TURMA DO PETRÓLEO

TURMA DO PETRÓLEO

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Bom dia!

Muitos leitores perguntam sobre onde fazer um curso de Operador de Refinaria,existe muitos  cursos no Sudeste mais o SENAI de SP oferece esses cursos em algumas cidades e os mesmos tem o apoio e reconhecimento da Petrobras que já é um diferencial.

CAMPINAS

  Petróleo e gás
Qualificação e Aperfeiçoamento|Conheça esta modalidade
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CUBATÃO

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MAUÁ

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SÃO PAULO

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012


Brasil é o 10º maior consumidor mundial de energia

País é o segundo maior produtor mundial de energia hidrelétrica, atrás da China
Redação NNpetro - 
O consumo de eletricidade no Brasil tem aumentado desde a última década, atingindo crescimento de 38%, índice acima da média mundial (30%), sendo o décimo maior consumidor mundial de energia elétrica. Alguns países como a China e Índia apresentam índices maiores de consumo e, junto com os Estados Unidos e União Europeia, representam 60% do consumo mundial de eletricidade.
Entretanto, o crescente aumento do consumo de energia tem se mostrado uma grande preocupação mundial. Quase 1,3 bilhão de pessoas no mundo ainda não dispõe de eletricidade, com isto, a busca de fontes de energia renováveis tem se tornado o objetivo da maior parte dos países.
O Brasil já se destaca no uso de fontes renováveis, sendo um dos líderes mundiais na produção de energia hidrelétrica e de biocombustíveis. Hoje, 46% da energia total produzida no Brasil é originada de fontes renováveis, enquanto a média em países ricos não ultrapassa 10%.
O Brasil é o segundo maior produtor mundial de energia hidrelétrica, atrás somente da China. Outras fontes de energias renováveis, como a solar e a eólica, ainda apresentam tímida participação na geração de eletricidade, mas devido ao incentivo e aumento dos recursos para desenvolver outras fontes de energia, esta participação deverá aumentar nos próximos anos.
Alternativas para sobrecarga
Em 2010, para evitar uma sobrecarga nas hidroelétricas, a Petrobras precisou acionar 70% das usinas termelétricas movidas a gás. Esse elemento tem sido muito importante para a produção de energia elétrica no país. Atualmente, devido ao elevado consumo de energia, cerca de 40% do gás utilizado no país é boliviano.
Visando debater as alternativas para suprir o crescimento do consumo de energia no país, acontece de 30 a 01 de novembro, o 7º Congresso Internacional de Bioenergia, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Petrobras produz energia verde


A Petrobras, pioneira na exploração de petróleo e gás no Brasil, lança projetos de pesquisa para a produção de biocombustíveis verdes. Neste vídeo, podemos conferir os projetos de pesquisa da estatal sobre a composição do biodiesel e fontes alternativas de energia. A empresa também apresenta os seus desafios tecnológicos na produção do biodiesel, etanol e o crescimento sustentável.

Profissionalização é entrave no setor de óleo e gás

Prominp irá qualificar 204 mil profissionais até 2015
NNpetro - Júlia Moura -
A falta de mão de obra qualificada em petróleo e gás continua sendo um entrave para a indústria. Ferramenta para auxiliar a qualificação profissional do setor de óleo e gás, o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) realizou seis processos seletivos públicos e qualificou quase 90 mil profissionais em 185 categorias, todas voltadas para o mercado de petróleo e gás.  Mesmo assim, o número de vagas na área supera o número de profissionais qualificados.
Para evitar que haja carência de mão de obra, a Petrobras pretende capacitar mais de 204 mil profissionais, até 2015. Serão investidos cerca de R$ 430 milhões. De acordo com a companhia, existe necessidade de qualificação de 212.638 mil profissionais, até 2014. Deste total, cerca de 85 mil pessoas (aproximadamente 39%) representam mão de obra para a indústria naval.
“O principal indicador de sucesso dos cursos do Prominp é a empregabilidade formal dos alunos, que antes do curso é de 32,8% e após o curso passa para 67,1%”, informou a Petrobras. Dos 204 mil profissionais que serão qualificados, 8,6 mil são de nível superior, incluindo engenheiros de diversas especialidades. Para esses profissionais, os cursos se estendem por nove ou dez meses e são dados por universidades federais e estaduais. Já para o nível técnico os cursos são realizados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) com duração de quatro meses.
A carência do Brasil é percebida também nos países vizinhos. Países da America Latina têm a educação como grande barreira para o crescimento e desenvolvimento econômico. O relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, divulgado pela Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), revela que oito milhões de jovens entre 15 e 24 anos, um a cada 12, da região sequer  completaram o quinto  ano do ensino fundamental e precisam de caminhos alternativos para adquirir habilidades básicas exigidas pelo mercado de trabalho. No Brasil, um em cada cinco jovens está desempregado, índice três vezes maior do que verificado entre adultos.
Novas oportunidades
De acordo com a estatal, a expectativa é lançar o próximo ciclo de seleção pública para o Prominp no começo do próximo ano. Está sendo feito um levantamento com base na carteira dos projetos das operadoras de petróleo e gás para se estimar o número de vagas a serem disponibilizadas na ocasião.
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) prevê até o final no ano a perfuração de 739 poços em todo Brasil, o que aponta para o aquecimento do setor.
Imigração
O gargalo da descoberta do pré-sal trouxe ao país uma política do conteúdo local, além de iniciativas para qualificar a mão de obra nacional. Apesar disso, a necessidade da indústria mostra uma crescente imigração para o setor. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE, na semana passada, aproximadamente 455 mil pessoas imigraram para o Brasil no período de 10 anos, aumento de 63% em relação a ano 2000. O estudo revelou também que 54,1% dos estrangeiros chegaram ao país nos dois anos anteriores ao levantamento de 2010.

ANP abre concurso para 152 vagas em 7 cidades

Todos os cargos são de nível superior. Os salários vão de R$ 9.623,20 a R$ 11.374
NNpetro - G1 - 
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)divulgou edital de concurso público para 152 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível superior. Os salários variam de R$ 9.623,20 a R$ 11.374. As vagas são para as cidades de Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Manaus, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo.
São 22 vagas para analista administrativo, 15 para especialista em geologia e geofísica do petróleo e gás natural e 115 para especialista em regulação de petróleo e derivados, álcool combústivel e gás natural.
As inscrições podem ser feitas das 10h de 29 de outubro às 23h59 do dia 19 de novembro pelo sitewww.cespe.unb.br/concursos/ANP_12A taxa é de R$ 80 para as vagas de analista e de R$ 100 para as oportunidades de especialista.
As vagas de especialista em geologia e geofísica do petróleo e gás natural também são de nível superior. O vencimento básico, com a gratificação por desempenho, é de R$ 10.019,20. Após a primeira avaliação de desempenho, o salário pode chegar a R$ 11.374. Os candidatos devem ter graduação nas áreas de geologia, engenharia geológica ou geofísica.
Todos os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas, de conhecimentos básicos e específicos, prova discursiva, que compreende uma redação de texto dissertativo e duas questões práticas, e avaliação de títulos.

Ainda haverá curso de formação para os cargos de especialista em geologia e geofísica do petróleo e gás natural e especialista em regulação do petróleo e derivados, álcool combustível e gás natural. O curso será ministrado na cidade do Rio de Janeiro. 
Os candidatos nomeados estarão subordinados ao regime jurídico único dos servidores civis da união, das autarquias e das fundações públicas federais. Na data provável de 18 de dezembro será publicado no Diário Oficial da União edital informando a consulta aos locais e ao horário de realização das provas.

As provas objetivas serão aplicadas no dia 13 de janeiro, no turno da tarde, nas 26 capitais e no Distrito Federal. Já a perícia médica, para os candidatos que se declararem com deficiência, será nas cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Manaus, São Paulo e Distrito Federal. O concurso terá validade de 1 ano e poderá ser prorrogado, uma única vez, pelo mesmo período.

terça-feira, 23 de outubro de 2012



Técnicas de extração de petróleo e gás podem causar Terremotos
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AFPEm Washington


 
Algumas operações petrolíferas ou de extração de gás que implicam a injeção de água subterrânea podem causar terremotos, embora o risco da técnica de fratura hidráulica seja geralmente baixo, destacou na última sexta-feira (15) um relatório científico publicado nos Estados Unidos.
O estudo do Conselho Nacional de Pesquisas dos Estados Unidos descobriu que o risco sísmico mais significativo está relacionado com a injeção secundária de águas residuais no subsolo para extrair vestígios de hidrocarbonetos de uma jazida de petróleo.
Além disso, uma técnica denominada Captura e Armazenamento de Carbono (CCS, na sigla em inglês), que tem como objetivo reduzir as emissões de dióxido de carbono na atmosfera através da captura, liquefação e injeção subterrânea de grandes volumes de carbono, "pode potencialmente induzir grandes eventos sísmicos", destacou o relatório.
No entanto, a fratura hidráulica, técnica que permite aumentar a extração de gás e petróleo do subsolo e que esteve sob intenso escrutínio dos ambientalistas, não é, segundo o estudo, um fator de risco de tremores suficientemente fortes para ser percebidos pelas pessoas, acrescentou.
"O processo de fratura hidráulica tal como se aplica atualmente para a recuperação de gás de xisto não representa um alto risco de indução de eventos sísmicos que possam ser percebidos", destacou o informe.
Há 35.000 poços de gás de xisto nos Estados Unidos atualmente e só foi reportado um caso no mundo em que a fratura hidráulica de gás de xisto foi confirmado como causador de terremotos em áreas próximas.
Este caso foi na área de Blackpool, na Inglaterra, em 2011. A fratura hidráulica causou um terremoto de magnitude 2,3 em abril e outro de magnitude 1,5 em maio, destacou o informe.
Vinte casos possíveis foram documentados nos Estados Unidos e outros 18 no mundo.
"A atividade humana, inclusive a injeção e extração de fluidos da Terra, pode induzir a eventos sísmicos", destacou o relatório.
"Embora a grande maioria destes eventos tenham intensidades inferiores às que podem ser percebidas pelas pessoas que vivem diretamente no local da injeção do fluido ou de extração, existe um potencial para que ocorram sismos importantes que podem ser percebidos e causar danos e preocupação pública".
Um fator chave no potencial para causar um terremoto parece estar relacionado ao equilíbrio entre o líquido introduzido no subsolo e que logo é retirado e as tecnologias que controlam este equilíbrio são as melhores, explicou.
Enquanto a técnica de CCS consista em injetar grandes volumes de líquido para um armazenamento prolongado e possa causar grandes terremotos, não há projetos em grande escala em andamento, razão pela qual é difícil avaliar o risco real.
"Não existe informação suficiente para compreender este potencial porque não há projetos em grande escala de CCS em funcionamento. É preciso mais investigação sobre o potencial de sismicidade introduzida em grande escala de projetos de CCS", destacou o informe.

O petróleo virou gás para Marcio Mello

O empresário Marcio Mello prometeu encontrar um segundo pré-sal na Amazônia e na Namíbia. Até agora, só achou gás — e quem disse que ele desistiu?

Naiana Oscar, de 
Edu Monteiro/EXAME.com
Márcio Mello, da HRT
Márcio Mello, da HRT: o petróleo amazônico ainda não apareceu
São Paulo - Uma ideia na cabeça, uma lata de Coca-Cola na mão — foi desse jeito que, um ano e meio atrás, o geoquímico mineiro Marcio Mello convenceu gente do mundo inteiro a investir 2,6 bilhões de reais em sua empresa de exploração de petróleo, a HRT.
Sua ideia: enquanto a concorrência se acotovelava para disputar a exploração do pré-sal na costa brasileira, havia espaço para enriquecer achando petróleo em dois lugares bem diferentes — a inóspita Amazônia e a distante Namíbia, no sudoeste africano.
Para tentar provar que a ideia era viável, Mello, que fez carreira na Petrobras antes de se tornar empreendedor, lançava mão da latinha de refrigerante. Nas reuniões com investidores, ele subia na mesa mais próxima e, teatral, abria sua Coca-Cola. Segundo ele, aquela era a metáfora perfeita para mostrar o potencial daquilo que apelidou de “pré-sal amazônico”.
O gás que deixa a lata, dizia, é um indício do líquido que está logo abaixo. Na bacia do rio Solimões, onde a HRT tinha o direito de explorar uma área de 49 000 quilômetros quadrados, seria parecido.
Bastava perfurar, deixar o gás sair e ganhar bilhões com o petróleo escondido sob a floresta. Pena, para ele e quem acreditou na metáfora da Coca-Cola, que, dois anos depois, sua latinha tenha expelido gás, e mais nada.
O contraste entre o que Mello prometeu nas reuniões com investidores e a atual situação da HRT é de impressionar. Ele garantiu que, até junho de 2011, faria jorrar 10 000 barris de petróleo por dia da bacia do Solimões. O “pré-sal amazônico” teria, segundo suas­ estimativas, reservas de 2,6 bilhões de barris — volume que ajudaria a transformar a HRT numa das maiores empresas de óleo e gás do mundo.
Para chegar lá, perfuraria 12 poços na região e teria oito sondas em funcionamento em dezembro de 2011. Na África, a promessa era explorar uma reserva de 7 bilhões de barris de petróleo — equivalente ao campo de Tupi, o maior da bacia de Santos — na Namíbia. Nada disso aconteceu.
A HRT perfurou apenas quatro poços na Amazônia e encontrou petróleo em somente um deles — mas em profundidade tal que a exploração se mostrou economicamente inviável. No resto, só achou gás. “Essa região já havia sido explorada pela Petrobras, que não julgou a extração viável”, diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Gás e Petróleo


















São Paulo sediou, últimos dias, dois eventos importantes para a discussão das perspectivas no setor de energia. A Santos Offshore, maior evento no estado sobre o setor de petróleo e gás natural, evidenciou a crescente organização do setorprodutivo paulista para enfrentar os desafios da exploração do pré-sal na Bacia de Santos. São Paulo destaca-se pelo fornecimento de bens e serviços de alto valor agregado para o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva e vive a expectativa de ampliação desta participação.
A indústria no estado busca as condições de negócio adequadas para se estruturar e garantir o desenvolvimento dos setores de exploração e produção do petróleo e do gás. Do ponto de vista estratégico, a elaboração de uma cadeia de fornecedores capaz de garantir índices satisfatórios e crescentes de conteúdo local é fundamental para potencializar a internalização dos benefícios advindos da exploração dos recursos do petróleo.
A construção dessas condições passa pela solução de gargalos importantes como a disponibilidade de recursos humanos qualificados, tecnologia de gestão nas empresas da cadeia de fornecedores e recursos acessíveis para investimento. O governo do estado dedica atenção especial para garantir o desenvolvimento sustentável na região. O governador Geraldo Alckmin anunciou no início deste ano um aporte de mais de R$ 5,3 bilhões em obras de transporte, logística, saneamento, saúde e educação na Baixada Santista, com destaque para os projetos de mobilidade urbana, como o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e o túnel que liga Santos ao Guarujá.
Também na semana passada, o Fórum Brasil Competitivo debateu o futuro do gás natural no país. O grande desafio está em reconhecer a importância do gás como fator efetivo de competitividade da indústria nacional, estabelecendo uma política de estado que permita disseminar os benefícios do uso desse energético por todo o setor produtivo.
Isto deve ser feito para substituir a política empresarial vigente conduzida pela Petrobras, que coloca em primeiro plano o atendimento dos seus interesses corporativos e constitui, na prática, a trava para uma maior participação do gás na matriz brasileira. Essa nova política de estado proposta certamente trataria, entre outros temas, da criação de condições para se estabelecer um preço mais justo para o gás não associado e da facilitação do acesso à infraestrutura de escoamento e transporte para outros produtores, de forma a permitir a oferta de gás natural por novos agentes.
Observamos nos encontros realizados na semana passada que o diálogo está aberto e é necessário. Como estado mais industrializado da nação, o governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Energia, está determinado a contribuir na elaboração de políticas de incentivo que tornem a economia do país cada vez mais presente e competitiva no cenário mundial.
Fonte: Brasil Econômico - Artigo – José Aníbal

Mercado de Trabalho – Petróleo e Gás

O Brasil tem o objetivo de se tornar auto-suficiente em petróleo,
descartando a importação deste produto e, para que isso seja possível, 
a Petrobras tem investido muito capital. Os postos de trabalho vêm 
aumentando muito e empresas como Ipiranga, Shell e Esso são as principais
 empregadoras ao longo do litoral brasileiro. Entre 2006 e 2011 estima-se 
que o setor petrolífero movimente sozinho 50 bilhões de dólares só no Brasil.
Este mercado tem oferecido 100 mil empregos – diretos e indiretos – 
por ano e as empresas fluminenses são responsáveis por 80% da produção 
nacional.
O Brasil receberá investimentos de US$ 72 bilhões em exploração e produção 
de
 petróleo e gás de 2008 a 2012, estima o IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo). 
A cifra corresponde a 4,6% do PIB de 2007, mas é apenas o piso previsto pelo 
setor.
 É que, após a descoberta de novas reservas na camada pré-sal, o país deverá 
atrair uma onda de recursos sem precedentes para a atividade.
Nessa conta de US$ 72 bilhões não entram os recursos que serão destinados à 
exploração do pré-sal. Apenas o campo de Tupi consumirá investimentos de 
US$ 50 bilhões (o equivalente a R$ 83 bilhões) em dez anos, segundo previsão
 do secretário-executivo do IBP, Álvaro Teixeira. Trata-se da primeira reserva 
delimitada do pré-sal, com reservas de 5 bilhões a 8 bilhões de barris e 
que, sozinha, contará com recursos equivalentes a 16,5% do orçamento total
 do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) –R$ 504 bilhões.
O cálculo considera a necessidade de 9 a 10 plataformas para explorar a mega 
reserva. E não inclui outros campos tão promissores quanto Tupi, como os de 
Júpiter e Carioca.
Atualmente, os setores da economia que mais contratam profissionais de nível 
técnico são os da construção civil, petróleo e gás, além da indústria 
automobilística.
O setor de Petróleo e Gás Natural vem experimentando uma demanda 
crescente por 
recursos humanos qualificados. O curso visa capacitar profissionais para 
atuar em 
empresas do setor, através de uma abordagem ampla e diversificada. Para 
profissionais 
que já atuam no setor, trata-se de uma oportunidade de enriquecimento 
profissional
 numa Instituição de Ensino reconhecida nacionalmente como um Centro de 
Excelência.

O que faz o profissional

O profissional desta área está apto a implantar tecnologias nas diversas 
unidades 
da indústria do petróleo. Opera e otimiza a produção e o processamento,
 tanto do
 petróleo quanto do gás natural, de acordo com as mais modernas 
tecnologias 
do setor. Suas áreas compreendem prospecção, perfuração, completação, 
estudo de reservatórios, transporte e armazenamento de óleo cru, gás e 
derivados, refino de petróleo e gás, comercialização do petróleo e seus 
derivados.

O mercado que lhe espera

As oportunidades de emprego neste segmento do mercado de trabalho 
são muito promissoras. A mídia vem divulgando, freqüentemente, altos 
investimentos neste setor, através de programas que permitirão aumento 
nas áreas de exploração e produção e na capacidade de refino.
 Como conseqüência, 
existirá uma grande oferta de empregos diretos e indiretos.
Para atuar na área de petróleo (gás faz parte desta indústria),
 o profissional 
deve ser curioso e investigativo e, fundamentalmente, atualizado, 
sempre questionando 
o seu conhecimento contra as situações apresentadas, e não pode
 ter medo de números: 
quase tudo acaba sendo mensurado de alguma forma.
Não podemos esquecer que o profissional tido como bom, em] 
qualquer atividade, 
é aquele que apresenta resultados rápidos e com qualidade. Para 
chegar a esse 
ponto, o profissional precisa estar envolvido com o trabalho,
 mostrando capacitação, 
competência e compromisso.
Mais da metade de todo o petróleo, e 70% de todo o gás do
 planeta, ainda estão 
para serem descobertos. A indústria do petróleo engloba todo
 o tipo de 
profissional e de atividades: técnicas, financeiras, tributárias,
 jurídicas, médicas 
etc. Dentre elas, sempre haverá colocação para os profissionais 
destacados pelo 
mercado. Ainda por muitos anos continuará sendo necessário 
explorar, produzir,
 refinar e transportar petróleo e derivados.
Essas atividades garantirão, por si só, empregabilidade aos que
 estiverem preparados. 
Nesse sentido, o profissional pode esperar um mercado amplo e
 com capacidade de 
absorver os atualizados e bem formados.
O trabalho com petróleo compara-se ao do artista de teatro:
 muito empenho ao 
estudar (o texto), muito gosto ao atuar (no palco), e muito 
prazer ao apreciar 
o produto (a peça)… Uma mistura equilibrada e compatível, 
com bons ingredientes,
 sempre trará bons resultados.

Tecnólogo

Trabalha na exploração, na produção e na comercialização de
 petróleo, minérios 
e gás natural. Atua em petroleiros, refinarias, plataformas,
 mineradoras e no setor
 de serviços. Pode fazer consultoria jurídica e ambiental ou 
elaborar e realizar pesquisas
 de preços de matérias-primas no mercado internacional.
 Para isso, é fundamental 
que conheça a legislação internacional que regula as atividades 
ligadas ao petróleo e a 
seus derivados e ter fluência em inglês.

Mercado de Trabalho

O tecnólogo encontra um mercado em alta em função da boa 
performance do país 
na exploração e produção de petróleo e gás. Além das bacias de
 Campos, no litoral 
fluminense, e de Santos, na costa paulista, há oportunidade de
 trabalho nos estados 
do Rio Grande do Norte, da Bahia e do Espírito Santo.
O profissional é contratado para trabalhar na exploração e na 
produção de petróleo 
e gás, em setores relacionados à gestão do negócio e também 
na manutenção e no
 gerenciamento de equipamentos. Empresas prestadoras de 
serviços ou que fabricam 
equipamentos para o setor, como a Halliburton e a Schlumberger,
 também empregam 
o tecnólogo para as áreas operacionais e de manutenção.
Salário médio inicial: R$ 3.500

Este profissional pode:

  • Planejar poços;
  • Definir tipo de plataformas para operar no mar;
  • Selecionar equipamentos e procedimentos;
  • Interpretar testes de produção;
  • Gerenciar reservatórios;
  • Analisar a viabilidade econômica de projetos e
  • Identificar estruturas geológicas com potencialidades petrolíferas.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


Que tal "pensar fora da caixa"? Dica do Seiiti Arata







Olá Pessoal!

Tudo bem?

Segue trecho na íntegra de uma grande dica do 
Seiiti da Arata Academy. Aproveite e veja os vídeos 
no link abaixo para entender melhor e saber como
 participar. Encaminhe este post para seus amigos também.

Boa sorte.

Grande abraço,

Leandro

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Dica: No ano que vem, existe uma conferência na 
Suíça que é ALTAMENTE recomendada. 

Fui pra lá em 2002 (a convite deles, e não tirei um 
único centavo do bolso) e este evento mudou minha vida
Me fez realmente "pensar fora da caixa".

Escrevi um texto rápido e publiquei uns vídeos pra você 

p.s. quando fui pra lá, tinha muitos alemães, muitos americanos da 
Harvard e Yale e ingleses de Oxford... e poucos brasileiros (eu fui o 
único brasileiro no ano de 2002). Então por favor ajude a passar a dica 
adiante, principalmente pra quem pode aproveitar essa super dica.
 Vamos ajudar a colocar os brasileiros nestes eventos!!!!

Mais de 37 mil estudantes já se inscreveram no Programa de Estágio 2012


O Programa de Estágio da Petrobras Distribuidora termina nesta terça-feira (16), com mais de 37 mil estudantes inscritos. A companhia pretende oferecer oportunidades para os níveis superior e médio profissionalizante, em diversas localidades do país.


Os candidatos devem estar cursando os dois últimos anos ou os quatro últimos semestres. Para os estudantes de nível médio que já concluíram o curso, é possível realizar o estágio na Companhia desde que a instituição de ensino informe, por meio de declaração, que o estágio é condição indispensável para a obtenção de certificado ou diploma.
O objetivo do Programa de Estágio BR é proporcionar aos estudantes experiência de aprendizagem profissional. Além de capacitação técnica, a prática durante o estágio possibilita o desenvolvimento sociocultural e das relações de trabalho, fundamental para a atuação dos futuros profissionais.
Todas as informações sobre o Programa de Estágio da Petrobras Distribuidora, incluindo a lista de cursos, horários, duração, requisitos, processo seletivo e benefícios, estão disponíveis no site www.br.com.br (em A Companhia/Recursos Humanos).
Os interessados também poderão entrar em contato pelo SAC 08007289001.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acaba de anunciar a realização de concurso público para três cargos de nível superior. Serão preenchidas 152 vagas, das quais 11 são reservadas a portadores de deficiência. A empresa também formará cadastro de reserva.

As oportunidades são para diversas áreas de formação e as vagas foram abertas em Brasília e nas cidades de Manaus (AM), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). As inscrições começam no próximo dia 29, e podem ser feitas até 19 de novembro, pelo site do Cespe/UnB. As taxas são R$ 80 (analista) e R$ 100 (especialista).

Do total de vagas, 22 são para o cargo de analista administrativo, em cinco áreas de atuação.
 Estudos geológicos apontam que há petróleo em Pernambuco. Petrobras não decidiu se vai explorar área
Jornal do Commercio online - Adriana Guarda
“Ele jura de pés juntos que tem petróleo lá”. 
O comentário do diretor de Exploração
 e Produção da Agência Nacional de Petróleo
 (ANP), Florival Carvalho, é sobre o geólogo
 pernambucano Mário de Lima Filho. Desde 
a década de 90,
 o professor teima na existência de óleo 
no subsolo marinho de Pernambuco. 
Estudos geológicos confirmaram as evidências.
Agora falta a Petrobras decidir, até março de 2013, 
se vai perfurar poços na região. Em 2007, consórcio
 formado por Petrobras
 e Petrogal (subsidiária da Galp Energia) arrematou
 três blocos na Bacia
 Pernambuco-Paraíba, durante o leilão da 9ª rodada de
 licitação da ANP.
 As empresas deveriam fazer um investimento mínimo de R$ 7,5 milhões
 para explorar uma área de 1.713 quilômetros quadrados.
Carvalho diz que as companhias têm prazo de 5 anos 
(entre março de 2008 e março de 2013) para estudar a área.
“Terminada essa primeira fase exploratória, elas precisam
 decidir se furam poço ou devolvem os blocos à ANP. Se a 
estratégia for prosseguir terão até março de 2015 para 
concluir a segunda etapa de exploração”, explica. Procurada pelo 
JC, a Petrobras se limitou a responder que “o consórcio analisa 
atualmente os dados obtidos com a aquisição sísmica. Vale ressaltar 
que a perfuração de poços, caso se justifique, só ocorrerá após o ano 
de 2014”, informa, por meio de sua assessoria de comunicação. 
Em Pernambuco, as perfurações não exigiriam a profundidade 
do pré-sal porque a expectativa é que existam reservatórios de óleo 
acima da camada de sal.
 Gás de xisto ainda não sai das rochas
 no país
Folha de S. Paulo - Denise Luna / Agnaldo Brito
O Brasil está atrasado na corrida mundial
 pela exploração comercial do gás de xisto,
 também chamado de gás não convencional,
 encontrado em rochas subterrâneas. O governo
 dos Estados Unidos afirma que o Brasil tem a
 nona reserva mundial, com 226 tcf (trilhões de
 pés cúbicos), número não endossado pela 
ANP (Agência Nacional do Petróleo). Enquanto
 o assunto engatinha no Brasil, a indústria
 química e petroquímica local teme pelo seu
 futuro. As enormes reservas norte-americanas (826 tcf) derrubaram
 os preços lá
 ao nível de um quarto do valor cobrado no Brasil. Segundo a KPMG,
 o negócio
 ganhou tal dimensão que os Estados Unidos podem deixar de ser
 importadores
 e se tornar exportadores.
Segundo o professor de planejamento energético da Coppe/UFRJ, Alexandre
 Szklo, o preço baixo cobrado pelo gás nos EUA se deve à existência de uma
 grande rede de gasodutos já amortizada e à ação de pequenas empresas de
 tecnologia na pesquisa do gás de xisto. A produção de gás não convencional
 no Brasil praticamente inexiste. A única exploração aqui é feita pela Petrobras,
 no município de São Mateus do Sul (PR). A estatal produz apenas 130 mil metros
 cúbicos de gás por dia. O Brasil tem consumo diário de 49 milhões de metros
 cúbicos por dia.

Petrobras nega retirada de projetos da Premium I e II

Estatal planeja construir refinarias no Maranhão e Ceará até 2018
NNpetro - Júlia Moura - 
A presidente da Petrobras, Graça Foster, negou boatos de mercado de que a estatal estuda a retirada definitiva dos projetos das refinarias Premium I e II, respectivamente no Ceará e no Maranhão.
“Não vamos cortar. A informação não procede mesmo, até porque a Petrobras precisa das refinarias. Gostaríamos de ter as refinarias operando”, disse Foster nesta terça-feira (16) em evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais do Rio de Janeiro (Lede-Rio).
Esta possibilidade foi levantada, de acordo com informações divulgadas pela Agência Estado, caso o Governo não promovesse um reajuste de gasolina e diesel capaz de financiar os investimentos da estatal.
“Toda a experiência que a Petrobras tem na construção de unidades estacionárias de produção, a Petrobras não tem no refino. A última refinaria no Brasil é de 1980, de um projeto que não é Petrobras. Se chegam parceiros, por que não seguir com os planos?”, avaliou a executiva, que disse estar trabalhando na busca de parceiros experientes da China e da Coreia do Sul para os projetos das novas refinarias.
A Petrobras planeja construir refinarias no Maranhão e Ceará até 2018, o que ajudaria a empresa a diminuir a sua dependência de importação de derivados, apesar das novas plantas estarem projetadas para a produção apenas de diesel e não gasolina.
Refinarias
A empresa já constrói outras duas refinarias, uma no Rio de Janeiro e outra em Pernambuco, que aguarda um acordo de sociedade da venezuelana PDVSA.
No fim de setembro executivos da estatal se reuniram com o grupo GS Caltex, da Coreia do Sul, para discutir a possibilidade de parceria para a construção da refinaria Premium II, no Ceará.
(Com informações da Reuters)