras. A empresa tem investido no desenvolvimento de serviços para atender às expectativas de exploração da região. Com isso, qual é a real influência da Santos offshore no setor de E&P?
Igor Tavares - A Santos Offshore 2012, se consolida como o maior evento do setor de E&P Offshore do estado de São Paulo e se torna a plataforma definitiva para realizar negócios no pré-sal na Bacia de Santos, para a qual são estimados investimentos de bilhões de dólares para os próximos três anos. Estamos nos posicionando neste cenário como a alavanca que proporcionará a oportunidade para empresas de todos os tamanhos fazerem parte desse crescente mercado. E, certamente, não restam dúvidas que a tendência é crescer cada vez mais.
3X) NNpetro – O evento pretende reunir representantes de pequenas, médias e grandes empresas da cadeia de petróleo e gás. Quais serão as oportunidades para a indústria brasileira deste setor?
Igor Tavares - A Santos Offshore deste ano, apresenta rodadas de negócios promovidas pelo Competro Fiesp/Ciesp e Sebrae-SP, e com a metodologia da Organização Nacional da Indústria do Petróleo – Onip, a mesma utilizada na Brasil Offshore, de Macaé-RJ, possibilitando que empresas de pequeno, médio e grande porte possam apresentar seus produtos e serviços aos representantes da cadeia do setor offshore. Em 2011, 23 empresas participaram da rodada e movimentaram cerca de R$ 38 milhões em novos negócios. Intensificados pelas demandas por conteúdo local e com a composição da cadeia de fornecedores do setor, os negócios do pré-sal em Santos encontram nas rodadas um catalisador de parcerias, aproximando compradores de fornecedores e favorecendo o desenvolvimento do segmento. Além disso, a Santos Offshore sediou uma importante conferência nesta quarta-feira, dia 17, com uma palestra sobre o desenvolvimento do setor Offshore e as implicações para a Bacia de Santos ministrada pelo Gerente Geral da Petrobras Santos, José Luiz Marcusso, com representantes da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Teremos uma ampla programação com várias apresentações e palestras ao decorrer da feira. As empresas que ainda não possuem cadastro na Petrobras também terão a oportunidade de se registrarem como possíveis fornecedores da estatal.
4X) NNpetro – A presidente da Petrobras, Graça Foster, deu um alerta à indústria de fornecedores dizendo que não aceitará atrasos em obras contratadas. Você acha que Brasil está pronto para atender a atual demanda da indústria petrolífera?
Igor Tavares - O Brasil está parcialmente preparado, com algumas áreas e fornecedores em diferentes estágios de desenvolvimento. O maior gargalo, e que compromete todos os demais, em minha opinião, é a formação profissional. Vão faltar técnicos e engenheiros para a Petrobras, além de fornecedores nos próximos 10 anos. Sem estruturarmos este lado primeiro, não chegaremos aonde almejamos na curva de produção e manufatura de produtos e serviços à indústria lá na frente. Por isso, temos uma Sala Jovem nesta edição da Santos Offshore. Este espaço é destinado aos universitários e estudantes que buscam compreender o perfil, a carreira e as oportunidades para entrar na indústria do petróleo e gás do Brasil.
5X) NNpetro – A indústria brasileira offshore está passando por uma grande transformação. Os investimentos vão desde capacitação de profissionais, pesquisa, estudos de perfuração e produção até barcos de apoio. O que a Santos offshore está oferecendo para o público visitante (profissionais do setor) que busca oportunidade de trabalho?
Igor Tavares - A Santos Offshore está preocupada em oferecer oportunidades e principalmente a possibilidade do público ter acesso as informações referentes a qualificação profissional e oportunidades de trabalho. Para isso, nesta quinta-feira, dia 18, serão promovidas duas sessões simultâneas na área de conferência da Santos Offshore. Uma com foco nas oportunidades de negócios na Bacia de Santos e outra no desenvolvimento de profissionais para atuarem no setor de E&P Offshore. A primeira terá uma explanação do Programa Brasil Maior, criado pelo MIDC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), e do Plano de Desenvolvimento de Fornecedores, da Petrobras. Já a segunda, voltada para o público jovem, que contará com diversas apresentações sobre o campo de trabalho Offshore, demanda de profissionais, treinamento, capacitação e gestão de carreira.

Você sabe para que serve o tungstênio?


O nome pode parecer estranho, mas o tungstênio está mais presente em nossas vidas do que imaginamos e sua valorização no mercado exterior é crescente. Utilizado na indústria eletrônica, petrolífera, de construção, empregado na fabricação de filamentos de lâmpadas, telefone celular, tubo de raios catódicos (presentes em monitores de TV’s e computadores), nas canetas esferográficas, entre outros, o metal, também conhecido como wolfrâmio, é extraído de minérios de alto valor agregado como a wolframita, scheelita e cassiterita.
A principal característica que o faz um elemento peculiar é a capacidade de resistir às temperaturas elevadas, por isso tem um considerável valor industrial e no mercado de importação e exportação. Tanto que, em meados dos anos 20, uma grande companhia tentou patenteá-lo, mas teve o pedido rejeitado pelo governo dos Estados Unidos.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o tungstênio possuiu um papel considerável na diplomacia entre países. Na época, como Portugal era o maior distribuidor do elemento na Europa, sofreu pressão bilateral. Os países Aliados e do Eixo disputavam o material que, por resistir a altas temperaturas e possuir resistência mecânica, era importantíssimo na indústria bélica.
Um exemplo bem comum em nosso dia a dia são as lâmpadas incandescentes - utilizadas nas residências por muitos anos e que está em processo de banimento no mercado brasileiro - possuem fios de tungstênio, responsáveis pelo funcionamento durante um longo período. Entre os tipos mais comuns estão também as lâmpadas automotivas e refletoras, além das especiais, empregadas em projetores audiovisuais, luzes de câmera de vídeo, instrumentos médicos e científicos.
Outro exemplo é a bolinha da caneta esferográfica, que a faz deslizar e dispersar tinta enquanto se escreve, também fabricada com o metal. Além disso, uma curiosidade que vale ser destacada é a aplicação do carbeto de tungstênio em joias, mais precisamente em anéis. O material caiu no gosto de mulheres e de casais, que passaram a adquirir até alianças de compromisso deste metal, por ser hipoalérgico e não perder o brilho como os demais.
Mercado brasileiro
Em terras brasileiras, as reservas de scheelita, responsáveis por maior parte da produção brasileira do tungstênio, são encontradas no Rio Grande do Norte, nas cidades de Acari, Bodó,Currais Novos, Lajes e Santana do Seridó. Na região, existem aproximadamente 35 mil toneladas do metal, entre minas indicadas e medidas. Somente nos três primeiros meses de 2012, o Estado havia exportado US$ 1,55 milhão, valor três vezes maior quando comparado ao mesmo período em 2011, o que representa 70% das exportações do produto. Já a wolframita é encontrada em Conceição do Araguaia e São Félix do Xingu, no Estado do Pará, e em Nova Trento, Santa Catarina.
No entanto, atualmente, a China lidera este mercado e é responsável por aproximadamente 65% das reservas mundiais e por 85% da produção, seguida de Rússia, Áustria e Portugal.
*Dominic de Souza é diretor comercial da Citra do Brasil, empresa nacional com 25 anos de atuação na comercialização de produtos nacionais e importados em segmentos como petróleo, portos, mineração, siderurgia, metalurgia do pó, ferroviário, agricultura e tratamento de superfície.

De onde vem o Gás Natural?

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O gás natural é um combustível fóssil, resultado da decomposição de matéria orgânica que foi soterrada a grandes profundidades terrestres.  Esse gás pode ser utilizado na geração de energia para usinas termoelétricas e indústrias, na combustão dos automóveis e até para uso doméstico em residências.
Neste vídeo, você confere todo o processo que envolve a formação do gás natural: da perfuração dos campos exploratórios de petróleo até a rede de distribuição do produto.
Nova turma do curso de OPERADOR DE SONDA DE PERFURAÇÃO do IFRN de Mossoró pela FUNCERN. 2012.

Desejamos Boa Sorte a todos pelos novos caminhos do Mundo do Petróleo e Gás Natural.